Rainbow Six Siege X: o FPS onde pensar é mais letal do que atirar
Rainbow Six Siege X representa uma nova era para o FPS tático. Com mapas atualizados, destruição mais inteligente e o modo Dual Front, o game está gratuito no PlayStation
Não, Horizon Zero Dawn não foi um "sucesso de uma música só", e sequência chega para provar sua importância
Horizon Forbidden West é a consolidação de Aloy como uma das principais protagonistas da PlayStation. Cinco anos depois da primeira aventura, em Zero Dawn, a personagem retorna, mais madura e com uma série de novidades, para assumir seu lugar no panteão de Nathan Drake, Kratos e companhia.
Disponível tanto para PlayStation 4 quanto para PlayStation 5, o segundo jogo da saga da Guerrilla Games é ainda maior, mais bonito e mais desafiador. Com um mundo aberto majestoso, novos inimigos e, claro, uma narrativa envolvente, ele promete ser um RPG épico e repleto de aventura. E o MeuPlayStation detalha aqui, nesse especial, alguns motivos para isso.
Horizon Forbidden West já está disponível na PlayStation Store e nas melhores lojas.
O novo Horizon não se chama “Forbidden West” à toa. O “Oeste Proibido” é parte central da jornada de Aloy. Ela parte rumo a esse local desconhecido e perigoso em busca de respostas seis meses após a aventura anterior. Afinal, Tempestades implacáveis e uma praga incontrolável devastaram o que sobrou da humanidade, enquanto as máquinas, que deveriam ajudar os humanos, se viraram contra eles.
E os cenários de toda essa aventura estão entre os pontos principais do jogo. Tem de tudo! São florestas exuberantes, cidades imersas em água e montanhas gigantescas, em uma América no futuro distante. Com aquela qualidade visual que vimos nos trailers e sabemos que a Guerrilla Games pode entregar, não é mesmo? Lindo tanto no PS5 quanto no PS4 (e no PS4 Pro).
Além de deslumbrante, o mundo aberto de Horizon Forbidden West é vivo, dinâmico e cheio de surpresas. A exploração é outro atrativo bem interessante do game. Nas suas longas viagens, Aloy encontrará máquinas ainda mais fortes, inimigos brutais, tribos diferentes… É aquela história: “não é sobre o destino, e sim sobre a jornada”.
Obviamente, a parte do gameplay é fundamental em qualquer jogo, e ela foi bastante elogiada em Horizon Zero Dawn. Não poderia ser diferente agora, não é mesmo? Em Horizon Forbidden West, Aloy ainda tem suas armas icônicas e o mesmo objetivo nas lutas: quebrar máquinas gigantes. E, sim, nesse jogo elas estão mais gigantes do que nunca!
Desde as lutas no dia a dia até as batalhas mais épicas contra chefões, os jogadores enfrentarão desafios muito interessantes e intensos. Você vai participar de batalhas estratégicas contra máquinas imensas e inimigos humanos montados usando armas, utilizando uma série de equipamentos e armadilhas criadas a partir de peças recolhidas de sucata.
Algo que conquistou os fãs no primeiro da série foi a narrativa misteriosa e cheia de particularidades. Pois bem, Forbidden West segue os eventos de Zero Dawn e também aposta em um enredo envolvente para manter o jogador conectado. Afinal, são necessárias, pelo menos, pouco mais de 20 horas para terminar a história do game.
Para quem não se lembra, o primeiro jogo termina com Aloy descobrindo o Projeto Zero Dawn, criado por Elisabet Sobeck, que tinha no seu core a inteligência artificial chamada Gaia. Esse sistema foi “hackeado” e acabou gerando uma série de consequências ao mundo que vemos em Horizon. Dentre elas, o próprio nascimento da protagonista – que é um “clone” da sua criadora.
Dentre muitas idas e vindas, vários combates intensos e aparições de personagens importantes, descobrimos que Hades, uma parte de Gaia que era responsável por reiniciar o sistema caso algo desse errado, estava por trás de tudo. Aloy consegue derrotá-lo, porém, uma cena secreta no final do jogo mostra que ele “sobreviveu” – e, provavelmente, pegaremos a história a partir daí.
Agora, caberá a Aloy descobrir os segredos por trás de uma nova ameaça de extinção da humanidade, com tempestades implacáveis e uma praga aparentemente incontrolável. Nessa jornada, ela reencontrará amigos, forjará alianças com novas facções e descobrirá o legado do passado. Tudo em busca não só de respostas, como de manter o equilíbrio para todos no planeta.
Não é só Aloy quem brilha em Zero Dawn. O jogo tem uma série de personagens marcantes, que voltam em Horizon Forbidden West. O misterioso Sylens, que segue nas sombras, tentando aprender tudo sobre as máquinas. Erend, fiel escudeiro de Aloy, é um carisma só, e também muita força bruta. Varl, da tribo dos Nora, assim como Aloy, é quase um irmão para ela – e vai ajudá-la em mais essa caminhada.
Mas, obviamente, o novo jogo também traz caras novas. A vilã Regalla, por exemplo, lidera a facção Tenakth, de guerreiros rebeldes que domaram máquinas e as usam para tocar o terror. Kotallo, guerreiro do Clã do Céu, tenta manter a paz na tripo Tenakth. Zo, dos Utaru, presta cuidados ao seu povo. Alva, por sua vez, é uma personagem misteriosa que ainda não teve muito sobre si revelada.

Assim como Tilda, que aparece como uma espécie de pesquisadora conectada ao passado longínquo do Projeto Zero Dawn. E, obviamente, Gaia, a inteligência artificial, estará de volta – para tentar salvar a humanidade. Ou seja, tem muita gente e muita coisa envolvida em tudo o que acontece durante o jogo.
Algo que impressiona em Horizon Forbidden West é que ele aproveita todos os recursos da nova geração de consoles no PlayStation 5, mas a Guerrilla Games não se esqueceu de quem está no PlayStation 4. Pelo contrário. O jogo tem gráficos incríveis e o desempenho é excelente, sem prejudicar a experiência.
Agora, para quem já tem o PS5, a coisa fica ainda melhor. A começar, é claro, pelo DualSense. Os gatilhos adaptáveis e a resposta tátil do controle fazem com que a imersão seja bem interessante. O jogador pode sentir Aloy esticando seu arco, por exemplo, e o impacto de uma luta corpo a corpo com uma máquina. Junto com os benefícios do Áudio 3D, isso gera um sentimento de, realmente, estar dentro do jogo.
O carregamento super rápido, graças ao SSD do PlayStation 5, é outro diferencial importantíssimo. É possível realizar viagens rápidas de forma quase instantânea. Além disso, o jogo oferece um modo com maior resolução (4K e HDR) e um com foco no desempenho (60fps).
Outro ponto fundamental, e talvez o mais importante disso tudo, é que Horizon Forbidden West é um passo fundamental para que Aloy seja, de fato, consolidada na história da PlayStation e dos games em geral. O primeiro jogo foi um sucesso, mas toda sequência carrega consigo também um peso de corresponder às expectativas. E, certamente, a Guerrilla Games trabalhou muito para isso.
A expectativa é de que a personagem consiga traçar mais uma aventura inesquecível, mas não se despeça de nós. Que a saga Horizon se prolongue – inclusive em outras mídias, como estamos vendo com Uncharted nos cinemas e veremos The Last of Us nas telinhas. E que esse universo fantástico continue se expandindo. Afinal, quem não ama Aloy, não é mesmo?
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