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Yakuza Kiwami 3 deve ser “o fim da linha” para a saga

Diretor explicou um pouco mais sobre as possíveis mudanças no futuro

Yakuza Kiwami 3 deve ser

A RGG Studio indicou que Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties deve marcar o fim da linha Kiwami, encerrando o ciclo de remasterizações que modernizou os primeiros jogos da franquia. A informação veio do diretor Masayoshi Yokoyama, que afirmou em livestream que este provavelmente será o último título a receber o tratamento Kiwami, abrindo espaço para uma nova abordagem dentro do universo da série.

Em declaração feita durante uma transmissão do Ryusta TV, Yokoyama explicou que não espera que a franquia continue com o selo Kiwami daqui para frente. Segundo ele, um novo projeto deve nascer a partir desse encerramento, mas não como uma sequência direta no estilo Like a Dragon 9. A ideia seria iniciar “uma nova série em uma linha diferente, com um significado diferente”, embora o executivo não tenha detalhado exatamente o que isso representa.

Na transmissão ao vivo de hoje, Yokoyama anunciou que Kiwami 3 será o último jogo da série ‘Kiwami’ e que poderá dar início a uma nova linha de jogos.

Apesar do fim do rótulo Kiwami, isso não significa que Yakuza 4, 5 e 6 estejam descartados de futuras revisões. Pelo contrário, Yokoyama sugeriu que esses jogos ainda podem ser revisitados de outra forma, possivelmente em um formato distinto do modelo atual de remasterização expandida.

O contexto ajuda a entender a decisão. Yakuza Kiwami 3 vai além de um simples remaster, mas também não chega a ser um remake completo. O jogo traz ajustes narrativos, mudanças em personagens e até remoções de conteúdo.

Essas alterações levantaram especulações de que a franquia pode caminhar para uma espécie de nova linha do tempo, talvez com histórias inéditas que se ramifiquem a partir dos eventos do terceiro jogo, em vez de apenas versões polidas dos títulos antigos.

Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties: vale a pena?

Yakuza Kiwami 3 & Dark Ties é, acima de tudo, uma celebração do que a série faz de melhor. O pacote equilibra nostalgia e modernização ao resgatar um capítulo fundamental da trajetória de Kazuma Kiryu, ao mesmo tempo em que expande o universo com uma história original que aprofunda um dos antagonistas mais interessantes da franquia.  Não é um game revolucionário, porém é um refinamento muito bem-vindo de uma fórmula que continua funcionando. Confira nossa análise completa!

Fonte: The Gamer

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foto do author do artigo Raphael Batista

Raphael Batista

Produtor de conteúdo em vídeo no MeuPlayStation, com atuação voltada à cobertura de jogos e tendências da indústria. Tem preferência por experiências narrativas e franquias marcantes, como The Witcher 3, Metal Gear Solid, God of War e Marvel’s Spider-Man, trazendo uma visão próxima da comunidade e do dia a dia dos jogadores.

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