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5 coisas que chamaram nossa atenção em Dying Light: The Beast

Jogamos as primeiras horas de Dying Light: The Beast e compartilhamos alguns dos elementos que mais chamaram a atenção no game

5 coisas que chamaram nossa atenção em Dying Light: The Beast

Com estreia marcada para agosto de 2025, Dying Light: The Beast promete ser tanto uma volta às origens da série quanto uma nova evolução em sua história. A convite da Techland, conferimos as quatro primeiras horas do jogo e demos os primeiros passos em seu mundo aberto.

E, baseado no que jogamos até agora, criamos uma lista com algumas das coisas que mais chamaram a nossa atenção na nova aventura! Confira nossa seleção e aproveite a sessão de comentários para compartilhar suas expectativas sobre o jogo e o que você gostaria de ver nele.

1 – Um mundo menor, mas que funciona melhor

Com Dying Light: The Beast, a Techland decidiu seguir o ditado que diz que menos pode ser mais. Embora o mapa do jogo seja menor do que o de Dying Light 2, ele funciona melhor e consegue ser mais variado. Além de cidades, passamos por florestas, cavernas e pequenos acampamentos com características bem variadas e interessantes. Assim, o jogo permaneceu interessante, sem ficar com aquela sensação chata de inchaço nos cenários.

Dying Light: The Beast - exploração

2 – O Modo Fera não resolve tudo

Uma das principais novidades do jogo é o Modo Fera, que transforma o protagonista em uma verdadeira máquina assassina. No entanto, ele não resolve tudo, nem pode ser considerado um atalho fácil para matar chefes. Enquanto o poder especial é ótimo para acabar com zumbis mais fracos, você ainda vai ter que aprender a dominar o sistema de combates se quiser sobreviver.

Dying Light: The Beast - personagem principal

3 – Os veículos têm uso limitado

Presentes em Dying Light: The Following, os veículos automotivos fazem um retorno em The Beast. No entanto, eles devem ser considerados mais um atalho para locais distantes do que uma mudança de foco para o jogo. Em outras palavras: você ainda vai passar mais tempo fazendo parkour e correndo que atrás de um volante.

Dying Light: The Beast - veículos

4 – Mais equilíbrio entre ação e exploração

Os combates ainda são importantes no novo jogo da série, mas não podem ser considerados o seu foco. Como são poucas as armas disponíveis e elas quebram rápido, muitas vezes a melhor solução vai ser evitar combates e planejar bem suas rotas de fuga. Em compensação, a exploração continua sendo um elemento forte e o parkour em primeira pessoa se tornou ainda mais flexível e divertido.

Dying Light: The Beast - lootear

5 – Dying Light: The Beast não é um jogo de terror

Dying Light: The Beast tem zumbis, gangues de humanos e alguns sustos. No entanto, ele não é um jogo de terror. A experiência criada pela Techland é muito mais sobre gerenciar recursos e explorar ambientes do que sobre ficar tenso, o que ajuda a dar uma cara única para ela. Assim, se você é daqueles que não se sente confortável com um terror tradicional, ainda vale a pena dar uma chance para a experiência.

 

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Autor

foto do author do artigo Felipe Gugelmin

Felipe Gugelmin

Jornalista

Dedicado à PC Master Race desde 2012, ainda dedica um espaço quentinho no coração ao PlayStation e a qualquer console portátil.

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