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Com visuais de JRPG, The Tale of Onogoro é confirmado para PS VR

Game foi originalmente lançado em março para Oculus Quest

Com visuais de JRPG, The Tale of Onogoro é confirmado para PS VR

A desenvolvedora japonesa AMATA KK anunciou The Tale of Onogoro para PS VR e SteamVR. Ainda sem janela de lançamento, o game já chegou ao Oculus Quest em 17 de março para o dispositivo da Sony e PC, sendo uma aventura sobrenatural com elementos de combate, quebra-cabeças e estratégia.

Com dublagem em inglês e japonês, e legendas em inglês, japonês, francês, espanhol, alemão e coreano, o título é uma experiência cinematográfica no estilo JRPG. Ambientado na era Taisho (1912-1926), ele fala das lendas folclóricas dos deuses — Kami — e da energia Ki, ao contar uma trama espiritual sobre a exploração da tecnologia a vapor na restauração da sociedade.

Para isso, The Tale of Onogoro implementa mecânicas de realidade virtual que permitem o controle das principais habilidades de uma entidade divina. Durante a campanha, o protagonista trabalhará ao lado de uma sacerdotisa para resolver quebra-cabeças, enfrentar inimigos colossais e proteger os cidadãos japoneses ao interagir com o mundo.

Saiba mais sobre The Tale of Onogoro

Leia em seguida a descrição de The Tale of Onogoro (via Oculus):

Experimente a comunicação com um personagem virtual em um título VR desenvolvido como “um jogo de aventura para a era da realidade virtual”. Trabalhe com Haru para desativar as grandes barreiras semelhantes a quebra-cabeças que bloqueiam seu caminho. O trabalho em equipe é fundamental, pois alguns objetos só podem ser usados ​​por um de vocês! Juntos, vocês descobrirão como dominar cada um dos gigantes “Kami”.

O que você achou da proposta do game? Pretende experimentá-lo em seu headset PS VR? Deixe suas impressões nos comentários.

Fonte: Gematsu

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André Custodio

Redator

Fã de jogos de terror e desbravador de soulslike vez ou outra. Consegui me livrar de FIFA por motivos pessoais (ruindade) e hoje me sinto uma pessoa melhor. Também curto platinas, mas não vou atrás de algo que me tira do sério.

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