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Produtor de Final Fantasy XVI responde críticas sobre falta de diversidade

Naoki Yoshida sugere que diversidade cultural implementada no RPG pode ser interpretada de várias formas

Produtor de Final Fantasy XVI responde críticas sobre falta de diversidade

Em novembro de 2022 (via The Gamer), comentários de Naoki Yoshida sobre a falta de diversidade em Final Fantasy XVI não foram bem recebidos. Agora, o produtor da Square Enix teve uma oportunidade de se explicar e detalhou como as diferentes culturas serão implementadas e interpretadas no RPG.

De acordo com entrevista ao GamesRadar+, diversos povos aparecerão no game como resultado de “muita pesquisa e investigação” sobre “sistemas de valores”. Apesar do elenco ser predominantemente eurocêntrico, outras culturas estarão “tecidas” em Valisthea, sendo designadas com “respeito e cuidado”.

“Gostaria de pedir aos jogadores que experimentem Final Fantasy XVI e vejam com seus próprios olhos a diversidade de valores que incluímos na criação do jogo”, comenta Yoshida.

Além disso, essas definições poderão levar os jogadores a diferentes interpretações, já que cada um tem “seus próprios pensamentos sobre o escopo e sua compreensão do termo”. Porém, o produtor não vê essa questão como algo negativo, mas sim como algo capaz de enriquecer o fundo narrativo do jogo.

Final Fantasy XVI será lançado em 22 de junho para PS5.

Dificuldade de Final Fantasy XVI foi influenciada por orgulho

Em entrevista recente, Naoki Yoshida confirmou que seu “orgulho gamer” influenciou a forma como os níveis de dificuldade serão apresentados em Final Fantasy XVI. Por não gostar de ser questionado sobre o desejo de facilitar os desafios, ele decidiu implementar apenas duas modalidades, onde uma será mais acessível devido à oferta de itens cosméticos. Clique aqui para saber mais.

Fonte: The Gamer

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André Custodio

Redator

Fã de jogos de terror e desbravador de soulslike vez ou outra. Consegui me livrar de FIFA por motivos pessoais (ruindade) e hoje me sinto uma pessoa melhor. Também curto platinas, mas não vou atrás de algo que me tira do sério.

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