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Wolverine: o personagem perfeito para um jogo de PlayStation 5

Poucos personagens representam os X-Men tão imediatamente quanto Wolverine, e ele agora tem um grande jogo no PS5.

Wolverine: o personagem perfeito para um jogo de PlayStation 5

Poucos personagens representam os X-Men tão imediatamente quanto Wolverine. As garras, o uniforme amarelo, as costeletas, o temperamento explosivo e o famoso fator de cura fizeram de Logan uma das carinhas mais conhecidos da Marvel, mesmo entre quem nunca abriu uma revista em quadrinhos. Curiosamente, porém, ele nem sequer nasceu como integrante dos X-Men. Quando apareceu pela primeira vez, em 1974, Wolverine era basicamente um adversário canadense colocado no caminho do Hulk.

Mais de cinco décadas depois, tornou-se protagonista de quadrinhos próprios, desenhos animados, dez filmes live-action interpretados por Hugh Jackman e dezenas de videogames. Agora, em setembro de 2026, essa trajetória ganha um novo capítulo com Marvel’s Wolverine, da Insomniac Games, desenvolvido exclusivamente para PS5.

Mas, afinal, por que Wolverine é o personagem perfeito para um jogo neste momento? O MeuPlayStation relembra a trajetória do herói em tantas diferentes áreas do entretenimento até chegar a esse momento.

Oh, Canada…

A criação de Wolverine tem algumas particularidades porque diferentes nomes participaram do processo. Roy Thomas, então editor-chefe da Marvel Comics, queria um novo personagem canadense. A ideia era bastante simples: ele deveria ser pequeno, feroz e inspirado no carcaju, animal conhecido em inglês como “wolverine”. Thomas passou a proposta ao roteirista Len Wein, enquanto o diretor de arte John Romita Sr. trabalhou no design, incluindo seu primeiro uniforme. Herb Trimpe foi o artista responsável por desenhar Wolverine em sua estreia publicada. Por isso, dependendo da fonte, os créditos de criação aparecem divididos entre Roy Thomas, Len Wein, John Romita Sr. e, em alguns registros, também Trimpe.

Wolverine Hulk

Sua estreia aconteceu no final de The Incredible Hulk #180, publicado em 1974. É apenas uma apresentação, preparando o confronto que aconteceria na edição seguinte. Já The Incredible Hulk #181 traz sua primeira participação completa, colocando Wolverine no meio de uma batalha entre Hulk e Wendigo. É por isso que as duas revistas costumam aparecer associadas à “primeira aparição”: tecnicamente, ele surge pela primeira vez na #180, mas sua estreia completa acontece na #181. O personagem já vestia uma versão do tradicional uniforme amarelo e azul e era apresentado como um agente ligado ao governo canadense.

Naquele momento, vários elementos que hoje parecem indissociáveis de Wolverine ainda nem sequer estavam completamente definidos. A própria relação entre as garras, o corpo de Logan e o adamantium passaria por mudanças e revelações nas décadas seguintes. O que já existia era sua essência: um sujeito pequeno, agressivo, difícil de controlar e disposto a enfrentar adversários muito maiores do que ele. O que originalmente deveria ser apenas mais um personagem secundário acabou tendo uma longevidade que nem seus criadores poderiam imaginar.

James Howlett

Dentro da cronologia das HQs, a história começa muito antes de 1974. Seu verdadeiro nome é James Howlett, nascido no Canadá no final do século XIX. A origem, durante décadas mantida deliberadamente misteriosa, só foi detalhada muitos anos depois na minissérie Origin, publicada a partir de 2001. James cresceu em uma família rica em Alberta e era uma criança frágil e doente, muito diferente do homem quase indestrutível que se tornaria posteriormente.

wolverine hq 2

Tudo muda quando Thomas Logan mata o homem que James conhecia como seu pai. O trauma provoca pela primeira vez a manifestação de sua mutação: garras de osso saem de suas mãos. Em fúria, James mata Thomas e foge da vida que conhecia. Eventualmente, passa a usar o nome Logan. Esse detalhe é fundamental para entender Wolverine. As garras não são consequência do Projeto Arma X, e Logan não se tornou mutante por causa dos experimentos. Ele já nasceu mutante. As garras fazem parte de seu esqueleto, assim como seu fator de cura e seus sentidos extremamente desenvolvidos. O adamantium viria muito depois.

