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Veja por sua conta e risco: Dying Light: The Beast mostra violência extrema em novo trailer

Novo trailer de Dying Light: The Beast mostra combate brutal, com decapitações, mutilações e muito sangue

Veja por sua conta e risco: Dying Light: The Beast mostra violência extrema em novo trailer

A Techland divulgou um novo trailer de Dying Light: The Beast, e o vídeo não economiza no sangue. Intitulado Blood & Guts, ele mostra com riqueza de detalhes o nível insano de brutalidade que os jogadores vão enfrentar (e causar) no novo capítulo da franquia. Cortes profundos, decapitações, ossos quebrando e ferimentos grotescos preenchem a tela, em um verdadeiro festival de horror gráfico.

Com lançamento marcado para 19 de setembro no PS5, Xbox Series X|S e PC, o jogo promete ser o mais visceral da série até hoje. A Techland revelou que aprimorou profundamente sua engine para permitir um sistema de combate com ainda mais impacto e realismo.

Brutalidade como ferramenta narrativa

Segundo Tymon Smektała, diretor da franquia, o objetivo foi amplificar o horror corporal e fazer o jogador sentir a tensão da sobrevivência em um mundo onde cada batalha deixa marcas visíveis. Dying Light: The Beast também vai além do gore pelo gore, pois a violência serve como elemento de storytelling interativo e até psicológico. Em outras palavras, as feridas não são apenas cosméticas, elas fazem parte da imersão e da experiência emocional do jogo.

Um novo patamar de combate corpo a corpo

Nathan Lemaire, diretor do título, explicou que o sistema de danos foi refeito. Os inimigos agora contam com o dobro de pontos de impacto, chamados de Gore-Nodes, que permitem causar ferimentos específicos com base no ângulo e na trajetória do golpe. As possibilidades de mutilações são quase infinitas e prometem transformar cada confronto em uma cena única de carnificina. Além disso, o número de eliminações brutais foi triplicado em comparação ao jogo anterior.

Dying Light The Beast Trailer

Arte realista… até demais

Para alcançar esse nível de detalhamento, a equipe de arte foi longe demais, literalmente. A diretora de arte, Katarzyna Tarnacka-Polito, revelou que a Techland recriou ferimentos com sangue falso e um ator para obter o visual exato que desejavam. A meta era fugir de assets genéricos e entregar algo realista e perturbador.

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Autor

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Daniel dos Reis

CEO

Fundador MeuPlayStation, Daniel dos Reis é formado em Ciência da Computação com mais de 15 anos de atuação em tecnologia e games. Especialista no ecossistema Sony, acompanha a marca desde o primeiro console, unindo visão técnica e análise crítica para liderar uma das maiores comunidades de PlayStation do Brasil.

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