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Dirigido por Neil Druckmann e batizado de "Infectados", capítulo tem cenas impactantes
Dirigido por Neil Druckmann e batizado de “Infectados”, o segundo episódio da série de The Last of Us aprofunda o tema da infecção pelo cordyceps – de um modo bem mais científico e extenso até do que no jogo. A exemplo do que aconteceu na estreia, as cenas iniciais não têm personagens famosos, mas sim uma abordagem mais biológica sobre o que causou o apocalipse no universo em que Joel e Ellie tentam sobreviver.
Obviamente, o texto abaixo tem alguns spoilers, então fique ligado!
Com direito até a uma referência de Resident Evil. Afinal, no começo, uma cientista sugere bombardear uma cidade onde se iniciou o contágio. Se você se assustou com aquela introdução do primeiro capítulo, o que dizer desta cena? Ainda mais depois que Tess conta para Ellie que muito da destruição da cidade foi justamente causada por bombas e de lembrarmos da teoria da farinha – que é confirmada.
Além disso, vemos também um pouco mais de Ellie contando para Joel e Tess sobre sua imunidade e o início do relacionamento com Marlene. Os diálogos, no geral, são bem interessantes, principalmente na primeira meia hora. Desde Ellie explicando como foi mordida em um shopping, descrevendo os infectados ou brincando e conversando com Joel (Pedro Pascal) num hotel, Bella Ramsey faz muito bem o seu papel.
Visualmente, a ambientação já mostra uma pegada bem semelhante ao que vimos no jogo. As cenas demonstrando o estado da cidade, especialmente logo a primeira visão dela, são impressionantes. O nível de detalhamento é incrível. E o que dizer de um take mostrando vários (e vários mesmo) infectados conectados e rastejando pelo chão? Assustador, mas ao mesmo tempo recompensador.
Obviamente, com o episódio focando justamente na doença, tivemos também um primeiro contato com as formas mais avançadas dos “inimigos”. Do jeitinho que todos esperávamos: com estaladores causando arrepios. Um trabalho espetacular da equipe de produção. Desde os sons, iguais aos do jogo, até a construção – que havia sido elogiada pelos atores. O realismo é de outro mundo. Shhhh! Eles podem te ouvir!
A série de The Last of Us continua surpreendendo e encantando. Mesmo com este capítulo sendo bem mais curto do que o anterior, foi possível ter uma imersão ainda maior no universo, notar as semelhanças com o game e também as adaptações necessárias para este produto funcionar na TV. Como a morte de Tess, que infelizmente foi de comes e bebes numa cena pra lá de nojenta para encerrar o episódio.
Ao fim do episódio, já havia mais de 1500 avaliações do capítulo no site IMDB – com uma impressionante média de 10. Sim, a nota máxima. Posteriormente, claro, haverá bem mais reviews, e a possibilidade de o score diminuir é grande. Na estreia, foram mais de 32 mil opiniões, com nota 9,2 até agora. Ou seja, a série de The Last of Us é um sucesso de crítica. Resta torcer para que siga assim – e com a audiência também lá em cima.
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