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O fim da linha para Destiny é melancólico, e segundo ex-funcionário, isso é culpa de diretor-executivo da Bungie.
O fim da linha para Destiny é melancólico. Expansões canceladas em Destiny 2, sem planos para Destiny 3 e uma contagem de jogadores que está bem, bem longe do que o FPS futurista da Bungie já viu em seu auge.
O motivo para isso, segundo o ex-roteirista Robert Brookes, é um só. Na verdade, uma pessoa: o CEO do estúdio. Em publicação nas redes sociais, ele foi sucinto ao definir o momento pelo qual a franquia está passando:
“No fim das contas, quem matou Destiny foi Pete Parsons”, escreveu.
Pete Parsons entrou na Bungie em 2002, vindo da Microsoft, atuando como produtor executivo e gerente do estúdio durante a era de Halo 2 e Halo 3. Depois de ajudar na pré-produção de Halo 3 e na parceria entre Microsoft e Peter Jackson, deixou a empresa em 2006 para fundar a empresa de marketing tecnológico Fyreball, que mais tarde virou Meteor Solutions.
Ele retornou em 2008 como diretor de marketing e, em 2016, foi promovido ao cargo de CEO do estúdio. Durante sua gestão, a Bungie lançou Destiny 2, encerrou a parceria de publicação com a Activision, recebeu mais de US$ 100 milhões de investimento da NetEase e acabou sendo adquirida pela Sony. A empresa também expandiu operações para Amsterdã e Seattle durante esse período, mas a gestão de Parsons ficou marcada por grandes ondas de demissões em 2023 e 2024, além de críticas relacionadas à cultura interna do estúdio.
Outro ponto que gerou controvérsia foi a revelação de que Parsons gastou mais de US$ 2,4 milhões em carros clássicos entre 2022 e 2024, justamente enquanto a Bungie realizava cortes de funcionários. Pete Parsons anunciou oficialmente sua saída da Bungie em agosto de 2025, não estando lá neste momento em que Destiny 2 acaba de ser encerrado, mas para o ex-roteirista, isso só aconteceu por causa das decisões erradas do executivo. Entenda mais sobre o fim de Destiny 2 aqui.
Fonte: Game Reactor
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