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O Summer Game Fest já passou faz um tempinho, mas só agora tenho a liberdade para contar que, a convite da Bandai Namco, pude conferir um pouquinho de Dragon Ball Xenoverse 3.
E, se você gostou dos dois primeiros jogos, o terceiro não deve fugir muito do caminho que a série vinha trilhando. Isso pode ser uma faca de dois gumes. Por um lado, é uma aposta segura. Por outro, parece optar por não promover grandes inovações.
A apresentação começou mostrando um pouco da Corporação Cápsula, dos personagens iniciais que podem ser personalizados e também do HUB principal, onde os jogadores aceitam missões, conversam com personagens e realizam diversas outras atividades.
Até deu para ver Vegeta circulando por lá, mas sem muitas interações e sem qualquer explicação sobre a narrativa ou o contexto. Por isso, não foi possível descobrir praticamente nada sobre a Era 1000, o novo período em que a história se passa.
Logo depois, foi iniciada uma missão de reconhecimento com um grupo de quatro guerreiros. O objetivo era bastante simples: patrulhar uma região, encontrar grupos de inimigos, derrotá-los e seguir avançando.
O esquema de jogabilidade segue muito próximo do que já vimos em Xenoverse. Há ataques fracos, ataques pesados, supergolpes, habilidades especiais e os tradicionais ataques supremos. Em um dos exemplos apresentados, uma combinação permitia disparar um clássico Kamehameha.
Também existe a possibilidade de convocar Trunks do Futuro durante os combates para dar aquela ajudinha extra.
Tudo é muito rápido, dinâmico e recheado de luzes, explosões, rajadas de ki e muita pancadaria. É o bom e velho estilo Dragon Ball de ser. Ou seja, você já sabe exatamente o que esperar do jogo. Não deve haver grandes surpresas quando chegar a hora de colocá-lo no PlayStation 5.
Na segunda parte da demonstração, vi algo bem mais interessante: uma batalha contra o icônico Broly. Essa luta exigiu muito mais uso de habilidades, esquivas, gerenciamento de energia e trabalho em equipe. O Super Saiyajin era extremamente poderoso e disparava ataques em múltiplas direções, exigindo atenção constante de todos os jogadores.
Em determinado momento, um dos companheiros foi abatido e precisou ser revivido rapidamente. O problema é que Broly não dava trégua. Isso gerou um pequeno momento de tensão, mas, com coordenação e paciência, o grupo conseguiu superar o desafio e encerrar a batalha.
Dragon Ball Xenoverse 3 parece um bom jogo. Deve agradar aos fãs mais fiéis da série, mas talvez encontre um pouco mais de dificuldade para atrair jogadores de fora dessa bolha. O lançamento está previsto para algum momento de 2027. Até lá, ainda temos muito para descobrir sobre o jogo.
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