Pede música? Ex-Treyarch abre terceiro estúdio em seis anos
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Chance The Rapper 'pistolou' no Twitter
As comemorações de gols de Griezmann na Copa do Mundo causaram furor entre os gamers. O atacante francês fazia a dancinha do “Loser”, de Fortnite, sempre que marcava. Porém, o rapper Chance The Rapper abordou a questão por uma outra ótica: a de quem criou esses passos, não no game, mas na vida real, e não ganha um centavo com isso.
É bem comum, atualmente, ver emotes em games. E muitos deles, claro, são inspirados em um monte de coisas que vemos em memes e vídeos virais. A “Dança da Toalha”, no Destiny 2, vem daquele passinho que, aqui no Brasil, ficou famoso com o funk “Só Quer Vrau” – inspirado no hit “Bella Ciao”, de La Casa de Papel.
Pelo Twitter, Chance lamentou que os games se apropriem desse tipo de manifestação e sequer deem a chance de divulgar uma música ou os artistas que os criam.
O Fortnite deveria colocar músicas de rap junto com essas danças que ganham tanto dinheiro como Emotes. Criativos negros criaram e popularizaram esses passos, mas não monetizam os movimentos. Imagine o dinheiro que as pessoas gastam sendo dividido com eles – escreveu.
Fortnite should put the actual rap songs behind the dances that make so much money as Emotes. Black creatives created and popularized these dances but never monetized them. Imagine the money people are spending on these Emotes being shared with the artists that made them
— Chance The Rapper (@chancetherapper) July 13, 2018
A grande questão é que a Epic Games e as outras desenvolvedoras que utilizam os emotes não estão, em muitas vezes, criando movimentos engraçados, mas sim copiando de algum lugar. De passos de dança, seriados de TV, filmes e outras referências. Por isso, faria sentido ter a fonte – além de pagar por isso. O que você acha?
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