Ex-Far Cry diz que liderar novo StarCraft é “ganhar na loteria”
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PS6 não utilizará integralmente a arquitetura RDNA 5 da AMD em sua GPU, segundo leaker.
Supostas novas informações sobre o próximo console da Sony começaram a circular após comentários do conhecido leaker KeplerL2. Segundo ele, o PS6 não utilizará integralmente a arquitetura RDNA 5 da AMD em sua GPU, apesar de incorporar diversas tecnologias modernas sob o capô.
Durante a discussão, ele também relembrou que o PS5 opera com uma base derivada da arquitetura RDNA 1, ainda que conte com aprimoramentos específicos para suportar ray tracing. Porém, a possível decisão de não adotar completamente a RDNA 5 no PS6 levanta questionamentos sobre como a escolha pode impactar desenvolvedores e jogadores, já que arquiteturas mais recentes costumam oferecer suporte mais robusto a recursos gráficos modernos.
Um exemplo citado em debates online envolve Warhammer 40,000: Space Marine 2. O jogo utiliza mesh shaders, tecnologia que apresentou desempenho mais consistente no Xbox Series X em comparação ao PS5. Isso ocorre porque as arquiteturas mais novas tendem a lidar melhor com esse tipo de recurso. Embora a RDNA 1 consiga trabalhar bem com primitive shaders, mesh shaders são mais beneficiados por arquiteturas mais recentes.
KeplerL2 também afirmou que o modelo doméstico do PS6 poderá contar com 30 GB de memória GDDR7, enquanto uma versão portátil teria 24 GB. A memória, segundo o vazamento, alcançaria velocidades de transferência de até 32 GB/s por módulo, organizados em blocos de 3 GB, totalizando largura de banda de até 640 GB/s por meio de um barramento de 160 bits. Caso se confirme, o salto seria significativo em relação aos 16 GB presentes no PS5 e no PS5 Pro.
Em relação à suposta versão portátil do PS6, há indícios de que a Sony esteja incentivando desenvolvedores a otimizar jogos para consumo reduzido de energia. O canal Moore’s Law is Dead relatou que a empresa estaria orientando estúdios a garantir que títulos possam rodar utilizando apenas oito threads de CPU, preparando terreno para um hardware menos potente, porém mais eficiente.
O leaker afirma ainda que a Sony considera 24 GB o mínimo necessário para o modelo portátil, mesmo com o impacto estimado de cerca de US$ 100 adicionais no custo de produção. A Sony também teria atualizado seu kit de desenvolvimento (SDK) para refletir essas prioridades, sugerindo que a companhia já estaria estruturando sua estratégia para múltiplos formatos de hardware na próxima geração.
Fonte: Gaming Bolt
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