MeuPlayStation | Tudo sobre PlayStation

Dragon Age: The Veilguard será baseado em missões, não em mundo aberto

BioWare decide retornar ao modelo de missões que deu certo no passado

Dragon Age: The Veilguard será baseado em missões, não em mundo aberto

A BioWare revelou que o design de níveis de Dragon Age: The Veilguard será baseado em missões, não em mundo aberto. Com isso, os jogadores devem conhecer novos cenários à medida que embarcam e aventuras principais e secundárias com sua equipe.

Durante uma conversa com o IGN, a diretora do RPG, Corinne Busche, comentou que o game deixará o formato de mundo aberto. Enquanto os jogadores exploram, será possível expandir áreas de missões, mas de forma “altamente selecionada”.

Sim, é um jogo baseado em missões. Tudo é tocado à mão, feito à mão e com uma curadoria muito elevada. Acreditamos que é assim que obtemos a melhor experiência narrativa, a melhor experiência momento a momento.

Porém, ao longo do caminho, esses níveis vão se abrindo e alguns deles têm mais exploração que outros. Caminhos alternativos, mistérios, segredos, conteúdo opcional que você encontrará e resolverá. Então ele abre, mas de forma altamente selecionada e baseada em missões.

Essa notícia reforça a estratégia em retornar para os modelos que deram certo, especialmente na trilogia Mass Effect. Além disso, indica que a empresa vem acompanhando o feedback da comunidade, após críticas ao Dragon Age Inquisition e ao Mass Effect Andromeda.

dragon age the veilguard
Fonte: BioWare

Dragon Age: The Veilguard está em desenvolvimento para PS5, Xbox Series e PC.

Dragon Age: The Veilguard terá cenas com nudez

O RPG da BioWare também contará com opções de relacionamento e com cenas de nudez. Ao longo da campanha, será possível se aproximar amorosamente de NPCs, seja para desenvolver amizade ou algo mais íntimo. Clique aqui para saber mais.

Fonte: Wccftech

Mais em Notícias

Autor

foto do author do artigo André Custodio

André Custodio

Redator

Fã de jogos de terror e desbravador de soulslike vez ou outra. Consegui me livrar de FIFA por motivos pessoais (ruindade) e hoje me sinto uma pessoa melhor. Também curto platinas, mas não vou atrás de algo que me tira do sério.

Mais artigos de André Custodio

icone representando um redirecionamento para outra pagina
Comunicar erro no artigo

Notícias