Sony lista 19 jogos “imperdíveis” que chegam ao PS5 ainda em 2026
Wolverine, GTA VI, Phantom Blade Zero e mais lançamentos ainda em 2026
Jogamos as primeiras horas de Dying Light: The Beast e compartilhamos alguns dos elementos que mais chamaram a atenção no game
Com estreia marcada para agosto de 2025, Dying Light: The Beast promete ser tanto uma volta às origens da série quanto uma nova evolução em sua história. A convite da Techland, conferimos as quatro primeiras horas do jogo e demos os primeiros passos em seu mundo aberto.
E, baseado no que jogamos até agora, criamos uma lista com algumas das coisas que mais chamaram a nossa atenção na nova aventura! Confira nossa seleção e aproveite a sessão de comentários para compartilhar suas expectativas sobre o jogo e o que você gostaria de ver nele.
Com Dying Light: The Beast, a Techland decidiu seguir o ditado que diz que menos pode ser mais. Embora o mapa do jogo seja menor do que o de Dying Light 2, ele funciona melhor e consegue ser mais variado. Além de cidades, passamos por florestas, cavernas e pequenos acampamentos com características bem variadas e interessantes. Assim, o jogo permaneceu interessante, sem ficar com aquela sensação chata de inchaço nos cenários.

Uma das principais novidades do jogo é o Modo Fera, que transforma o protagonista em uma verdadeira máquina assassina. No entanto, ele não resolve tudo, nem pode ser considerado um atalho fácil para matar chefes. Enquanto o poder especial é ótimo para acabar com zumbis mais fracos, você ainda vai ter que aprender a dominar o sistema de combates se quiser sobreviver.

Presentes em Dying Light: The Following, os veículos automotivos fazem um retorno em The Beast. No entanto, eles devem ser considerados mais um atalho para locais distantes do que uma mudança de foco para o jogo. Em outras palavras: você ainda vai passar mais tempo fazendo parkour e correndo que atrás de um volante.

Os combates ainda são importantes no novo jogo da série, mas não podem ser considerados o seu foco. Como são poucas as armas disponíveis e elas quebram rápido, muitas vezes a melhor solução vai ser evitar combates e planejar bem suas rotas de fuga. Em compensação, a exploração continua sendo um elemento forte e o parkour em primeira pessoa se tornou ainda mais flexível e divertido.

Dying Light: The Beast tem zumbis, gangues de humanos e alguns sustos. No entanto, ele não é um jogo de terror. A experiência criada pela Techland é muito mais sobre gerenciar recursos e explorar ambientes do que sobre ficar tenso, o que ajuda a dar uma cara única para ela. Assim, se você é daqueles que não se sente confortável com um terror tradicional, ainda vale a pena dar uma chance para a experiência.
Mais em Listas
Wolverine, GTA VI, Phantom Blade Zero e mais lançamentos ainda em 2026
Top 10 do Metacritic traz vários empates, com muitos games formando a lista
FC 26, eFootball e mais: em clima de Copa, Sony lista títulos de futebol na PS Store
Persona 6, Spyro: A Real Beyond... muitos games foram anunciados para PS5 neste domingo (07)
Vários detalhes sobre o novo título da Santa Monica foram revelados
State of Play, Xbox Showcase, Summer Game Fest... junho está logo ali
Títulos promissores que você pode ter deixado passar
De aventuras relaxantes até RPGs caóticos, selecionamos jogos divertidos e com platinas acessíveis para você fechar antes do domingo acabar
007, Batman... tem muitas novidades vindo por aí
Nova engine, mais personagens, histórias inéditas... vem muita coisa por aí em Resynced