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JOGAMOS COM LEON! Resident Evil Requiem entrega dois ótimos jogos em um só

Leon Kennedy e Grace Ashcroft fazem uma combinação única e de alta qualidade

JOGAMOS COM LEON! Resident Evil Requiem entrega dois ótimos jogos em um só

Resident Evil Requiem promete ser um dos jogos mais ousados da Capcom. Além de exibir um visual digno da geração atual, o título vai oferecer duas experiências bem distintas graças às diferenças marcantes entre Leon Kennedy e Grace Ashcroft.

Enquanto o ex-policial de Raccoon City é praticamente um tanque de guerra contra os zumbis, com um grande arsenal à disposição, a agente do FBI é uma sobrevivente inexperiente que faz de tudo para manter a sanidade.

Tivemos a oportunidade de jogar uma demonstração de três horas de Resident Evil Requiem, que alterna entre os dois personagens. Mesmo sendo apenas um gostinho do que está por vir, já deu para notar a grande competência da Capcom na união das duas formas de gameplay.

Seja como Leon ou como Grace, Resident Evil Requiem acerta na qualidade, na ambientação e tem tudo para se tornar o maior e melhor game da franquia de survival horror.

 

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Jogando como Grace

As primeiras horas com Grace Ashcroft são aterrorizantes. Por mais que seja corajosa, a agente é apenas uma jovem tentando entender o que está acontecendo.

No controle dela, o jogador vive uma experiência mais voltada para o survival horror. Há pouca munição e os recursos são limitados. E é bom tomar cuidado, porque há muitos mortos-vivos e monstros espalhados pelo cenário.

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A experiência com Grace é assustadora.

Pode até parecer que a Capcom seguraria um pouco na dificuldade, mas quem gosta de grandes desafios vai encontrar, com Grace, uma missão árdua. As criaturas são ferozes, perseguem o jogador e surgem de forma inesperada, gerando sustos genuínos.

Com ela, a experiência remete aos Resident Evil clássicos: resolução de puzzles com base na coleta de itens, necessidade de revisitar ambientes e a escolha inteligente de quando lutar ou evitar confrontos.

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Gestão de recursos, pouca munição e muito backtracking.

O que marca no estilo de jogo da agente do FBI é como a imersão atingiu um novo patamar. Com a possibilidade de usar a câmera em primeira pessoa, a movimentação se torna muito natural, realmente parecendo a de um ser humano real.

Além disso, os sons constantes de gritos, cantorias, gemidos, portas abrindo e coisas caindo criam um senso de terror ininterrupto. Essa atmosfera sonora é digna de um survival horror que aposta no terrorismo psicológico.

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O jogador é atormentado o tempo todo.

Ainda não dá para confirmar, mas pela demonstração, Resident Evil Requiem parece ser daqueles jogos com muitas atividades secundárias. Durante a exploração com Grace, era possível abrir o mapa e marcar pontos de interesse para voltar depois.

Explorar é fundamental para sobreviver. O jogo apresenta um sistema de crafting ainda mais robusto que o de Village, permitindo criar munições, itens de uso e melhorias para as armas.

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Cada cenário esconde segredos que são liberados após coletar itens específicos.

Jogando como Leon

Sejamos honestos: o herói da franquia está pronto para se aposentar. A Capcom deixa claro que Leon está mais velho, cansado e, principalmente, irritado com esse ciclo interminável de caos.

Ao mesmo tempo, o agente é mais experiente e isso se reflete no uso de armas. Ele pode utilizar uma grande variedade de equipamentos, sendo o destaque a machadinha. Essa arma acompanha o jogador, podendo ser usada para ataques rápidos ou finalizações, mas precisa ser afiada após certo uso.

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Leon é um verdadeiro tanque de guerra.

O terror não fica restrito à Grace. Foi com Leon que encontramos, pela primeira vez, Gideon, o antagonista da trama. Ao que tudo indica, ele terá motivações interessantes e promete causar dor de cabeça para ambos os protagonistas.

O ponto alto da experiência com Leon é o contraste com a fragilidade de Grace. Ele é mais bruto e isso fica claro nos movimentos pesados contra os inimigos. Em cada combate, dá para sentir o peso das armas e dos golpes corporais.

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Golpes brutais, sangue voando para todo o lado e embates agressivos fazem parte da experiência.

Aliás, vale destacar um detalhe satisfatório: os contra-ataques geram animações sangrentas que devem arrancar expressões de nojo ou empolgação dos jogadores.

Os combates acontecem dentro da clínica psiquiátrica de Gideon, o que significa que os confrontos ocorrem em espaços fechados. O perigo é constante e o risco de morrer é alto. Não dá para vacilar, pois a derrota obriga a repetir tudo.

É importante mencionar que é possível alternar entre a câmera em primeira e terceira pessoa com ambos os personagens, mas a experiência com Leon foi melhor com a câmera posicionada sobre o ombro.

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Dica: use a machadinha e sinta o poder dos golpes de Leon.

Resident Evil Requiem chega em breve

Resident Evil Requiem será lançado para PlayStation 5, Xbox Series, PC e Nintendo Switch 2 no dia 27 de fevereiro. Você pode garantir a sua mídia física aqui!

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Autor

foto do author do artigo Raphael Batista

Raphael Batista

Produtor de conteúdo em vídeo no MeuPlayStation, com atuação voltada à cobertura de jogos e tendências da indústria. Tem preferência por experiências narrativas e franquias marcantes, como The Witcher 3, Metal Gear Solid, God of War e Marvel’s Spider-Man, trazendo uma visão próxima da comunidade e do dia a dia dos jogadores.

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