Tudo sobre Marvel’s Wolverine que foi revelado na SDCC
Confira 13 detalhes de Marvel's Wolverine, que foram revelados na San Diego Comic-Con
12 de novembro de 2020. Enfim, o PlayStation 5 chegava ao mercado. Ainda não no Brasil, onde ele desembarcaria uma semana depois, mas em território americano, por exemplo, os primeiros felizardos começavam a entrar na nova geração. E hoje, um ano depois, o que é possível falar do novo console da Sony? Vale a pena comprá-lo logo de cara?
O MeuPlayStation ouviu sua redação para preparar uma lista de prós e contras desses primeiros 12 meses de PS5 no mercado. Confira, abaixo, onde cada um acredita que o PlayStation 5 acertou e onde ainda precisa melhorar.
O ponto mais citado, sem dúvidas, foi o DualSense. A experiência com o controle da nova geração, realmente, é um diferencial. “Sentir” os jogos como nunca é incrível. Uma unanimidade, assim como o SSD super rápido. Algo que também foi elogiado foi a rápida resposta da empresa com queda de preços – e o reembolso de quem tinha pago mais caro – após o corte de impostos.
Achei que a Sony respondeu rápido ao reduzir o preço do console em razão do corte de impostos. Geralmente acontece dessas alterações demorarem a chegar no consumidor e, na maioria das vezes, nem chega. O consumidor viu muito rápido os efeitos – explicou Daniel dos Reis, diretor-executivo do MeuPS.

Outros pontos positivos citados foram a integração com a PS Store, bem mais intuitiva para navegar, a retrocompatibilidade com jogos do PS4, com destaque para os jogos da Coleção PS Plus, e o lineup. Esse ponto, inclusive, dividiu opiniões. Para Vinícius Paraboa, editor do site, “o lineup de lançamento foi o melhor da história da PlayStation”.
Por outro lado, há quem acredite que foram poucos grandes jogos até agora – apesar de todos reconhecerem o futuro pela frente, especialmente com exclusivos de peso já prometidos para 2022. Os dois pontos negativos que mais chamam a atenção são, claro, o preço – mesmo com a redução, ainda super alto, e a ausência dos temas, tão amados no PS4.
Outro ponto que divide opiniões é a parte gráfica. A evolução no PlayStation 5 é vista, mas não é tão clara – especialmente para quem teve o PS4 Pro e jogava com uma TV 4K, como é o caso do editor-chefe Thiago Barros:
Visualmente, pouca coisa me deixou realmente muito impressionado. Talvez por ser início de geração ainda, mas não senti um upgrade tão grande em relação ao Pro.
No caso da retrocompatibilidade, uma bola foi levantada: por que não com outros consoles anteriores ao PlayStation 4? Esse rumor era bem forte antes do lançamento do PlayStation 5, mas infelizmente não se concretizou.

O nosso community manager e streamer, Raphael Batista, falou um pouquinho da experiência com o PlayStation 5 nesse aspecto. Para ele, vale destacar “a praticidade para editar as capturas de tela e vídeo”, com a nova ferramenta de criação. Contudo, a falta de uma mecânica de segundo plano, para “colocar os vídeos num pendrive enquanto joga”, por exemplo, decepciona.
Também foram citados alguns outros destaques, positivos e negativos, em quantidades menores, que listamos abaixo:

E você, comprou o PlayStation 5 durante o primeiro ano dele? Está curtindo? Quais os pontos positivos e negativos? Comenta pra gente!
Mais em Especiais
Confira 13 detalhes de Marvel's Wolverine, que foram revelados na San Diego Comic-Con
Com o lançamento e o beta aberto chegando, Sony e Arc System Works dão dicas para iniciantes
Listamos 10 recursos que a PS Store poderia implementar para melhorar ainda mais a experiência do usuário
Wolverine, GTA VI, Phantom Blade Zero e mais lançamentos ainda em 2026
Diretor do game compartilhou mais detalhes sobre o lançamento da versão 1.0
Endless Ragnarök promete ainda mais horas de conteúdo para Relink
Nekome: Nazi Hunter é um tanto quanto preocupante
Clive Barker's Hellraiser: Revival aposta em terror psicológico, gore e sobrevivência do início ao fim
O novo jogo da Arc System Works combina combates acessíveis com mecânicas cheias de profundidade
A proposta de tratar dinossauros como animais selvagens, e não como monstros, é o grande diferencial de The Lost Wild