Estúdio de Samson declara falência e coloca direitos do jogo à venda
Liquid Swords encerra suas atividades após dificuldades financeiras; futuro do jogo no PS5 segue indefinido
MeuPlayStation | Tudo sobre PlayStation
Versão atual do Projeto de Lei 2796/2021 foi construída com a participação ativa do setor e já havia sido aprovada pela Comissão de Educação do Senado Federal
A Abragames (Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Digitais) defende a manutenção do substitutivo do Marco Legal dos Games e refuta a emenda proposta pelo Senador Irajá (PSD-TO), protocolada na manhã desta quarta-feira, 13, em Brasília.
Após um longo debate no ano passado, a indústria nacional de jogos eletrônicos – representada pela própria Abragames e pelas associações regionais – comemorou a aprovação da PL 2.796/2021 pela Comissão de Educação do Senado Federal, em 27 de fevereiro desse ano.
+ ✅Clique aqui para seguir o novo canal de Ofertas do MeuPlayStation
Hoje (13), no dia marcado para o Plenário votar a matéria do Marco Legal dos Games, a nova emenda proposta foi apresentada para tentar atrasar e barrar todo o processo, alegando que o texto cria incentivos fiscais para a indústria de desenvolvimento de games.
“A proposta do Senador Irajá não faz sentido. O setor de games não entra em leis de incentivo a partir do PL 2796, pois já está inscrito na Lei Rouanet há mais de 10 anos e em outras, como a Lei Paulo Gustavo, muito antes do Marco Legal dos Games”, afirma Carolina Caravana, vice-presidente da Abragames. “O projeto de lei como está não gera impacto econômico para a Federação”.

O texto atual do Marco Legal dos Games foi uma construção da relatoria da senadora Leila Barros e do senador Flávio Arns que, proativamente, consultaram diversas entidades da indústria de desenvolvimento de jogos eletrônicos, como a Abragames. Tal iniciativa foi essencial para diagnosticar o momento atual do segmento, entender suas principais necessidades e obter a real ideia do tamanho da indústria brasileira.
“Como representante do setor, a Abragames acredita que a aprovação do atual texto do Marco Legal dos Games refletirá o entendimento perante a legislação brasileira de que a atividade de desenvolvimento de games é uma das maiores indústrias do entretenimento cultural e audiovisual. Inclusive, sendo importante em outras verticais que vão além do entretenimento, como a educação, saúde e simulação”, destaca Rodrigo Terra, presidente da Abragames.
O Senador Irajá, que protocolou a emenda nessa manhã, foi o relator de uma versão anterior do PL 2796/2021, que causou grande preocupação nas entidades do setor à época.
A Abragames entende que tal texto levava em consideração definições atrasadas e questões específicas de apenas um subgênero, o de Fantasy Games, que é apenas um nicho dentro da indústria — e que, pela forma como era descrito no texto anterior, poderia abrir espaço para apostas (bet) disfarçadas em “forma de videogames”.

O que você acha dessa discussão sobre o Marco Legal dos Games? Acredita que essa emenda daria espaço para o mercado de apostas? Comente!
Mais em Notícias
Liquid Swords encerra suas atividades após dificuldades financeiras; futuro do jogo no PS5 segue indefinido
Segundo estimativas da Alinea Analytics, Tsushima está na frente de Yōtei em receitas e cópias vendidas
Jogo deve ser anunciado oficialmente em evento da Xbox no dia 20 de outubro
Digital Foundry analisa trailer de lançamento de GTA VI e sugere que bug em animações foi corrigido
Oferta é válida para novos assinantes ou para usuários que estão retornando ao serviço de streaming
CD Projekt RED quer contar uma nova história no universo de Cyberpunk
Alguns dos detalhes já foram revelados, como a chegada de uma nova dificuldade e a possibilidade de fazer carinho em animais
Moradores locais filmam carros percorrendo a cidade e conteúdos viralizam na web
K.I.T.T. faz todos os tipos de acrobacias em trailer explosivo do novo game
Popular shooter de PC está a caminho do PS5 com direito a um alfa gratuito