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Compositor de Final Fantasy VII Rebirth critica músicas modernas de games

Nobuo Uematsu vê chances da trilha sonora de games e de filmes não "se desenvolver mais"

Compositor de Final Fantasy VII Rebirth critica músicas modernas de games

O compositor de Final Fantasy VII Rebirth, Nobuo Uematsu, parece ter identificado um problema nas trilhas sonoras de games e de filmes. Segundo ele, a modernidade teria as tornado desinteressantes e poderia causar sua estagnação definitiva no longo prazo.

Em entrevista ao NewsPicks, o artista sugeriu que “nenhuma música interessante para jogos” estaria sendo criada. Isso ocorre devido a uma necessidade de inserir faixas semelhantes às de filmes, já que tudo soa “como uma trilha sonora de Hollywood”.

Compositor de Final Fantasy VII Rebirth sugere falta de confiança na indústria

Outro ponto tratado pelo compositor de Final Fantasy VII Rebirth é a aparente falta de liberdade imposta aos artistas atuais. Isso estaria acontecendo devido ao pouco incentivo de produtores e de diretores de games, que não confiariam plenamente na capacidade do departamento musical.

A música dos jogos se tornará mais interessante se os compositores considerarem ‘o que só eu posso fazer?’ e usar seu próprio conhecimento e experiência para ser verdadeiramente criativo.

Desde o lançamento de Final Fantasy X para PS2, a música teria entrado em “um período em que podíamos fazer praticamente tudo”, envolvendo a expressão de “diferentes gêneros musicais dentro do jogo”. Mas apesar disso, há um desejo constante por adaptar faixas inspiradas em filmes.

“A música para jogos não pode se desenvolver mais”, conclui Uematsu.

Final Fantasy X
Fonte: Square Enix

Você concorda com o compositor de Final Fantasy VII Rebirth? Acredita que está na hora de renovar as músicas nos games? Comente!

Fonte: VGC

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Autor

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André Custodio

Redator

Fã de jogos de terror e desbravador de soulslike vez ou outra. Consegui me livrar de FIFA por motivos pessoais (ruindade) e hoje me sinto uma pessoa melhor. Também curto platinas, mas não vou atrás de algo que me tira do sério.

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