Jogamos Saros e isso mudou nossa expectativa: 10 pontos importantes
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A mudança só ocorrerá após o FIFA 23, mas a expectativa para os amantes do esporte em torno da próxima empreitada da EA é alta
Depois do FIFA 23, começará a era do EA Sports FC. A Electronic Arts e a FIFA optaram por dar um fim à parceria de 30 anos e cada uma das companhias irá seguir o seu caminho. Como a publisher revelou que conquistará uma maior liberdade criativa com a mudança, grandes novidades podem surgir no futuro.
Além da manutenção dos acertos dos últimos anos, a comunidade já pensa na questão das licenças e possíveis melhorias no gameplay e outros aspectos do game. Afinal de contas, a editora atualmente cuida do maior jogo de futebol do mercado.
Pensando nisso, a equipe do MeuPlayStation elaborou uma lista com melhorias que queremos ver em EA Sports FC. Seja você um fã de longa data ou recém-chegado à franquia, deve se identificar com alguns dos pontos citados abaixo. Confira:
Ainda no FIFA 10, os jogadores conseguiam ter um impacto maior nas finanças do clube no Modo Carreira. Era possível escolher patrocinadores, preço dos ingressos e ter mais influência em demais setores da equipe. Atualmente, mesmo com a evolução da franquia, isso não está disponível.
No FIFA 22, as negociações estão mais realistas e os técnicos até se encontram para discutir transferências, no entanto, muitos fatores parecem estar engessados. Entregar mais controle à comunidade nos aspectos citados quando EA Sports FC estiver entre nós seria uma boa ideia.
As negociações envolvendo direitos de imagem tiraram os atletas brasileiros da série FIFA. Desde o FIFA 14, não é possível jogar com todas as equipes do Campeonato Brasileiro e seus elencos oficiais, e mais recentemente, até a Seleção Brasileira foi afetada.
Com a chegada do EA Sports FC o panorama não muda tanto assim. Vários clubes são patrocinados ou exclusivos da Konami, ou seja, a menos que a CONMEBOL conquiste esse direito sobre os atletas das competições internacionais, será difícil contar com times autênticos da 1ª e 2ª divisão.
Algumas ligas e vários clubes já demonstraram apoio ao EA Sports FC desde o dia do seu anúncio, mas ainda há uma expectativa em torno das licenças do jogo. Esperamos que os jogadores e clubes que estão atualmente sigam “in the game” e que venham ainda mais – não somente os brasileiros.
A EA Sports tem um sério problema com balanceamento. FIFA 22 se mostrou um dos melhores da franquia no início, mas o que mais temíamos, e citamos em nossa review, aconteceu:
Esperamos apenas que não venha uma atualização para mudar tudo, como já aconteceu outras vezes.
Essa atualização veio e as principais qualidades do jogo no início acabaram se perdendo, e isso não foi uma realidade encontrada após inúmeros patches, não. O game lançado no final de setembro já tinha um gameplay totalmente diferente em novembro.
Enfim, ficamos na esperança para que com EA Sports FC, isso não aconteça e o game cumpra as expectativas — tanto do público, quanto da editora.
A EA conseguiu entregar várias maneiras de se obter as melhores cartas do Ultimate Team sem a necessidade de investir um tempo absurdo ou dinheiro de verdade no FIFA. O número de pacotes oferecidos na conclusão de desafios atualmente supre os clubes com os recursos necessários.
Desde que a recuperação do vigor dos atletas gastando cartas deixou de existir e a recuperação deles passou a ser automática após o término das partidas, a experiência geral no UT melhorou bastante. Porém, ainda é possível entregar melhores condições.
O número de exploits explorados pela comunidade preocupou no início do FIFA, mas a EA prontamente resolveu grande parte deles. Em EA Sports FC, caso tais medidas continuem, a publisher pode encantar um público ainda maior com a proposta de montar seu próprio Dream Team.
O modo Pro Clubs não recebe o devido tratamento por parte da EA — e pelo jeito deve seguir assim por muito tempo. Ao longos dos últimos anos, pequenas melhorias como deixar uma build pronta para mais posições e a criação do próprio uniforme foram ótimas, no entanto, outros aspectos ainda deixam a desejar.
O controle dos goleiros piorou depois do FIFA 20, os uniformes seguem causando certo conflito mesmo com os capitães selecionando cores diferentes antes das partidas e o modo passou a ser um playground de avatares com menos de 1,68 disputando corrida. Uma pena, né?
Mudanças como a disponibilidade de um banco de reservas, melhorias na conexão entre as equipes, e quem sabe até uma competição nos moldes do FUT Champions para a comunidade se divertir com os amigos agitem as coisas.
Quem sabe com o EA Sports FC as coisas não melhorem, certo?
Até o FIFA 12, a comunidade tinha acesso ao Creation Centre. Lá, era possível compartilhar jogadores e elencos personalizados, baixá-los no game, e aproveitar nas jogatinas offline. Esse tipo de conteúdo editado pelos fãs acabou sumindo após a edição.
Como a publisher pretende trazer inovações para EA Sports FC, olhar para o passado da franquia não é uma má ideia. Recursos como esse fazem falta, principalmente pela ausência dos clubes brasileiros e atualizações não tão rotineiras — mas eficientes — nos kits dos times e faces dos atletas.
O modo Ultimate Team roubou a cena, isso é inegável. No entanto, depois do lançamento da campanha de Alex Hunter e as inovações no modo carreira, pouco se fez para melhorar a jogatina de quem ainda prefere se divertir offline.
Apesar de ter forçado uma interação com o UT e modo carreira em edições passadas — lembram dos níveis da conta que agora viraram os objetivos? —, o surgimento do EA Sports FC pode trazer novidades para esse público que não aderiu ao multiplayer.
Antes de EA Sports FC, a publisher prometeu um FIFA 23 “mais expansivo que nunca”. Quem sabe parte das novidades que aparecerão no novo jogo não façam a estreia já na próxima edição, certo? Até lá, ficamos na expectativa. Saiba mais sobre o EA Sports FC aqui!
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