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RPG promete trazer ação intensa de tiro em terceira pessoa, a partir do começo de 2027
A Archetype Entertainment e a Wizards of the Coast revelaram, durante o Future Games Show, um novo gameplay de Exodus. O RPG de ficção científica promete trazer ação intensa de tiro em terceira pessoa, a partir do começo de 2027.
No vídeo, vemos os personagens interagindo entre si, com opções de diálogo que afetam o rumo da campanha. Além disso, o jogador explora planetas com diferentes biomas e perigos. É possível usar um gancho para atravessar plataformas, atirar em alienígenas hostis e finalizá-los à curta distância. Por fim, uma boss fight é exibida, mostrando como o chefe possui pontos fracos.
Assista abaixo:
Em Exodus, a humanidade fugiu de uma Terra moribunda, encontrando um novo lar em uma galáxia hostil. O Viajante é a última esperança da humanidade. Sua missão é roubar armas e tecnologia alienígena dos Celestiais, os maiores inimigos da humanidade.
Só há um (grande) problema: a dilatação do tempo. Em missões interestelares, dias passam como décadas no seu planeta de origem. Ao retornar para casa, você confronta as consequências das suas escolhas, que se manifestam em uma escala massiva, acumulando-se ao longo de gerações.
O MeuPlayStation teve a oportunidade de participar de uma exibição antecipada do gameplay, na qual os devs Chris King (diretor), Drew Karpyshyn (roteirista) e Chad Robertson (produtor) tiraram dúvidas a respeito de Exodus.
A começar pelas maiores inspirações da equipe de desenvolvimento. Robertson afirma que Horizon Zero Dawn, da Sony, foi uma referência direta para os devs, enquanto Karpyshyn cita grandes franquias de ficção científica espacial, como Duna, Star Wars, os filmes de Alien e Interestelar. O roteirista, no entanto, garante que, embora o time tenha bebido da fonte de todas estas IPs, a Archetype Entertainment adicionou sua própria identidade, para diferenciar o jogo de tudo isso.

Comentando sobre a dilatação do tempo, Robertson e Karpyshyn dizem que os jogadores precisarão se preparar bem para as expedições. Afinal de contas, cada ida às missões interestelares significa uma passagem grande de tempo no seu planeta de origem.
“Você precisa considerar bem suas missões antes de ir nelas, se preparar […] as escolhas que você faz têm consequências grandes quando você volta ao Exodus”, afirma Karpyshyn. “Por causa das questões temporais, suas escolhas têm impacto muito grande [na campanha]”, afirma Robertson.
Quanto aos personagens, o diretor King lembra que será possível levar apenas dois companheiros nas suas expedições, portanto, é bom considerar bem quem vai te acompanhar. Inclusive, como Exodus usa bastante sistemas de moral, suas escolhas afetam como os personagens secundários te tratarão.
“Em sistemas de moral… se você escolhe uma coisa e age conforme aquela escolha, é normalmente punido. Até como o próprio personagem é construído pode influenciar na maneira como seus companheiros reagem a você”, diz King.

Os devs também confirmaram algumas novidades, como a presença de romance entre personagens, pois “o amor é aprte importante de um RPG”. Além disso, a Archetype buscou simplificar os sistemas para que os jogadores não se percam na criação e na evolução do protagonista.
“Jogadores podem escolher seu estilo de jogo com sua classe no criador de personagem”, diz King. “Você poderá desbloquear masteries, suas escolhas na skill tree terão sinergias… Não queremos que os jogadores façam escolhas difíceis, queremos que suas escolhas não os façam se perder [em meio a tantos sistemas]”.
Como Chad Robertson e Drew Karpyshyn trabalharam em jogos da série Mass Effect, a comparação com o sci-fi da BioWare é inevitável. Perguntados sobre o que torna Exodus único em relação à IP da EA, ambos responderam o seguinte:
“Em comparação, Exodus é único porque temos as questões temporais e suas decisões que diferenciam de Mass Effect… temos devs ex-Naughty Dog, Halo, BioWare… temos experiência de vários estúdios e bebemos água de várias fontes para nos diferenciarmos”, disse Robertson.
“Exodus é tão vasto com os celestiais, a profundidade do sci-fi… A forma como construímos, acho que as pessoas vão ver como criamos isso com o amor que temos em relação ao gênero”, afirma Karpyshyn. “A profundidade do universo do jogo, tem tanta coisa para fazer e experimentar… Somos fãs de sci-fi, suamos lágrimas com esse jogo e espero que os fãs percebam isso”, completa ele.
O que achou das novidades de Exodus? Comente!
Fonte: Future Games Show
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