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[Prévia] Ghostwire Tokyo é o “The Evil Within em 1ª pessoa”

Título apresenta ambientação sombria e um gameplay estratégico

[Prévia] Ghostwire Tokyo é o

A PlayStation apresentou um conteúdo inédito de Ghostwire Tokyo ontem (03), mas a convite da Bethesda, o MeuPlayStation participou de uma sessão hands-off em que a companhia trouxe mais detalhes sobre outra porção do game.

O próximo título da Tango Gameworks assume muitas características de sua principal franquia, The Evil Within, para criar um universo completamente inédito e com um gameplay bem peculiar. Nessa prévia, falaremos um pouco mais sobre o game, quais foram as impressões iniciais e o que os jogadores devem esperar para o futuro.

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Ambientação de Ghostwire Tokyo chama naturalmente a atenção

Akito é o nome da fera

Os jogadores assumirão o controle de Akito, um jovem que lidará com a invasão dos Visitantes em sua cidade natal — inspirada em Tóquio. O protagonista passa por uma experiência mística e se funde com a entidade chamada de KK, um caçador de fantasmas e demônios. Juntos, os heróis utilizarão habilidades sobrenaturais para expurgar as criaturas do mal.

É interessante notar que a química entre os personagens principais é muito boa. Ambos possuem objetivos únicos, mas se unem e a interação parece funcionar, fugindo do clichê do “policial bom e policial mau”.

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Akito e KK estarão juntos numa missão contra os Visitantes

Diante disso, Akito e KK enfrentam mais do que apenas demônios invasores, mas a Bethesda revelou que Ghostwire Tokyo se trata sobre “a perda e o confronto de decepções, como as pessoas lidam com o luto e as frustrações da vida”. Obviamente isso será melhor desenvolvido ao longo da aventura dos heróis.

Em determinados momentos, os próprios ambientes passam um clima de luto e desolação. A cidade fictícia deixa no ar sensações de desespero e do fim do mundo, algo bastante positivo para quem busca experiências imersivas.

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Uma mistura perfeita entre terror, suspensa, thriller e outros gêneros

Um gameplay diferente

Nas primeiras apresentações do jogo, Ghostwire surpreendeu com a visão em primeira pessoa. Muita gente não gosta do gênero, mas a proposta é interessante porque possibilita o jogador de ter melhor domínio das habilidades mágicas. E, na verdade, o foco está em justamente entregar um combate diferente dos jogos tradicionais.

Geralmente, poderes mágicos são aliados de espadas ou armas de fogo, mas, no game da Bethesda, eles são o principal modo de abater os inimigos. Os jogadores utilizarão habilidades elementais, invocações, selos mágicos e mais, obrigados a ajustar a estratégia conforme os inimigos aparecem. Por isso, não espere fatiar os demônios com uma espada ou atirar neles com uma AK-47.

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As animações dos poderes são interessantes

A abordagem cria sensações diferentes. Primeiro, parece que a experiência foi criada a partir de uma visão para a realidade virtual. As mãos do protagonista sempre estão à mostra e é nítido como a Bethesda valoriza as animações dos poderes. Segundo, a proposta se torna um pouco mais cadenciada. Na demonstração apresentada ao público, o ritmo do título era muito mais estratégico e furtivo do que frenético. O jogador precisa pensar nas skills, como eliminar os alvos e superar os obstáculos de forma inteligente.

O game deve oferecer mais evoluções, mas pelos gameplays divulgados, a progressão parece monótona e repetitiva. É provável que o jogador libere mais poderes e possibilidades de abordagem conforme o personagem avança pelos desafios — pelo menos, espera-se por isso.

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Até então, o combate do jogo pareceu ser bastante repetitivo

Ghostwire Tokyo é The Evil Within em 1ª pessoa

Quem jogou The Evil Within 2 percebeu como a Tango soube mesclar muito bem o clima de terror com armas e habilidades para Sebastian se defender. Ainda assim, em muitos momentos, a abordagem furtiva era a melhor indicada em vez de acertar a cabeça de todos os alvos. A premissa de Ghostwire Tokyo parece seguir a mesma ideia, mas adotando um visual mais ousado com as luzes em neon e uma cidade culturalmente marcada pelos “yokai”.

Em Ghostwire Tokyo, os jogadores poderão melhorar as habilidades, desenvolver relacionamentos com NPCs, enfrentar inimigos variados e ter uma grande liberdade de exploração. A visão em 1ª pessoa até estranha no primeiro momento, mas ela está muito bem fundamentada no controle total do personagem para criar a imersão de combate necessária.

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Paris em Tóquio? Ou será que os jogadores lidarão com realidades paralelas?

O título é um forte concorrente para se tornar um dos queridinhos dos jogadores pela estética, jogabilidade e narrativa. Resta-nos esperar até o dia 25 de março para ver se ele cumpre todas as promessas.

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Autor

foto do author do artigo Raphael Batista

Raphael Batista

Produtor de conteúdo em vídeo no MeuPlayStation, com atuação voltada à cobertura de jogos e tendências da indústria. Tem preferência por experiências narrativas e franquias marcantes, como The Witcher 3, Metal Gear Solid, God of War e Marvel’s Spider-Man, trazendo uma visão próxima da comunidade e do dia a dia dos jogadores.

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