Seu fator de cura também provoca um envelhecimento extremamente lento. Isso permitiu que as histórias da Marvel colocassem Logan em diferentes períodos históricos, transformando sua vida numa espécie de coleção de guerras, amores, perdas e identidades. Ao longo das décadas, seu passado foi associado a conflitos militares, missões clandestinas e temporadas em lugares como Japão e Canadá. O resultado é um personagem cujo passado é muito maior do que aquilo de que ele próprio consegue se lembrar. E esse esquecimento não acontece por acaso.

Arma X

Antes de integrar os X-Men, Logan fez parte da Equipe X, uma unidade de operações clandestinas que contou também com nomes como Sabretooth, Maverick, John Wraith e Silver Fox em diferentes momentos da cronologia. Depois disso, ele foi capturado pelo programa Arma X, operação governamental responsável por uma das experiências mais importantes de sua vida.

Os responsáveis pelo projeto revestiram seu esqueleto com adamantium, um metal praticamente indestrutível. Seu fator de cura permitiu que sobrevivesse ao procedimento, mas a experiência envolveu tortura, condicionamento psicológico e manipulação de suas memórias. O resultado foi uma arma viva extremamente eficiente, mas profundamente traumatizada. Logan escaparia do projeto em estado quase animalesco, carregando enormes lacunas sobre sua própria identidade.

Wolverine X

A história foi imortalizada especialmente pelo arco Weapon X, de Barry Windsor-Smith, publicado em Marvel Comics Presents entre 1991 e 1992 e considerado até hoje um dos trabalhos fundamentais para compreender o personagem. É daí que vem boa parte do conflito que acompanha Wolverine em praticamente todas as mídias. Logan sabe lutar, sabe matar e possui décadas de experiência, mas frequentemente não sabe exatamente quem fez dele aquilo que é. A busca pela própria identidade se tornou tão importante quanto suas garras.

Após escapar da Arma X, Logan passou pela estrutura canadense conhecida como Departamento H e esteve ligado ao embrião da Alpha Flight. Eventualmente, porém, o professor Charles Xavier o recrutaria para uma nova formação dos X-Men. Foi aí que Wolverine deixou de ser somente um personagem curioso da Marvel para começar a se transformar em fenômeno.

X-Men

Em Giant-Size X-Men #1, de 1975, Wolverine é recrutado para a nova formação internacional dos X-Men ao lado de personagens como Storm, Nightcrawler e Colossus. A revista reposicionou completamente uma franquia que até então estava longe de ser o fenômeno comercial que se tornaria posteriormente. Com Chris Claremont assumindo por muitos anos os roteiros de X-Men e artistas como Dave Cockrum e John Byrne ajudando a moldar a identidade visual e narrativa da equipe, Logan ganhou profundidade.

Wolverine Tuod

O sujeito agressivo que inicialmente servia para provocar conflitos internos começou a revelar códigos de honra, lealdades e um lado muito mais humano. Sua atração por Jean Grey e o consequente atrito com Cyclops também se tornaram elementos recorrentes de sua história. A contradição passou a ser o coração do personagem. Wolverine é capaz de entrar em uma fúria animalesca e matar sem a hesitação que caracteriza muitos outros heróis, mas também desenvolveu uma enorme capacidade de proteger e orientar pessoas mais jovens.

Kitty Pryde e Jubilee são dois exemplos clássicos desse lado quase paternal de Logan. Ele pode ser o homem que entra primeiro numa batalha, mas também frequentemente é aquele que entende crianças, párias e pessoas que não sabem exatamente onde pertencem. Essa construção tornou possível algo fundamental: Wolverine passou a funcionar tanto dentro dos X-Men quanto sozinho.

