MeuPlayStation | Tudo sobre PlayStation

Split Fiction é classificado para maiores de 16 anos por “violência e linguagem moderada”

Título deve chegar ao ocidente com faixa etária superior à de It Takes Two

Split Fiction é classificado para maiores de 16 anos por

A Hazelight Studios pode estar apostando em uma abordagem mais madura para Split Fiction. O título foi classificado na Singapura e é indicado para maiores de 16 anos por conter “violência e linguagem moderada”.

De acordo com a Infocomm Media Development Authority (IMDA), a aventura cooperativa possui “representações fortes de violência e derramamento de sangue” em cenas da história. Além disso, há apologia ao uso de armas brancas e de fogo.

O site também declara que Split Fiction mostrará membros decepados de criaturas fantasiosas, como trolls e dragões, assim como palavrões. Porém, ele deixa claro que não há violência “excessivamente gráfica”.

Essa classificação evidencia uma diferença conceitual entre o game e outro título da Hazelight, It Takes Two. Mesmo com algumas cenas perturbadoras, o GOTY de 2021 é recomendado para maiores de 14 anos. Dessa forma, podemos esperar um maior apelo visual.

Split Fiction será lançado em 6 de março para PS5, Xbox Series e PC.

Saiba mais sobre Split Fiction

Leia abaixo a descrição do game, de acordo com sua página oficial na PS Store:

Mio e Zoe são escritoras opostas que ficam presas em suas próprias histórias depois de serem ligadas a uma máquina projetada para roubar suas ideias.

Elas terão que depender uma da outra para se libertarem, trabalhando juntas para dominar várias habilidades e superar os mais diversos desafios enquanto transitam entre mundos de ficção científica e fantasia nesta história inesperada sobre amizade.

Quais suas expectativas para a nova aventura cooperativa de Josef Fares? Comente!

Fonte: Twisted Voxel

Mais em Notícias

Autor

foto do author do artigo André Custodio

André Custodio

Redator

Fã de jogos de terror e desbravador de soulslike vez ou outra. Consegui me livrar de FIFA por motivos pessoais (ruindade) e hoje me sinto uma pessoa melhor. Também curto platinas, mas não vou atrás de algo que me tira do sério.

Mais artigos de André Custodio

icone representando um redirecionamento para outra pagina
Comunicar erro no artigo

Notícias