Preview | Nekome: Nazi Hunter mistura vingança, violência e alguns sinais de alerta
Nekome: Nazi Hunter é um tanto quanto preocupante
Título apresenta ambientação sombria e um gameplay estratégico
A PlayStation apresentou um conteúdo inédito de Ghostwire Tokyo ontem (03), mas a convite da Bethesda, o MeuPlayStation participou de uma sessão hands-off em que a companhia trouxe mais detalhes sobre outra porção do game.
O próximo título da Tango Gameworks assume muitas características de sua principal franquia, The Evil Within, para criar um universo completamente inédito e com um gameplay bem peculiar. Nessa prévia, falaremos um pouco mais sobre o game, quais foram as impressões iniciais e o que os jogadores devem esperar para o futuro.
![[Prévia] Ghostwire Tokyo é o "The Evil Within em 1ª pessoa" 1 1](https://meups.com.br/wp-content/uploads/2022/02/ghostwire-tokyo-1-1.jpg)
Os jogadores assumirão o controle de Akito, um jovem que lidará com a invasão dos Visitantes em sua cidade natal — inspirada em Tóquio. O protagonista passa por uma experiência mística e se funde com a entidade chamada de KK, um caçador de fantasmas e demônios. Juntos, os heróis utilizarão habilidades sobrenaturais para expurgar as criaturas do mal.
É interessante notar que a química entre os personagens principais é muito boa. Ambos possuem objetivos únicos, mas se unem e a interação parece funcionar, fugindo do clichê do “policial bom e policial mau”.
![[Prévia] Ghostwire Tokyo é o "The Evil Within em 1ª pessoa" 2 2](https://meups.com.br/wp-content/uploads/2022/02/ghostwire-tokyo-2-1.jpg)
Diante disso, Akito e KK enfrentam mais do que apenas demônios invasores, mas a Bethesda revelou que Ghostwire Tokyo se trata sobre “a perda e o confronto de decepções, como as pessoas lidam com o luto e as frustrações da vida”. Obviamente isso será melhor desenvolvido ao longo da aventura dos heróis.
Em determinados momentos, os próprios ambientes passam um clima de luto e desolação. A cidade fictícia deixa no ar sensações de desespero e do fim do mundo, algo bastante positivo para quem busca experiências imersivas.
![[Prévia] Ghostwire Tokyo é o "The Evil Within em 1ª pessoa" 3 3](https://meups.com.br/wp-content/uploads/2022/02/ghostwire-tokyo-3-1.jpg)
Nas primeiras apresentações do jogo, Ghostwire surpreendeu com a visão em primeira pessoa. Muita gente não gosta do gênero, mas a proposta é interessante porque possibilita o jogador de ter melhor domínio das habilidades mágicas. E, na verdade, o foco está em justamente entregar um combate diferente dos jogos tradicionais.
Geralmente, poderes mágicos são aliados de espadas ou armas de fogo, mas, no game da Bethesda, eles são o principal modo de abater os inimigos. Os jogadores utilizarão habilidades elementais, invocações, selos mágicos e mais, obrigados a ajustar a estratégia conforme os inimigos aparecem. Por isso, não espere fatiar os demônios com uma espada ou atirar neles com uma AK-47.
![[Prévia] Ghostwire Tokyo é o "The Evil Within em 1ª pessoa" 4 4](https://meups.com.br/wp-content/uploads/2022/02/ghostwire-tokyo-4-1.jpg)
A abordagem cria sensações diferentes. Primeiro, parece que a experiência foi criada a partir de uma visão para a realidade virtual. As mãos do protagonista sempre estão à mostra e é nítido como a Bethesda valoriza as animações dos poderes. Segundo, a proposta se torna um pouco mais cadenciada. Na demonstração apresentada ao público, o ritmo do título era muito mais estratégico e furtivo do que frenético. O jogador precisa pensar nas skills, como eliminar os alvos e superar os obstáculos de forma inteligente.
O game deve oferecer mais evoluções, mas pelos gameplays divulgados, a progressão parece monótona e repetitiva. É provável que o jogador libere mais poderes e possibilidades de abordagem conforme o personagem avança pelos desafios — pelo menos, espera-se por isso.
![[Prévia] Ghostwire Tokyo é o "The Evil Within em 1ª pessoa" 5 5](https://meups.com.br/wp-content/uploads/2022/02/ghostwire-tokyo-5-1.jpg)
Quem jogou The Evil Within 2 percebeu como a Tango soube mesclar muito bem o clima de terror com armas e habilidades para Sebastian se defender. Ainda assim, em muitos momentos, a abordagem furtiva era a melhor indicada em vez de acertar a cabeça de todos os alvos. A premissa de Ghostwire Tokyo parece seguir a mesma ideia, mas adotando um visual mais ousado com as luzes em neon e uma cidade culturalmente marcada pelos “yokai”.
Em Ghostwire Tokyo, os jogadores poderão melhorar as habilidades, desenvolver relacionamentos com NPCs, enfrentar inimigos variados e ter uma grande liberdade de exploração. A visão em 1ª pessoa até estranha no primeiro momento, mas ela está muito bem fundamentada no controle total do personagem para criar a imersão de combate necessária.
![[Prévia] Ghostwire Tokyo é o "The Evil Within em 1ª pessoa" 6 6](https://meups.com.br/wp-content/uploads/2022/02/ghostwire-tokyo-6.jpg)
O título é um forte concorrente para se tornar um dos queridinhos dos jogadores pela estética, jogabilidade e narrativa. Resta-nos esperar até o dia 25 de março para ver se ele cumpre todas as promessas.
Mais em Prévias
Nekome: Nazi Hunter é um tanto quanto preocupante
Clive Barker's Hellraiser: Revival aposta em terror psicológico, gore e sobrevivência do início ao fim
O novo jogo da Arc System Works combina combates acessíveis com mecânicas cheias de profundidade
A proposta de tratar dinossauros como animais selvagens, e não como monstros, é o grande diferencial de The Lost Wild
Uma mistura promissora de velocidade, personalização, combate e aventura no universo criado por George Lucas
Nova era, mesma fórmula: Dragon Ball Xenoverse 3 aposta no que já funciona
Em primeira pessoa, novo Silent Hill aposta na tensão constante e na exploração investigativa
Após três batalhas em diferentes períodos da história, Stranger Than Heaven deixou uma impressão bastante positiva e vontade de jogar mais
A nova aventura da Capcom aposta em duelos intensos, parries precisos e uma atmosfera sombria no Japão feudal
A Remedy aposta em combates corpo a corpo, progressão mais profunda e exploração ampliada em uma sequência ousada e surpreendente