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Desde um jovem espartano até um pai viúvo, Kratos viveu muito ao longo dos anos
A saga de Kratos em God of War atravessa gerações, mitologias e guerras divinas, construindo uma das narrativas mais intensas da história dos games. Com vários lançamentos ao longo dos anos, pode ser fácil se perder um pouco no enredo.
Com o auxílio da timeline do site norte-americano IGN, nós reunimos os principais jogos em uma linha do tempo. Conheça abaixo todas as principais aventuras de Kratos passando pela Grécia até chegar no fim dos tempos da Era Nórdica.
O jogo mais recente da franquia é, cronologicamente, o primeiro da linha do tempo. Sons of Sparta funciona como um prelúdio, acompanhando o jovem Kratos e seu irmão Deimos durante o brutal treinamento espartano.
A narrativa aprofunda a relação entre os irmãos e mostra os primeiros traços da fúria que marcaria o Fantasma de Esparta. Diferente da fórmula tradicional da série, o gameplay adota uma estrutura inspirada em metroidvania retrô, mas mantém o foco na construção do passado de Kratos.

Primeiro capítulo da cronologia original grega, Ascension mostra os eventos que ocorrem meses após Kratos ser manipulado por Ares a matar sua própria esposa e filha.
Consumido pelo trauma, Kratos rompe o juramento feito ao deus da guerra. Como punição, passa a ser caçado pelas Fúrias, entidades encarregadas de punir traições divinas. Ao derrotá-las, ele se liberta do vínculo com Ares, mas permanece devastado pela culpa, abandonando sua antiga vida espartana.

Ambientado durante os dez anos de servidão de Kratos aos deuses, cinco anos antes do primeiro God of War, o jogo mostra o espartano cumprindo ordens na esperança de se livrar das visões de seu passado.
A missão principal envolve resgatar Helios do submundo a pedido de Atena. Lá, Kratos confronta Perséfone, que lhe oferece a chance de reencontrar sua filha. O conflito emocional entre permanecer ao lado dela ou salvar o mundo marca o centro da narrativa, culminando em mais um sacrifício pessoal.

Cerca de dez anos após Ascension, Kratos está próximo do fim de sua servidão aos deuses quando recebe uma última tarefa: derrotar Ares e salvar Atena.
Para isso, ele precisa obter a Caixa de Pandora. Após atravessar o inferno e enfrentar inúmeros desafios, Kratos derrota Ares. Mesmo assim, o peso da culpa permanece. Ao tentar tirar a própria vida, é salvo por Atena, que o eleva ao trono do Olimpo, tornando-o o novo Deus da Guerra.
O jogo também revela seu passado como capitão espartano que, à beira da derrota contra bárbaros, ofereceu sua alma a Ares em troca de poder, recebendo as Lâminas do Caos e selando seu destino.

Situado entre God of War e God of War 2, o jogo aprofunda o passado familiar de Kratos.
Ele parte em busca de sua mãe e reencontra seu irmão Deimos, sequestrado na infância pelos deuses por causa de uma profecia. Após confrontarem Thanatos, o deus da morte, Kratos vence, mas perde o irmão. A tragédia intensifica ainda mais seu ódio contra o Olimpo.

Parte oficial do cânone, Betrayal mostra os deuses cada vez mais incomodados com a violência de Kratos.
Após ser acusado injustamente pela morte de Argos, criatura ligada a Hera, Kratos desafia novamente o Olimpo. Zeus envia um mensageiro para detê-lo, mas o confronto termina em mais sangue. O desfecho prepara o terreno para a vingança de Zeus em God of War 2.

Agora como Deus da Guerra, Kratos continua sua campanha de destruição, ignorando os alertas de Atena. Zeus intervém e o mata.
Salvo por Gaia, mãe dos Titãs, Kratos viaja ao Submundo e busca as Irmãs do Destino para alterar sua morte. Após tomar controle do Tear do Destino, descobre sua verdadeira origem e convoca os Titãs do passado para invadir o Olimpo, iniciando a guerra definitiva.

Continuação direta do segundo jogo, God of War 3 conclui a saga grega.
Kratos e os Titãs atacam o Olimpo, mas a guerra resulta na destruição do mundo. Traído novamente e lançado ao Submundo, ele retorna para eliminar definitivamente Zeus. No fim, ao perceber o caos causado por sua vingança, Kratos se sacrifica para liberar a esperança à humanidade.

Anos após os eventos na Grécia, Kratos vive em Midgard ao lado do filho Atreus. A jornada começa com o desejo de cumprir o último pedido de Faye: espalhar suas cinzas no pico mais alto dos Nove Reinos.
No caminho, pai e filho enfrentam figuras da mitologia nórdica como Baldur, Freya e os filhos de Thor. A história gira em torno de paternidade, identidade e segredos do passado. Ao final, o mundo entra em Fimbulwinter, prenúncio do Ragnarök.

Ambientado três anos depois, Ragnarök mostra os Nove Reinos à beira do fim. Kratos e Atreus enfrentam Odin e Thor enquanto tentam sobreviver ao destino profetizado.
Com maior foco em Atreus e suas origens, a narrativa amplia o escopo da guerra contra Asgard e explora escolhas, legado e redenção. O desfecho encerra o arco nórdico, mas deixa espaço aberto para novos capítulos na história de God of War.

E aí qual é o seu God of War favorito?
Fonte: IGN
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