Protagonista

Em 1982, Chris Claremont e Frank Miller produziram a minissérie Wolverine, um dos trabalhos que ajudaram definitivamente a estabelecer Logan como protagonista independente. A história leva o personagem ao Japão e explora sua relação com Mariko Yashida, além do contraste entre sua natureza selvagem e uma cultura na qual disciplina, honra e autocontrole possuem enorme importância.

O Japão se tornaria uma parte recorrente de sua mitologia, assim como Madripoor. Na fictícia ilha asiática da Marvel, Logan chegou a atuar usando a identidade de Patch, frequentando bares, lidando com o crime local e protagonizando histórias que pareciam mais próximas de aventuras de espionagem e ação do que das tradicionais missões dos X-Men. Em 1988, Wolverine ganhou uma série mensal própria. A partir daí, já não havia mais dúvida sobre seu status. Logan tinha deixado de ser um dos integrantes dos X-Men para se tornar uma marca individual dentro da Marvel.

Wolverine EVoltion

Ao longo dos anos, sua mitologia cresceu enormemente. Sabretooth consolidou-se como seu principal rival. Histórias aprofundaram sua relação com Jean Grey, Mariko, Silver Fox e outros personagens. Logan descobriu a existência do filho Daken. Magneto chegou a arrancar brutalmente o adamantium de seu corpo, revelando definitivamente que suas garras naturais eram feitas de osso antes de serem revestidas pelo metal. Posteriormente, Apocalypse restauraria o adamantium de Wolverine.

O personagem morreu, retornou, participou dos Vingadores, da X-Force, de diferentes formações dos X-Men e atravessou praticamente todas as grandes fases recentes da história mutante. Essa flexibilidade explica parte de sua longevidade. Wolverine consegue funcionar como super-herói, anti-herói, samurai, soldado, espião, professor ou simplesmente um homem tentando descobrir quem é. Poucos personagens da Marvel transitam por gêneros tão diferentes sem perder sua identidade.

HQ, TV… Cinema!

A expansão para outras mídias ajudou a transformar Wolverine em algo ainda maior. Embora já tivesse participado de animações anteriormente, X-Men: The Animated Series, exibida entre 1992 e 1997, foi decisiva para apresentar Logan a uma geração que não conhecia os quadrinhos. A animação colocou Wolverine na formação principal ao lado de Cyclops, Storm, Rogue, Gambit, Beast, Jean Grey e Jubilee. A voz de Cal Dodd e o uniforme amarelo e azul ajudaram a cristalizar uma versão do personagem que permanece reconhecível mais de três décadas depois.

Wolverine Animation

Wolverine também seria figura constante em outras animações, incluindo X-Men: Evolution, Wolverine and the X-Men e Marvel Anime: Wolverine. A importância daquela interpretação dos anos 1990 ficou especialmente clara quando X-Men ’97 estreou em 2024 como continuação direta da série clássica, trazendo novamente Logan e vários integrantes daquele elenco. Mas nenhuma adaptação mudaria tanto o alcance do personagem quanto aquela lançada nos cinemas no ano 2000.

Quando X-Men chegou aos cinemas em 2000, Hugh Jackman estava longe de ser o astro mundial que se tornaria. Wolverine também não era necessariamente pensado como o único protagonista daquele universo. Isso mudou rapidamente. O Logan do primeiro filme já carregava elementos centrais do personagem: amnésia, passado misterioso, comportamento solitário, fator de cura, esqueleto de adamantium e uma ligação imediata com Jean Grey. Ao mesmo tempo, sua relação com Rogue ajudou a revelar o homem escondido por trás do sujeito agressivo.

X2: X-Men United, de 2003, avançou diretamente sobre o trauma da Arma X e tornou a busca pelo passado de Logan parte central da história. X-Men: The Last Stand, de 2006, colocou Wolverine diante de Jean Grey transformada pela Fênix, encerrando aquele primeiro arco cinematográfico de forma particularmente traumática para o personagem.

