Preview | Nekome: Nazi Hunter mistura vingança, violência e alguns sinais de alerta
Nekome: Nazi Hunter é um tanto quanto preocupante
Bem "old school", plataforma agrada em testes.
Los Angeles (CA) – Se Spyro e Crash Bandicoot foram reinventados para fazer sentido nos consoles da atual geração, Mega Man aposta em ser exatamente o que é desde 1987 para, com Mega Man 11, celebrar os mais de 30 anos de série. Após fazer sucesso com diversas coletâneas, enfim, o herói ganha um novo jogo.
E um bom jogo, por sinal. A Capcom acertou em cheio ao não inventar muito. Mantém aquele estilo clássico de plataforma, em 2.5D, com personagens e ambientes 3D poligonais, e vários golpes clássicos do Mega Man “de antigamente”. A jogabilidade também é bastante parecida com o que sempre fez sucesso nos jogos do personagem.
Testamos apenas uma fase do novo jogo na E3 2018, mas já foi o suficiente para ver como o game está fazendo jus às raízes. Tem muito pulo, obstáculo, plataformas que se movem e os inimigos para você pulverizar com seu Mega Buster. Isso sem falar nas novidades, como uma habilidade para diminuir a velocidade do jogo e executar os movimentos sem errar.
Mas manter o jogo tão parecido com seus antecessores pode também ser uma estratégia que fará com que Mega Man 11 não alcance um público mais jovem. Especialmente por ter gráficos não tão avantajados como as enormes produções. Não é o que se espera visualmente de um jogo de PlayStation 4. Ele tem um motivo para isso, mas não quer dizer que será aceitado por todos.
De qualquer forma, para quem só quer diversão e um novo jogo de plataforma, ou então poder reviver tudo o que a série já teve de bacana, certamente Mega Man 11 vai agradar. Mas fica a impressão de que a Capcom poderia ter feito um pouquinho mais para fazê-lo ser atrativo para jogadores da geração atual do PS4.
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