Preview | Nekome: Nazi Hunter mistura vingança, violência e alguns sinais de alerta
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Testamos Dying Light: The Beast e tivemos a oportunidade de saber o que motivará a nova jornada de Crane
A fera está prestes a fugir da gaiola. Dying Light: The Beast, novo jogo da franquia com lançamento previsto para agosto deste ano, vai te surpreender. Eficiente e inovador, o título reúne o que os fãs esperam e traz mais abordagens para quem pensa em sobreviver.
Durante o Summer Game Fest, tivemos a oportunidade de testar os momentos iniciais da campanha e de renascer na pele de Kyle Crane, protagonista do primeiro game que “comeu o pão que o diabo amassou” em Harran.
Agora, ele retorna mais preparado e ciente de que não há como brincar com a sorte — nem com hordas de mortos-vivos de todos os tamanhos.
Usado pelo Barão para experimentos por quase 13 anos, Crane escapa de seu cativeiro e parte para uma jornada de vingança. Após os eventos dramáticos do primeiro jogo, ele acaba sendo infundido com DNA zumbi, algo que lhe confere habilidades de Fera.
Determinado a ir até o fim em sua caça, o herói deve não apenas sobreviver a criaturas sedentas por sangue, mas também aprender a controlar seus novos poderes, pois seu corpo pulsa e parte para um rumo sem volta à medida que eles vêm à tona.
A proposta narrativa de Dying Light: The Beast funciona muito bem como sequência, especialmente pela Techland saber contar histórias por meio de eventos cinematográficos e de grandes reviravoltas.
![[Jogamos] Dying Light: The Beast reúne nostalgia e inovação em uma mistura eficiente 1 Dying Light: The Beast](https://meups.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Dying-Light_-The-Beast-2.jpg)
Assim como o primeiro game, The Beast está repleto de momentos explosivos e de situações baseadas em improvisação. Essas escolhas adicionam camadas de tensão interessante, como é possível observar ao se infiltrar em ninhos de zumbis adormecidos.
Nesse sentido, o título ganha bastante em sua apresentação, pois Castor Woods é belíssima. A cidade conhecida como destino turístico é impressionante, com novos pontos de interesse, ampla verticalidade e detalhes extremamente ricos.
Em Dying Light: The Beast, é possível encontrar mais atalhos para escapar das ruas, pois é disso que o game se trata. Porém, não apenas os zumbis estão mais atentos, como soldados armados também aprenderam a “olhar para cima”.
Algo bastante criticado nos jogos anteriores pode ser utilizado desde o momento inicial: armas de fogo. Agora, Crane pode partir em expedições com todos os tipos de equipamentos, incluindo um arco legal de usar e uma shotgun de altíssimo impacto.
Armas podem ser fabricadas por meio de uma bancada de crafting, encontrada depois de selar locais seguros. Enquanto isso, munições se espalham em caixas, corpos mortos ou como loot de inimigos humanos — e sencientes.
Porém, como fãs de longa data já sabem, atirar em Dying Light: The Beast tem seus bônus e ônus. A matança ocorre mais rapidamente, mas ao custo de atrair inimigos, especialmente se o sol estiver pousando.
E caso isso venha a ocorrer, é importante que Crane esteja pronto para lidar com a escuridão e com você sabe o quê.
Sim, eles voltaram. Os voláteis são os verdadeiros perigos da noite e, ao que tudo indica, eles aparecem em maior quantidade e em bandos. Através de um comando de varredura, Crane pode perceber o que acontece ao seu redor, mas isso não é suficiente.
Agachar, se esconder em plantas altas e evitar a luz são estratégias essenciais de sobrevivência. Porém, os voláteis estão mais atentos e não realizam movimentos padronizados. Indicadores visuais na tela mostram quando você está prestes a ser encontrado.
![[Jogamos] Dying Light: The Beast reúne nostalgia e inovação em uma mistura eficiente 2 Dying Light: The Beast](https://meups.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Dying-Light_-The-Beast.jpg)
Em cerca de 40 min de Dying Light: The Beast, não tivemos acesso a recursos capazes de conter os voláteis, então a única solução foi correr e alcançar algum local seguro. Mas caso isso ocorra em seu gameplay e você seja mais criativo, vale a pena arriscar um combate.
O ciclo de dia e noite também retorna ao Dying Light: The Beast com novidades. Além dos horários de sol e de escuridão total, há mudanças climáticas, como uma chuva onde tudo fica cercado por nuvens e neblina.
Os efeitos de ambiente impactarão a jogabilidade em diversos aspectos. Zumbis ficam mais difíceis de serem visualizados, enquanto efeitos elementais de eletricidade, por exemplo, podem refletir diretamente na saúde de Crane.
Para isso, a Techland oferece veículos com medidor de combustível — e opção de alternar entre primeira e terceira pessoa —, bem como diversas opções de residências cobertas para garantir sua segurança por alguns momentos.
![[Jogamos] Dying Light: The Beast reúne nostalgia e inovação em uma mistura eficiente 3 Dying Light: The Beast](https://meups.com.br/wp-content/uploads/2025/06/Dying-Light_-The-Beast-1.jpg)
Fãs de sobrevivência também podem utilizar binóculos para marcar inimigos humanos e ver os arredores, bem como uma lanterna e arremessáveis de distração, como uma bombinha furtiva.
Por fim, Dying Light: The Beast vem como uma evolução natural, mas eficaz, da elogiada franquia de survival horror. Terror e ação se misturam bem com o parkour, que agora conta com movimentos de corrida lateral e animações de bordas.
Enquanto isso, Crane tem mais um motivo para concluir sua dura jornada, mesmo que isso custe o que resta de sua humanidade. A impressão passada para essa prévia e de que os fãs podem esperar mais uma aventura cheia de plot twists e cenas viscerais.
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