Wolverine Filme

Depois veio a tentativa de transformar Wolverine em uma franquia própria. X-Men Origins: Wolverine, de 2009, voltou ao passado de Logan e abordou sua relação com Victor Creed, a Equipe X e o processo que colocou adamantium em seu esqueleto. O filme teve uma recepção bastante complicada, mas demonstrava algo importante: Wolverine já era grande o suficiente para carregar sozinho um blockbuster.

The Wolverine, de 2013, levou Logan ao Japão e recuperou elementos clássicos das histórias do personagem, principalmente sua relação com a família Yashida. X-Men: Days of Future Past, no ano seguinte, transformou Wolverine no elo entre duas gerações cinematográficas dos X-Men ao enviar sua consciência de volta ao passado. Houve ainda pequenas participações em X-Men: First Class e X-Men: Apocalypse.

Logan: uma nova era

Finalmente, em 2017, Logan mudou novamente a percepção sobre o personagem. Dirigido por James Mangold, Logan apresentou uma versão envelhecida e debilitada do personagem em um futuro no qual os mutantes praticamente desapareceram. Seu fator de cura já não funcionava como antes, o adamantium lentamente destruía seu organismo e Charles Xavier também estava chegando ao fim da vida.

Logan

A chegada de Laura, a X-23, transforma Logan novamente em protetor. A história deixa de ser sobre salvar o planeta e passa a ser essencialmente sobre legado, família e a possibilidade de um homem que passou a vida inteira cercado por violência conseguir morrer fazendo alguma coisa boa. O filme encerrou a trajetória daquela versão de Logan e chegou a receber uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, algo até então inédito para um longa de super-herói naquela categoria. Por anos, pareceu ser o encerramento definitivo de Hugh Jackman como Wolverine. Não foi.

Em 2024, Jackman retornou em Deadpool & Wolverine, desta vez dentro de uma produção do Marvel Studios. O multiverso permitiu que o ator interpretasse outra versão de Logan sem desfazer o final de Logan. Pela primeira vez no cinema, Jackman também vestiu uma adaptação clara do clássico uniforme amarelo e azul do personagem. Deadpool & Wolverine ultrapassou US$ 1,33 bilhão mundialmente e tornou-se o filme para maiores de idade de maior bilheteria da história naquele momento, mostrando que o adamantium estava mais forte do que nunca.

Considerando os longas live-action nos quais Hugh Jackman efetivamente aparece como Wolverine, são dez até agora: X-Men, X2: X-Men United, X-Men: The Last Stand, X-Men Origins: Wolverine, X-Men: First Class, The Wolverine, X-Men: Days of Future Past, X-Men: Apocalypse, Logan e Deadpool & Wolverine. O número inclui os cameos de First Class e Apocalypse. Deadpool 2 não entra nessa conta, apesar de seu pós-crédito utilizar imagens de X-Men Origins: Wolverine. Trata-se de material reaproveitado do filme de 2009, não de uma nova participação.

É uma trajetória extraordinariamente longa para um único intérprete de personagem de quadrinhos. Jackman começou em X-Men, de 2000, e retornou novamente em Deadpool & Wolverine 24 anos depois. Antes desse retorno, ele e Patrick Stewart chegaram a compartilhar um recorde do Guinness pela mais longa carreira interpretando um personagem Marvel em live-action.

Com o controle na mão

A história de Logan nos games começou muito antes da Insomniac. Wolverine já era um personagem jogável em The Uncanny X-Men, lançado para NES em 1989, uma das primeiras tentativas de transportar a equipe mutante para os consoles. Dois anos depois, ganhou Wolverine, também para NES, uma aventura dedicada especificamente ao personagem.

Durante os anos 1990, sua presença aumentou na mesma velocidade da popularidade dos X-Men. Wolverine apareceu em títulos de equipe e recebeu Wolverine: Adamantium Rage, em 1994. Também se tornou presença importante nos jogos de luta da Marvel, passando por produções ligadas aos X-Men e pela linhagem que eventualmente resultaria na série Marvel vs. Capcom. Nos anos 2000, X2: Wolverine’s Revenge tentou construir uma aventura solo, enquanto os jogos de X-Men e Marvel: Ultimate Alliance mantiveram Logan como uma escolha nos elencos de heróis.

