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A franquia colecionou momentos memoráveis desde seu lançamento nos anos 90
Com gráficos poligonais, cenários pré-renderizados e câmera fixa, Resident Evil fazia sua aterrissagem no mercado de games há 25 anos. Originalmente lançado em 22 de março de 1996 para PS1, o primeiro jogo da franquia mostrou a que veio, consagrando não apenas o nome, mas servindo como escola para outras dezenas de franquias que adotaram o gênero survival horror.
Seja na casa de um primo ou amigo, uma locadora do bairro ou até mesmo naquela TV de tubo da sala, os jogos da franquia de zumbis mais famosa de todos os tempos se fez presente. Sua importância para a indústria é inquestionável, mas cá entre nós, você se lembra dos momentos mais icônicos dos primórdios da série? Quer relembrar? Então veio ao lugar certo!
A seguir vamos revisitar 8 momentos de tirar o fôlego dos jogos de Resident Evil. É claro, existe uma lista bastante extensa de momentos marcantes, mas fizemos questão de escolher a dedo as mais icônicas.
Após assistir aquela cutscene assustadoramente bizarra do primeiro jogo com atores de verdade, surge o questionamento: “será que esse jogo é com pessoas reais?”. Não, definitivamente não.
O primeiro contato real com o game foi no saguão da mansão, em uma cena envolvendo Barry Burton, Jill Valentine e Albert Wesker, que se perderam de Chris Redfield após a fuga mata adentro. As coisas estavam tensas, porém, a sensação de segurança passada pelo saguão da mansão era um alívio. Mas não durou muito tempo.

Depois de uma rápida investigação, eis que surge ele, o icônico primeiro zumbi da franquia Resident Evil. Com cabeça toda branca e a boca vermelha, à primeira vista parecia, literalmente, um palhaço. Mas não demorou muito para entendermos a gravidade da situação.
Seis anos depois, com o remake do primeiro game lançado em 2002 para GameCube, a Capcom deu um “tapa no visual” do primeiro zumbi — também terrivelmente assustador. Mas no final das contas, a primeira impressão é a que conta.
A introdução de Resident Evil 2 original é fantástica, seja na apresentação do logo da Capcom ou nas cenas do game com uma música assustadora de fundo. Entretanto, o que mais chamava a atenção era o tal “olho” na tela do menu.
Willian Birkin é um dos vilões mais icônicos da franquia e não é a toa. O cientista, colega de Albert Wesker e ex-aluno de um dos fundadores da Umbrella, era tão genial que criou o G-Vírus, uma variação do T-Vírus — responsável por transformar os residentes da mansão em zumbis no primeiro game.
Não demorou muito, a Umbrella ficou sabendo da empreitada secreta de Birkin, e enviou o esquadrão Hunk para roubar a criação dele. Porém, a missão saiu de controle e os soldados tentam matar o cientista, que injeta uma quantidade generosa do vírus em seu próprio corpo. Veja a cena na reimaginação de Resident Evil 2 lançada em 2018:
O resultado disso é a fuga do esquadrão, que tenta fugir enquanto Birkin mata um por um da forma mais impiedosa possível. O acontecimento em questão foi o principal responsável pelo surto de zumbis em Raccoon City, pois amostras do vírus foram espalhadas pelos esgotos da cidade.
Você sabia que os Lickers são as próprias pessoas de Raccoon City? Pois é, o monstro com cérebro de fora, língua grande e garras afiadas é resultado de uma mutação do T-Vírus, que ficou por muito tempo no hospedeiro. Em suma, os monstros são os primeiros zumbis do surto na cidade.
Antes de adentrar para as partes mais profundas da delegacia com Leon ou Claire em Resident Evil 2, é possível vê-lo passando pela janela. Basta andar mais um pouco pelo corredor que somos apresentados oficialmente, em uma cena realmente assustadora para a época.
O remake de 2018 não reproduziu a cena e tornou-se uma parte orgânica do jogo em que você apenas passa pela criatura, mas sem cutscene.
