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Assassin’s Creed Black Flag Resynced: o glorioso retorno de Kenway

Não é o álbum do Emicida, é a volta de Edward Kenway em grande estilo!

Assassin’s Creed Black Flag Resynced: o glorioso retorno de Kenway

O glorioso retorno de quem sempre esteve aqui. Não é o álbum do Emicida, é a volta de Edward Kenway. Em grande estilo, a Ubisoft apresentou, nesta quinta-feira (23), o que todo fã de Assassin’s Creed estava querendo – e sabendo pedir – há muito tempo: um remake completo do que é amplamente considerado como o melhor jogo da franquia. Seja muito bem-vindo a Assassin’s Creed Black Flag Resynced.

Assassin’s Creed IV: Black Flag é até hoje um dos jogos mais queridos da franquia, muito por conta da sua abordagem mais aberta e da temática pirata que caiu como uma luva na série. Lançado em 2013, conquistou crítica e público com média de cerca de 88 no Metacritic, destacando-se pelo mundo aberto vibrante no Caribe, combates navais envolventes e o carisma de Edward Kenway.

Confira a apresentação completa:

A mistura de exploração, batalhas de navios e liberdade para seguir diferentes atividades ajudou a torná-lo um favorito dos fãs, que há anos pedem um remake para atualizar gráficos e mecânicas e reviver essa fase considerada uma das melhores da franquia. Pois bem, aconteceu. E tem a carinha de ser uma daquelas “reimaginações, de fato, gloriosas. Que não só fazem jus ao original, como conseguem deixá-lo ainda melhor; e sim, aparentemente isso era possível.

Assassin’s Creed Black Flag Resynced, que já acerta bastante no nome, dizendo que a aventura de Kenway foi “ressincronizada”, em clara referência ao Animus, é realmente isso: uma nova abordagem para um clássico que precisava de uma boa brisa do mar para seguir velejando em toda a sua glória. Para quem cruzou estes mares há mais de 10 anos poder se sentir em casa, mas também para receber os novos marinheiros.

Confira o trailer de revelação:

Visualmente, não é preciso falar muita coisa. Basta olhar os vídeos e as capturas de tela divulgadas. É um salto gráfico assustador – apesar de, obviamente, também esperado, dadas as diferenças enormes de tecnologia entre as eras. E, honestamente, é. mínimo que se espera de um remake deste porte, né? Mas a Ubisoft foi corajosa e foi além: mexeu bastante em combate, estrutura narrativa e missões.

Um novo ritmo em Assassin’s Creed Black Flag Resynced

O combate está muito mais focado na ação. Há sequências de movimentos com diferentes armas, bloqueios perfeitos que geram assassinatos, e novas formas de se esgueirar para atacar os adversários sem ser visto, com missões de perseguição sendo um pouco mais permissivas e realistas do que simplesmente acabarem se você for detectado. As interações com o Animus também estão diferentes e mais focadas em Edward.

A ideia é ser mais ação, mais velocidade, mais intensidade. Em tudo. Mas, claro, com os locais, personagens, dinâmicas e histórias que fizeram com que Assassin’s Creed IV: Black Flag fosse tão aclamado até hoje. E um pequeno, mas grande detalhe, para os “saudosistas” de plantão: a voz original de Edward Kenway está de volta ao papel, com Matt Ryan confirmado pela Ubisoft no projeto.

Outros detalhes importantes: o jogo não terá multiplayer ou DLC, contará com alguns elementos de menus, HUDs e personalização mais próximos da pegada dos títulos modernos da franquia (apesar de não ser um RPG), o mapa é mais ou menos do mesmo tamanho do original, porém o número de atividades é maior, e a promessa é de tempos de carregamento tão rápidos que você nem terá telas de loading ao entrar/sair dos barcos.

E como navegar é preciso, a Ubisoft foi certeira em Assassin’s Creed Black Flag Resynced. Dizem que a primeira impressão é a que fica, e esta não poderia ter sido melhor.

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foto do author do artigo Thiago Barros

Thiago Barros

Editor-Chefe

Dez anos de MeuPlayStation, 18 de jornalismo e produção de conteúdo. Muitas histórias para contar e muitos jogos para jogar!

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