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Grupo pede apoio para que Six Days in Fallujah não seja publicado

Órgão vê game como um "simulador de assassinato muçulmano"

por Jean Azevedo
Grupo pede apoio para que Six Days in Fallujah não seja publicado

Six Days in Fallujah movimentou um grupo de apoio aos muçulmanos a procurar a ajuda da PlayStation, Xbox e da Valve para que o jogo não seja publicado. Segundo o órgão do Conselho de Relações Américo-Islâmicas (CRAI), o jogo pode normalizar o massacre dos povos islâmicos nos EUA. 

O CRAI alegou às empresas que o game é um “simulador para assassinar árabes”. Huzaifa Shahbaz, advogado do órgão, veio a público para dar a seguinte declaração:

Jogos como Six Days in Fallujah só servem para glorificar a violência que tirou a vida de centenas de cidadãos iraquianos e justificar que a guerra no Iraque realmente teve um sentimento de repulsa ao povo muçulmano. A intolerância contra esse povo continua sendo uma ameaça para muitas vidas.

A revolta do grupo é devido ao game ser baseado em um evento real, que ainda pode ser traumático para os sobreviventes.

Six Days in Fallujah: jogo envolverá política e documentários

Os acontecimentos da Segunda Batalha de Faluja, que ocorreu em 2004, ainda estão frescos nas memórias de muitos envolvidos. Anteriormente, Peter Tamte, um dos diretores da Victura, veio a público e disse que não teria como separar o jogo da política envolvida na guerra.

Além da declaração, Tamte acrescentou que mais materiais possivelmente sensíveis aparecerão no jogo. Saiba mais sobre a polêmica clicando aqui.

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