No Man's Sky, Final Fantasy XIV, Gran Turismo Sport, DriveClub e The Division
Alguns jogos começaram com o pé esquerdo e foram bombardeados por críticas, mas deram a volta por cima e se transformaram em grandes experiências.
Nessa lista, elencamos alguns títulos que “viraram o jogo”, recuperando-se com o tempo. Afinal, como dizia o Rocky Balboa: “A vida não é sobre quão duro você é capaz de bater, mas sobre quão duro você é capaz de apanhar e continuar indo em frente”.
Quando finalmente ficou disponível, o sistema online sofria com problemas constantes – o que era grave por conta da “experiência social compartilhada”. Além disso, as análises da época destacaram como a desenvolvedora abraçou o ordinário com eventos aleatórios e pouca motivação em conteúdo.
Ao longo dos anos, a Evolution Studios trouxe melhorias, correções, mais carros, diferentes opções de jogabilidade e um fabuloso sistema de chuva. A recuperação foi tão boa que até um DLC focado em motocicletas chegou a ser lançado.
Infelizmente, os servidores foram desligados em 2020.
The Division
The Division estreou com olhares bastantes desconfiados. O trailer de anúncio impressionou os jogadores com uma ambientação pós-apocalíptica violenta, mas a decepção com o lançamento de Watch Dogs havia calejado parte dos jogadores.
Quando o shooter estreou, os jogadores perceberam que o título estava quebrado. Havia bugs preocupantes, como os saves corrompidos e situações que danificavam o videogame. Além disso, muitas críticas giravam em torno de elementos in-game, como o sistema de loot, as Dark Zones e da repetitividade da jogabilidade.
Ao longo dos anos, a Ubi reformulou o game e transformou várias das suas mecânicas. O resultado foi bastante positivo a ponto de gerar uma sequência que possui uma base sólida de jogadores.
No Man’s Sky
No Man’s Sky sempre se definiu como excessivamente ambicioso, mas os olhos foram maiores que a barriga. O título chegou ao PS4 prometendo uma aventura espacial com infinitas possibilidades, multiplayer integrado, visuais gerados aleatoriamente e uma diversão profunda. Bom, infelizmente, isso não foi entregue.
O game não foi lançado com multiplayer, os universos gerados proceduralmente possuíam muitos elementos em comum e toda a diversão ficou aquém do esperado.
Porém, a Hello Games demonstrou uma tremenda disposição ao lançar conteúdos para o jogo a ponto de transformá-lo em outra experiência. No Man’s Sky conta com multiplayer, mecânicas bacanas, veículos, elementos de personalização profundos e traz uma diversão digna de experimentar.
Final Fantasy XIV
O lançamento de Final Fantasy XIV foi um marco…negativamente. Diversas análises destacaram que o MMORPG era “injogável diante de tantos problemas de desempenho, decisões erradas de design e uma falta de cuidado na produção”.
A recepção do game foi tão crítica que o diretor Naoki Yoshida reformulou toda a equipe de desenvolvimento e recomeçou o jogo do zero. A estreia de “Realm Reborn” redefiniu os futuros passos do título: conteúdo massivo de alta qualidade entregue com uma boa frequência.
O MMORPG tornou-se um fenômeno entre os fãs do gênero e continua angariando novos adeptos. Inclusive, a Square Enix já até trouxe o multiplayer para o PlayStation 5 e continua dando suporte.
Gran Turismo Sport
Gran Turismo foi Sport faria sua estreia na oitava geração com foco em ser mais competitivo em campeonatos online, mas o ABS não funcionou como deveria e o jogo derrapou na primeira curva.
A ausência de um modo carreira tradicional foi muito sentida pelos fãs, além da falta de conteúdos.
Depois de um tempo, a Polyphony Digital fez o jogo pegar no tranco, com conteúdos mensais como pistas, veículos, modos, quase um modo carreira e mais. Só faltou a chuva, mesmo assim foi uma bela corrida de recuperação.
Cyberpunk 2077 vai entrar na lista?
Bem, a CD Projekt RED está correndo atrás do prejuízo. Cyberpunk 2077 estreou com muitos problemas de desempenho e bugs e o foco da companhia tem sido a correção geral da experiência.
Assim como em The Witcher, os novos conteúdos planejados também poderão agregar bastante ao jogo.
As expectativas para que o projeto se recupere são grandes, afinal, há muito potencial na proposta. É esperar para ver!
E você, conhece mais jogos que se recuperaram com o passar do tempo através de atualizações? Compartilhar conosco nos comentários!
Produtor de conteúdo em vídeo no MeuPlayStation, com atuação voltada à cobertura de jogos e tendências da indústria. Tem preferência por experiências narrativas e franquias marcantes, como The Witcher 3, Metal Gear Solid, God of War e Marvel’s Spider-Man, trazendo uma visão próxima da comunidade e do dia a dia dos jogadores.
Em entrevista ao MeuPlayStation, Oscar Lopez, veterano com mais de 20 anos de Infinity Ward, explica como o estúdio cria seus mapas, equilibra a jogabilidade e decide quais reclamações dos jogadores realmente precisam de atenção
Ao combinar kung fu, wuxia, fantasia, tecnologia, cinema e anime, a S-GAME quer transformar Phantom Blade Zero no ponto de partida de um conceito tão reconhecível quanto cyberpunk e steampunk
Modalidade transforma os dias restantes de Soul em um sistema de vidas, usa a dificuldade e obriga o jogador a reiniciar toda a campanha caso o contador chegue a zero
Phantom Blade Zero aposta em combate técnico, exploração e RPG para criar uma identidade além das comparações com soulslikes
Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você está ciente dessa funcionalidade. Informamos ainda que atualizamos nosso
Aviso de Privacidade. Conheça nosso Portal da Privacidade e veja o nosso novo Aviso.