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Fantasmas de Bloodborne rondam os fãs do game a cada grande evento da indústria. Mas o que realmente deveria ser anunciado?
A cada grande evento da indústria de jogos, fãs vão às redes sociais especular um possível retorno de Bloodborne. Porém, enquanto alguns tendem a aguardar uma remasterização do game, outros expõem seus motivos para validar uma sequência do soulslike.
No episódio mais recente do Games Para Sempre, a equipe do MeuPlayStation se reuniu com Vinícius Munhoz, especialista no game, para debater o futuro da IP. Caso um anúncio de seu retorno viesse a acontecer, o que seria melhor para a comunidade: um remaster ou uma sequência?
Colocamos na mesa alguns pontos que validam ambos os conteúdos: interesse da comunidade, aprimoramentos e suporte a longo prazo. Além disso, relembramos alguns pontos criticados pelos fãs após o “suposto” abandono de Bloodborne pela FromSoftware.

Lançado em 2015, Bloodborne se saiu muito bem para a época. No PS4, o título apresentou gráficos surpreendentes e um universo interconectado rico em detalhes visuais e narrativos. Apesar disso, os anos seguintes causaram uma espécie de defasagem em alguns aspectos do jogo, especialmente no gameplay.
Uma remasterização poderia não somente corrigir os problemas em quedas de performance, mas também aprimorá-los. Como o RPG chama a atenção pela jogabilidade rápida e instintiva, testá-lo a 60 FPS seria um verdadeiro deleite para fãs do gênero.

Além disso, falhas na física dos mapas — muito aproveitados por speedrunners — poderiam tornar a experiência mais realista. Tudo isso, aliado a otimizações em iluminação, sombras, reflexo e texturas facilmente elevaria o game a um novo status de hit comercial.
Já a sequência expandiria ainda mais o universo vitoriano do game. Falando em narrativa, a FromSoftware teria a chance de trazer mais detalhes sobre alguns dos icônicos personagens ou até mesmo apostar em uma renovação completa — nova atmosfera, NPCs e cenários.
Bloodborne já se aproveita bastante do que tem — universo vitoriano, abordagem gótica inspirada no horror cósmico e alguns conceitos psicológicos. Apesar disso, ainda há espaço para desenvolver tais propostas, especialmente quando se trata de um título com lore subjetiva e cheia de nuances.

Uma sequência também permitiria aprimorar o sistema de armas. Mais equipamentos, mais possibilidades de builds e novas mecânicas tornariam a experiência mais versátil e menos linear, oferecendo oportunidades para que os fãs testem diversos tipos de constituições.
Graficamente, nem se fala: provavelmente, veríamos um salto gráfico. E tendo em vista as apostas da Sony, Bloodborne 2 deveria chegar com suporte a 60 FPS, resolução em 4K nativo, compatibilidade com as tecnologias de hardware e muito mais.
As vantagens são muitas, mas o sonho ainda parece muito distante. E infelizmente para ambos os lados.
O episódio mais recente do Games Para Sempre, podcast do MeuPlayStation, já está no ar. Inteiramente focado em Bloodborne, o capítulo traz discussões, novidades e muitas polêmicas sobre o futuro da IP. Clique aqui para escutar em seu streaming de preferência!
Fonte: Spotify
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