Talvez o jogo mais lembrado dessa fase seja X-Men Origins: Wolverine, lançado em 2009 pela Raven Software. Embora baseado no filme, o game ganhou identidade própria principalmente por abraçar uma violência muito maior do que aquela vista no cinema. O sistema mostrava o corpo de Logan sendo destruído durante os combates, chegando a revelar músculos e até partes de seu esqueleto de adamantium antes que o fator de cura reconstruísse tudo em tempo real.

Era uma ótima ideia para Wolverine. E, durante muito tempo, aquele jogo permaneceu como uma das principais referências quando se falava em como transformar os poderes do personagem em gameplay. Então veio a Insomniac.

Marvel’s Wolverine: o “Logan” dos games

Marvel’s Wolverine representa algo diferente de boa parte dessa história nos videogames. Não é uma adaptação de filme, não depende diretamente de nenhuma HQ e não faz parte da continuidade cinematográfica de Hugh Jackman. A Insomniac Games, responsável pela franquia Marvel’s Spider-Man, trabalhou com Marvel Games para criar uma interpretação própria de Logan e de seu universo.

No jogo, James “Logan” Howlett acreditava ter deixado Wolverine para trás. Três anos depois de abandonar a Equipe X, porém, ele precisa voltar quando Bolivar Trask inicia uma campanha de captura de mutantes. A história coloca novamente memória, identidade e o passado de Logan no centro da narrativa, exatamente os mesmos temas que acompanham o personagem desde algumas de suas histórias mais importantes nos quadrinhos.

Wolverine encara um enorme robô de combate com olhos vermelhos enquanto se prepara para atacar com suas garras em Marvel’s Wolverine.

Ao mesmo tempo, a Insomniac visita diferentes partes de sua mitologia. Equipe X, Sabretooth, Omega Red, Jean Grey, os Reavers, Canadá, Japão e Madripoor são elementos que possuem décadas de história com Wolverine. Não significa que o jogo esteja adaptando uma dessas histórias diretamente. Pelo contrário: a proposta é apresentar uma narrativa original, utilizando peças conhecidas para construir uma nova versão desse universo.

Essa escolha talvez seja o ponto que melhor conecta Marvel’s Wolverine aos mais de 50 anos do personagem. A Insomniac não está contando “a história definitiva” de Logan porque, na prática, nunca existiu apenas uma. Wolverine sempre foi um personagem reconstruído por diferentes autores e diferentes mídias.

Len Wein, Roy Thomas, John Romita Sr., Herb Trimpe, Chris Claremont, John Byrne, Frank Miller, Barry Windsor-Smith e tantos outros adicionaram partes ao Wolverine dos quadrinhos. A animação dos anos 1990 criou a versão que marcou milhões de crianças. Hugh Jackman deu ao personagem um rosto no cinema durante mais de duas décadas. Outros jogos tentaram transformar suas garras e seu fator de cura em mecânicas. Agora é a vez da Insomniac fazer a sua interpretação.

Marvel's Wolverine

Marvel’s Wolverine chega ao PS5 em 15 de setembro com uma aventura single-player, narrativa e sem mundo aberto. Mais de meio século depois de aparecer no último quadro de uma revista do Hulk, aquele personagem canadense criado para ser pequeno, feroz e difícil de derrubar chega como protagonista de um dos principais lançamentos da geração PlayStation 5.

De certa forma, é uma trajetória bastante apropriada para Wolverine. Podem bater, cortar, explodir, matar ou até cancelar sua revista. No fim, Logan sempre acaba voltando.

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Autor

foto do author do artigo Thiago Barros

Thiago Barros

Editor-Chefe

Dez anos de MeuPlayStation, 18 de jornalismo e produção de conteúdo. Muitas histórias para contar e muitos jogos para jogar!

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