Unbound: novo estúdio de Mikami agora é da Shift Up
A Shift Up confirmou a aquisição da Unbound, novo estúdio criado por Shinji Mikami, veterano do terror nos games.
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O Razer BlackShark V3 Pro chegará como um dos headsets mais completos da marca em anos, mas o preço...
O Razer BlackShark V3 Pro chega como um dos headsets mais completos da marca em anos, reforçando a identidade da linha com foco absoluto em desempenho competitivo, agora com um pacote técnico que o coloca entre os modelos premium mais versáteis do mercado. Ele aposta em estrutura leve, hastes metálicas resistentes e um isolamento acústico passivo bem acima da média. Com um visual preto especial para o PS5, combina a performance com a beleza.
As conchas ovais revestidas em couro sintético oferecem encaixe suave, e a distribuição de peso é tão equilibrada que, em várias sessões de uso, a sensação é de quase não estar usando um headset. No coração do modelo estão os drivers Razer TriForce Titanium de 50 mm, que trabalham de forma independente nas frequências baixas, médias e altas, um diferencial na linha BlackShark.
O resultado é um som muito limpo, com graves controlados, médios mais presentes, além deagudos cristalinos, favorecendo tanto a imersão quanto a precisão espacial. Os graves não são exagerados, o que é bastante positivo para jogos competitivos, até porque eles ainda entregam impacto quando necessário.
“O headset para Esports em que os profissionais mais confiam evolui para garantir seu domínio. Fique à frente da concorrência com nosso mais avançado headset ANC sem fio de Esports para PS5 – o Razer BlackShark V3 Pro for PlayStation. Atualizado com a tecnologia sem fio de latência ultrabaixa líder do setor e um microfone de banda completa, a vitória está praticamente garantida”, descreve a Razer.
O headset também conta com o Razer HyperSense, sistema de feedback tátil que converte frequências sonoras em vibrações de resposta rápida. A tecnologia evoluiu desde seus modelos anteriores, agora mais precisa e menos intrusiva. Explosões, recargas, impactos e até trilhas sonoras ganham uma camada extra de imersão que, embora possa dividir opiniões, funciona de forma surpreendentemente natural depois de alguns minutos.
Outro salto significativo está no microfone destacável Razer HyperClear Super Wideband, com captura em espectro ampliado e transmissão de voz com clareza próxima à de microfones dedicados. A diferença é perceptível em chamadas, streams e partidas cooperativas. A captação reduz ruídos externos e mantém fidelidade mesmo em ambientes mais movimentados.
Em conectividade, o BlackShark V3 Pro vem com Razer HyperSpeed Wireless de baixa latência, oferecendo estabilidade sólida tanto no PC quanto em consoles. O Bluetooth multiponto permite alternar rapidamente entre dispositivos, e o cabo USB-C expande possibilidades para quem prefere conexão direta ou quer usar enquanto carrega. A bateria, segundo a Razer, pode chegar a até 70 horas com uma única carga, dependendo do uso do HyperSense e da iluminação.
Na prática, o headset se mostrou consistente em diferentes gêneros e ambientes sonoros. Testei em jogos como EA Sports FC 26, Marvel Rivals, Fortnite, Call of Duty: Warzone e Silent Hill F, e a performance se manteve impressionante em todos. Em títulos competitivos de tiro, o posicionamento sonoro é preciso — passos, tiros e movimentações laterais são fáceis de identificar, ajudando na tomada de decisão.
No futebol, a imersão fica ainda maior. Dá para ouvir com mais nitidez a torcida, criando uma atmosfera que fica ainda melhor do que o normal. Em experiências mais narrativas, como Silent Hill F, a ambientação ganha corpo graças ao palco sonoro amplo e aos detalhes bem distribuídos.
O conforto também merece destaque. Mesmo em sessões de três ou quatro horas, a pressão do arco e a leveza do conjunto fazem uma diferença real. Em vários momentos, especialmente em jogos mais tranquilos, o headset praticamente desaparece da percepção física, algo raro para modelos wireless com driver de 50 mm.
No conjunto, o BlackShark V3 Pro combina o que o usuário competitivo precisa, precisão sonora, microfone excepcional e baixa latência, com elementos típicos de produtos premium: conforto prolongado, imersão elevada e construção que transmite durabilidade. É um pacote robusto, moderno e bem equilibrado, que consolida o headset como um dos melhores lançamentos da Razer em sua categoria.
A grande questão, porém, é o quanto custa para ter isso tudo. Recém-lançado nos EUA, onde custa US$ 249,99, o acessório deve chegar ao Brasil apenas no ano que vem e com preço na casa dos R$ 2,6 mil. Ou seja, algo que ficará muito restrito apenas a quem tem bastante dinheiro (ou, de fato, é um profissional de esports). Uma pena, já que ele leva a experiência de áudio do PS5 a outro patamar.
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