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“Slc num compensa”: Estes são os piores jogos de PS5 em 2025 até agora

Nem todo lançamento foi digno de upgrade no PS5. Alguns escorregaram feio e decepcionaram até os mais otimistas

Nem só de sucessos como Clair Obscure, Death Stranding 2 e Split Fiction vive o PlayStation 5. Enquanto alguns títulos encantam com narrativas épicas e jogabilidade refinada, outros tropeçam feio e acabam frustrando os jogadores. Seja por bugs, falta de polimento ou promessas vazias, a verdade é que 2025 já nos trouxe algumas belas decepções. Listamos abaixo os 11 jogos mais mal avaliados do ano até agora, organizados do “menos pior” ao “mais sofrido”, com base no Metascore.

1. Finding Frankie — Nota 64

Com uma proposta narrativa interessante sobre mistérios e convites secretos, Finding Frankie até tentou entregar uma história envolvente. No entanto, foi criticado por sua progressão arrastada e mecânicas repetitivas. Ainda assim, ficou no topo da lista por ao menos tentar algo diferente.

2. MACROSS: Shooting Insight — Nota 64

A icônica franquia de mechas voltou com um shooter cheio de ação, mas ficou devendo em execução. Gráficos datados, ritmo desbalanceado e uma campanha sem sal fizeram Shooting Insight decepcionar os fãs de longa data.

3. EDENS ZERO: — Nota 64

Baseado na obra de Hiro Mashima, o RPG de ação mobile convertido para consoles não empolgou. Com mecânicas simplificadas e pouco conteúdo realmente novo, EDENS ZERO ficou aquém até para os fãs do anime.

4. Big Helmet Heroes — Nota 61

Apesar do visual cartunesco carismático e proposta de combate simples, Big Helmet Heroes pecou pela repetitividade e falta de desafio. A simplicidade virou um fardo com poucas opções para evoluir a experiência.

5. Death end re;Quest Code Z — Nota 58

A série Death end re;Quest sempre foi conhecida por misturar RPG com visual novel, mas nesta sequência a história convoluta, o excesso de texto e os gráficos desatualizados não convenceram. Foi um passo para trás para a franquia.

6. Star Wars Episode I: Jedi Power Battles Remaster — Nota 55

A nostalgia da trilogia prequel não foi suficiente para salvar esse remaster. Jedi Power Battles marcou época no PS1, mas sua nova versão chegou com poucas melhorias, controles duros e visuais pouco inspirados. A Força definitivamente não esteve com esse lançamento.

7. Neptunia Riders vs. Dogoo — Nota 51

A série Neptunia sempre teve seu charme cult, mas Riders vs. Dogoo falhou em unir humor e ação. O game trouxe combates desconexos, direção artística cansada e mecânicas mal aproveitadas.

8. Hunter x Hunter: Nen Impact — Nota 51

A estreia de Hunter x Hunter nos jogos de luta era aguardada, mas acabou sendo um soco mal dado. O visual decepcionou, o balanceamento foi desastroso e a sensação geral foi de um produto apressado.

9. Captain Blood — Nota 49

Inspirado nos livros de Rafael Sabatini, o game prometia pirataria cinematográfica. Na prática, entregou controles truncados, gráficos pobres e uma campanha esquecível. O navio afundou antes de zarpar.

10. Ambulance Life: ER Emergency Simulator — Nota 44

Dos criadores de simuladores médicos anteriores, este aqui foi direto para a UTI. Ambulance Life pecou pela física esquisita, bugs constantes e falta de qualquer profundidade. Um desastre que não tem como ser salvo nem com desfibrilador.

11. MindsEye — Nota 30

A maior decepção do ano até agora. Vendido como um “thriller cinematográfico de ação”, MindsEye acabou virando piada. Cheio de bugs, IA quebrada e com uma narrativa rasa, o título virou símbolo de promessas não cumpridas em 2025. Um fiasco que ainda tenta ser consertado com atualizações, mas a confiança já foi.

Você jogou algum destes?

Se algum desses títulos te decepcionou (ou surpreendeu), conta pra gente nos comentários. A lista foi cruel, mas a verdade é que todo ano tem seus tropeços. Bora torcer para o segundo semestre trazer mais acertos do que derrapadas.

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Autor

foto do author do artigo Daniel dos Reis

Daniel dos Reis

CEO

Fundador MeuPlayStation, Daniel dos Reis é formado em Ciência da Computação com mais de 15 anos de atuação em tecnologia e games. Especialista no ecossistema Sony, acompanha a marca desde o primeiro console, unindo visão técnica e análise crítica para liderar uma das maiores comunidades de PlayStation do Brasil.

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