Passivo de grandiosidade, a estreia de Nemesis na franquia é algo realmente marcante. O grandalhão que persegue Jill Valentine pelas ruas de Raccoon City apareceu pela primeira vez em Resident Evil 3: Nemesis — um dos clássicos indispensáveis do PS1.
Em sua primeira aparição, Jill Valentine encontra Brad Vickers, outro soldado do esquadrão, fugindo da criatura pelos portões da delegacia. O momento é um dos mais icônicos dos games em contexto geral e mostra Nemesis matando a sangue-frio o policial.
Em suma, a B.O.W. (Bio Organic Weapon — Arma Biológica) da Umbrella Corporation foi desovada em meio a Raccoon City com apenas um objetivo: eliminar os soldados remanescentes dos S.T.A.R.S. (Special Tactics and Rescue Service — Serviço de Táticas Especiais e Resgate).
“Ufa, consegui zerar Resident Evil 3“. Essa provavelmente foi a frase comum que os jogadores disseram quando finalmente ativaram as engrenagens da Clock Tower. Na cena, um helicóptero sobrevoava os arredores do local, então ouve o soar do relógio e vai de encontro à Jill para resgatá-la.
Como nem tudo é tão fácil quanto parece, Nemesis aparece e dizima as esperanças da heroína atirando no helicóptero com um lança-míssil. A partir daí, uma batalha é iniciada, resultando na infecção de Jill pelo T-Vírus — é neste momento que começamos a jogar com Carlos Oliveira.
Dando fim aos acontecimentos caóticos de Raccoon City, o governo americano decide obliterar a cidade com uma bomba nuclear. A batalha final é uma das mais legais da saga e mostra a conclusão da história entre Nemesis e Jill. Vale lembrar até da icônica frase da heroína: “você quer os STARS? Então te darei os STARS!”.
Antes da última luta, Jill consegue pedir ajuda ao seu ex-colega Barry Burton, que vai de helicóptero até a cidade para resgatá-la com Carlos. Enquanto seguem viagem, eles assistem à explosão destruindo a cidade.
Após ter sido supostamente morto nos acontecimentos do primeiro game, Wesker retorna em Resident Evil Code: Veronica para mais ação. O icônico vilão revelou-se “vivinho da silva” para Chris Redfield, que estava na ilha de Rockfort para resgatar Claire.
O antagonista, por sua vez, estava na ilha para capturar Alexia Ashford, uma das cientistas da Umbrella responsáveis por aperfeiçoar o T-Veronica — que unia o vírus Progenitor com o Retrovírus de uma formiga-rainha e DNA de plantas.
O reencontro é extremamente importante para os acontecimentos da franquia, pois a partir disso, Wesker prova seu valor como vilão número um da franquia até Resident Evil 5.
Na época de pré-lançamento de Resident Evil 5, a comunidade ficou decepcionada com uma foto de Chris no túmulo de Jill. A imagem foi lançada em uma revista e levantou muitas suspeitas sobre a morte da heroína.

Todavia, mais tarde, descobrimos no DLC “Lost in Nightmares” que a dupla de agentes da BSAA estava em uma missão em busca de Wesker. Na conclusão da expansão, Jill e o vilão caem de um penhasco e são dados como mortos.
Durante os acontecimentos do quinto game, é revelado que, na verdade, Jill está viva e sob o controle de Wesker. O plot twist aliviou uma boa parcela dos fãs na época.
A cena não precisa de explicações, afinal, é Chris Redfield socando uma pedra gigantesca com a força do próprio ódio dentro de um vulcão.
Resident Evil Village é o próximo grande lançamento da franquia. Será que o game virá recheado de momentos tão icônicos quanto os da lista? O lançamento está previsto para o dia 7 de maio deste ano.
Gostou da lista, caro leitor? Tem alguma cena de sua preferência que ficou de fora? Comente na sessão abaixo!
Fonte: Resident Evil
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