Phantom Blade Zero terá vários níveis de dificuldade
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Especialista detalha novo portátil da Sony e dá dicas para aproveitar melhor o equipamento sem perder em consistência
Poucos dias após ter seu lançamento no mercado internacional, o PlayStation Portal foi analisado pela equipe do Digital Foundry. Especialistas comentaram sobre uma série de detalhes do dispositivo e trouxeram recomendações para quem deseja utilizá-lo de forma mais consistente.
De acordo com o jornalista Richard Leadbetter, o equipamento é um “ótimo kit”. Fundamentalmente, ele consiste em um DualSense “cortado ao meio”, onde todos os recursos do controle, como o feedback tátil e os gatilhos adaptáveis, estão inseridos como tecnologias nativas.
Além disso, o display LCD de 8″ do PlayStation Portal traz uma experiência de “reprodução de cores profundas”, com estética “agradavelmente brilhante e vibrante”. Além disso, sua bateria, que leva de 2,5h para ser totalmente carregada, duraria até 5h em um jogo com pouco uso das funcionalidades.
O hardware do dispositivo também parece agradar, visto que consiste em um Remote Play bem apresentado, mas com um sistema completo de PS5. Porém, algumas inconsistências envolvendo conectividade e estabilidade podem atrapalhar o gameplay de quem busca um portátil mais sólido.
Segundo o Digital Foundry, o PlayStation Portal sofre com quedas de frames, com atrasos na conexão e com uma “natureza básica de streaming”. O modelo também seria impactado pelas oscilações de rede, visto que ele só funciona quando há uma internet estável.

Por fim, a análise pontuou a ausência de ferramentas de diagnóstico, a falta de suporte para fones Bluetooth e problemas em alguns conjuntos de recursos como determinantes para gerar um produto dispensável para quem deseja jogar PS5 apenas em casa.
Leadbetter recomenda que donos de um PlayStation Portal utilizem o dispositivo o mais próximo possível das fontes de rede. Com isso, o sinal mais forte garantiria a correção de uma potencial latência e de perdas de dados.
O Digital Foundry também sugere conhecer as especificações do dispositivo. O manual, apesar de não ser bem detalhado, traz informações cruciais sobre restrições e pode ajudar durante as etapas de configuração e, consequentemente, no uso diário sob as mais diversas circunstâncias.
E caso você esteja pretendendo adquirir um console portátil, mas tenha dúvidas se o modelo da Sony vá realmente funcionar em sua rede, basta baixar o app do Remote Play. Ele traz indícios precisos de compatibilidade com os dados locais e definirá o nível de expectativa para a experiência.
Confira abaixo o vídeo de análise:
O PlayStation Portal segue sem previsão de lançamento no Brasil.
Fonte: Digital Foundry
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