Estúdio de Big Walk admite boicote ao Xbox
A House House explicou oficialmente por que Big Walk não possui versão para Xbox, e a decisão é política.
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Gameplay parece estar redondinho. Será?
A quinta-feira (18) foi de novidades significativas sobre a jogabilidade de FIFA 20. A EA Sports divulgou um novo trailer, destacando as melhorias que o jogo terá no gameplay. Pouco depois, publicou um Pitch Notes destrinchando essas evoluções.
Após ouvir o feedback do público sobre as falhas de FIFA 19, a empresa parece ter dado real importância às críticas. Ela já havia prometido isso. E parece que vai cumprir. Tanto que os primeiros previews do jogo são bem positivos.
Agora, vamos para os detalhes divulgados no novo post do blog dos desenvolvedores do jogo. Em um deep dive sobre as mudanças, a equipe abordou os seguintes tópicos: 1×1, momentos decisivos, física da bola, bolas paradas e outras melhorias.
A Bola, com a bola, sem a bola. Essas foram as classificações da EA Sports às alterações na jogabilidade de FIFA 20. Primeiramente, vamos falar da física da bola em si. Afinal, isso é o mais complicado de descrever. Resta acreditar que a empresa sabe o que está fazendo.
Segundo a EA, “a nova física fará passes parecerem mais reais, com rotações e curvas naturais. Os jogadores também verão a bola quicando no gramado e o impacto disso na trajetória. Passes ruins, certamente, irão ser mais penalizados”.
“O estado do gramado também influenciará. Passes mais curtos devem ser melhores, e os jogadores também deverão ver diferentes efeitos e trajetórias da bola. Tudo dependendo, claro, dos atributos de quem realizar a ação”.
A “atualização” nas bolas paradas é outra coisa abordada pela EA. De acordo com o Pitch Notes, haverá cinco pilares no recurso. Mira, Posição, Força, Curva e Timing. E tudo tem o começo com a nova forma de mirar.
FIFA 20 vai ter uma mira tipo de tiro mesmo, que o usuário deve posicionar no local onde quer que a bola vá. Depois, deve posicionar o boneco no melhor ângulo possível para dar seu chute. Então, é calibrar a força, com o botão de finalização. Nada demais, não é?
Mas aí vem outras duas grandes novidades: efeito e timing. Há novos efeitos, que podem ser adicionados com a alavanca da direita do controle. É possível direcionar a bola como nunca antes. Usando as faltas para realmente surpreender os goleiros.
Especialmente se você conseguir acertar o timing. Isso mesmo: os timed shots agora são possíveis também em faltas. Se você apertar o botão na hora exata do contato do pé do cobrador com a bola, é bem provável que consiga fazer golaços.
Algo que incomoda em FIFA 19 é que é mais fácil fazer gols de fora da área do que cara a cara com o goleiro. Sem falar na marcação automática, que dificulta bastante quem quer “ir pra dentro” dos zagueiros. Isso vai mudar na jogabilidade de FIFA 20.
“Uma das principais melhorias foi deixar o jogo mais responsivo do que nunca. Criamos um novo sistema que permite que os jogadores façam comandos no último minuto de uma ação, tanto com chute, quanto com passes e desarmes. Também expandimos o sistema Active Touch”, diz a EA.
O que isso quer dizer? Há novos dribles e fintas de corpo que são mais eficientes. Por outro lado, também existe uma maior precisão nos desarmes. O que acontecia no FIFA 19, de os defensores acertarem o bote, mas a bola ficar com o atacante, deve diminuir.
Além disso, as finalizações cara a cara ficarão mais fáceis e haverá um novo recurso para o jogador criar espaço para chutar. É o “Set Up Touch”. Ao apertar R1 e mover o analógico da direita para a frente, você dará uma roladinha na bola, para preparar a finalização.
Também há novidades na defesa. Ao segurar L2 ou L2 e R2, você conseguirá interceptar os passes, manualmente, com mais eficácia. A ideia é estimular o jogador a tentar fazer isso e não ficar dependendo dos jogadores controlados pela IA.
“Nosso objetivo em FIFA 20 é ter um gameplay que você consiga ler e prever, ao invés de só ter que reagir ao oponente. Estratégia e compreensão de futebol são fundamentais”. É essa a promessa da EA Sports para o jogo, e isso se traduz no novo sistema de 1×1.
Novamente, tudo fica apenas na área conceitual, e atá testarmos o jogo é impossível dizer se isso realmente acontece. Contudo, os desenvolvedores prometem um “posicionamento mais real do que nunca dos jogadores controlados pela IA no campo”.
“Agora, os jogadores tentarão manter formação e posição, antecipando os movimentos do oponente, ao invés de simplesmente irem para cima dele. Ao mesmo tempo, também vão fazer ultrapassagens e aparecerem para o jogo se houver oportunidades”.
A empresa, então, lista uma série de comandos de novos dribles, passes, movimentações dos zagueiros e até dos goleiros. Resta torcer para que tudo funciona corretamente.
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