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[Preview] Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection é o Pokémon que todo mundo queria ter

Com uma boa variedade de monstros para coletar e cuidar, jogo no estilo Pokémon é atrativo e divertido

[Preview] Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection é o Pokémon que todo mundo queria ter

Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection é, basicamente, o Pokémon que muita gente gostaria de ter. O novo spin-off da Capcom traz o núcleo do gameplay dos títulos anteriores, mas com um visual repaginado e uma história com um tom um pouco mais maduro.

Fomos convidados pela Capcom para experimentar os dois primeiros capítulos dessa nova entrada, que já mostram mecânicas inéditas de combate, um pouco mais da exploração de Azúria e como os jogadores terão bastante o que fazer.

É igual, mas diferente

Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection segue a mesma estrutura da saga. Trata-se de um JRPG por turnos baseado na mecânica de Pedra Papel Tesoura, em que o jogador precisa combinar ataques da party, formada por humanos e Monsties, nome dado aos monstros que você coleta e evolui.

É o mesmo núcleo dos games anteriores, mas dessa vez parece haver mais habilidades e mais opções estratégicas. Pelo menos nas primeiras horas, já é possível notar uma boa variedade de equipamentos, magias e até pontos fracos específicos dos inimigos.

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Para quem não está acostumado, o início pode ser um pouco assustador. Há muitas informações na tela durante os combates, diversos efeitos visuais e tutoriais que não são tão intuitivos. Ainda assim, com o tempo, o jogador se adapta e passa a ter mais domínio do sistema.

Um dos diferenciais de Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection é como a história reverbera diretamente no combate. Chamadas de Bestas Indomáveis, as novas criaturas afetam o ecossistema e estão trazendo problemas para o Reino. Além de serem o fio condutor da narrativa, elas funcionam como adversários mais desafiadores, exigindo mudanças constantes de abordagem.

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Os jogadores têm à disposição um Bestiário que reúne informações das criaturas, aponta pontos fracos e ajuda a combinar ataques para maximizar os efeitos.

As recompensas variam entre itens para confecção e melhorias de equipamentos, além da possibilidade de obter novos Monsties. Aqui está o coração da experiência que lembra Pokémon e cria um sentimento muito bacana. Mais do que derrotar monstros, o jogador é responsável por criar novos aliados, dando nome, personalizando e formando seu próprio exército.

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Um jogo experiência

Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection é mais condensado do que a linha principal de Monster Hunter, mas ainda assim oferece bastante conteúdo. Há combates aleatórios, missões secundárias e várias atividades paralelas.

Nos primeiros capítulos, o título já deu um gostinho da exploração em mundo aberto, incentivando tarefas opcionais e a descoberta de segredos escondidos pelo mapa.

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O interessante é que o jogo não entrega tudo de forma automática. Para as missões principais, existe um marcador claro, mas para quests secundárias e caçadas específicas, é preciso seguir instruções e realmente procurar os alvos.

Tudo em Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection serve a um propósito. Uma planta no meio do caminho, um minério em uma caverna e, claro, partes específicas de criaturas derrotadas.

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Com esses recursos, os jogadores conseguem aprimorar armas, criar ferramentas, desenvolver os Monsties e fortalecer a equipe. O ecossistema do jogo exige não apenas seguir a campanha, mas também farmar itens e se preparar para desafios maiores.

Com um visual bastante atrativo, cores fortes, monstros chamativos e um universo cheio de nuances, explorar os ambientes é sempre prazeroso, ainda mais ao voar com um Monstie alado.

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Primeiras impressões de Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection

Nestas primeiras horas do novo spin-off da Capcom, as impressões são positivas. Apesar de uma preocupação inicial com o combate, especialmente em um momento em que os jogos por turno vêm sendo repaginados, o título parece construir uma experiência divertida.

O game aparenta ser mais focado na narrativa e já apresenta elementos interessantes até aqui. Ainda assim, tudo indica que a trama pode perder força mais adiante para dar espaço ao que os Caçadores, ou melhor, Patrulheiros, realmente gostam: ir atrás de novos monstros.

Com um universo vívido e uma boa variedade de possibilidades dentro do combate, Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection tem potencial para ser a melhor entrada da saga spin-off.

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Autor

foto do author do artigo Raphael Batista

Raphael Batista

Produtor de conteúdo em vídeo no MeuPlayStation, com atuação voltada à cobertura de jogos e tendências da indústria. Tem preferência por experiências narrativas e franquias marcantes, como The Witcher 3, Metal Gear Solid, God of War e Marvel’s Spider-Man, trazendo uma visão próxima da comunidade e do dia a dia dos jogadores.

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