Persona 5 completa 10 anos: relembre 5 grandes momentos do JRPG
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Confira qual é o pior e o melhor dos 12 jogos da franquia
A saga de Kratos em God of War é uma curva contínua de ambição técnica, mudança de proposta narrativa e experimentação de mecânicas. Elencar os melhores jogos é sempre uma missão desafiadora, mas consideramos avaliações segundo o Metacritic, impacto cultural e evolução de gameplay.
Desde games lançados nos anos 2000 até as entradas mais recentes, separamos aqui a lista de todos os God of War, do melhor para o pior, levando em consideração não somente notas.
God of War Betrayal é pouco falado, porque foi lançado para para os celulares em 2007. Feito em Java em 2D, o título teve quase nenhum impacto cultural e não foi aderido pela comunidade na época.
Entrada recente e experimental a observar: God of War: Sons of Sparta é um spin-off 2D/Metroidvania lançado em 2026 com recepção mista a morna no Metacritic com a média 66; demonstra a vontade de explorar gêneros diferentes, mas até o momento seu impacto cultural é menor comparado aos grandes marcos da série. Por mais que seja uma tentativa de narrativa nova em outro formato; o combate é menos criativo para os padrões da franquia.
God of War: Ascension é a entrada um pouco polêmica em termos de nota e impacto; a média do Metacritic é 80. A produção teve técnica elevada e alguns bons confrontos. A principal mudança na fórmula foi a tentativa de introduzir multiplayer competitivo/cooperativo, uma experimentação que muitos fãs consideraram desconexa com a identidade single-player cinematográfica da franquia.
God of War III Remastered é a versão remasterizada do capítulo de 2010 com legendas em PT-BR; trouxe o jogo para hardware posterior com melhorias técnicas com a nota 81. O projeto é uma preservação do design épico com ajustes visuais.
God of War Collection e God of War: Origins Collection são remasters/compilações importantes para preservar e reintroduzir a fórmula clássica a novas gerações; ambos foram bem recebidos pela crítica no lançamento com a média 91 no Metacritic. Principais pontos são: melhoria visual e estabilidade de frame rate nas versões HD, pacotes convenientes para jogar os títulos fundadores antes de sequências maiores.
God of War: Chains of Olympus mostrou que a série funcionava fora do console principal e teve ótima recepção no Metacritic para um portátil, com nota 91. Ele condensou a experiência God of War em sessões mais curtas sem perder a sensação de grandiosidade; visuais impressionantes para PSP e chefes memoráveis. A fórmula apresentou o núcleo de combate/puzzles readequado para ação portátil sem sacrificar identidade.
God of War: Ghost of Sparta continuou o bom nível das entradas portáteis com a nota 86 no Metacritic, sendo elogiado por narrativa e produção técnica no PSP. A história complementa a saga principal, o combate é sólido e gráficos empurraram o hardware. O game conta com pequenas inovações no combate e expansão do lore de Kratos, reafirmando os spin-offs como conteúdo canônico útil ao universo.
God of War recebeu nota muito alta no Metacritic de 94 e estabeleceu a identidade da franquia. Ele apresenta um combate satisfatório com combos e finishers brutais, direção de arte épica inspirada na mitologia grega, chefes monumentais e uma campanha cinematográfica com ritmo acelerado. Este é o jogo que definiu as bases: câmera fixa/semifixa em terceira pessoa, foco em puzzles e plataformas intercalados com combate grandioso; a ênfase era em espetáculo e setpieces.
God of War II manteve e ampliou a fórmula original com polimento e ambição técnica; Metascore também elevado de 93. O título apresentou uma mpliação das arenas de batalha, mais variedade de armas e poderes, narrativa que elevou o tom épico e cliffhangers que fortaleceram o mito de Kratos. Na fórmula, houve o refinamento do combate e maior escala nas lutas e puzzles, fortalecendo o DNA hack-and-slash estabelecido no primeiro jogo.
God of War Ragnarök ampliou a reinvenção iniciada em 2018, com nota igualmente alta de 94 e enorme impacto cultural; crítico para consolidar a nova identidade da franquia. Principais pontos fortes: combate refinado, mundo maior e mais repleto de conteúdo, narrativa que fecha e expande arcos emocionais, melhorias técnicas para nova geração. Na fórmula, houve o aperfeiçoamento do sistema de combate e progressão (mais variedade de armas e builds), mundo mais aberto para exploração sem abandonar narrativa centrada.
Valhalla (expansão/modo adicional) mostrou que a base de combate do jogo de 2022 é flexível a modos experimentais; recebeu boas avaliações no Metacritic para o que propôs. Mudanças de fórmula: demonstra que o núcleo de 2018/2022 suporta variações de design (ex. roguelite/arena) sem perder identidade.
God of War III é o auge técnico da trilogia original e manteve notas altas no Metacritic com a média 92. O jogo conta com batalhas de escala gigantesca, setpieces extremos, gráficos de ponta para a geração e finalização da trilogia grega. Não houve tantas mudanças drásticas na fórmula, com o combate ainda baseado em combos e quicktime/execuções, mas com circulação entre grandes arenas e segmentos massivos que enfatizaram espetáculo sobre sutileza.
God of War (2018) representa a transformação mais profunda da série e um dos maiores impactos culturais recentes da marca; nota alta no Metacritic de 94 e grande aclamação crítica. Principais pontos fortes: reinvenção narrativa mais madura e emotiva, relação pai e filho como núcleo e o combate que mistura brutalidade com maior precisão e profundidade de RPG (árvore de habilidades, equipamentos, runas). Mudanças de fórmula: mudança de perspectiva da câmera e tom narrativo; deslocamento do espetáculo para uma experiência mais íntima e orientada a progressão de personagem; marcou a evolução de God of War de “showpiece” para ação-narrativa mais densa.
E aí, qual é o seu God of War favorito?
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