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Mesmo em meio ao "bullet hell", Saros apresenta bom desempenho
Com o fim do embargo de Saros, vários reviews do game surgiram na internet na madrugada desta sexta-feira (24). Um deles veio do Digital Foundry, veículo especializado em análises técnicas, que elogiou bastante o título da Housemarque.
O veículo começa destacando o elemento visual mais marcante do game: o sistema de partículas. Sendo um verdadeiro “bullet hell”, Saros apresenta inúmeros projéteis inimigos na tela, com efeitos visuais coloridos que contrastam bem com os ambientes, que utilizam tons mais suaves.
Com esse grande volume de partículas, o FSR no PS5 base prejudica um pouco o visual, mas o desempenho segue sólido, com quedas ocasionais abaixo de 60 FPS em combates mais intensos. No PS5 Pro, o resultado é mais consistente, com um único modo a 60 FPS e resolução 4K com upscaling via PSSR. Nesse cenário, apenas cutscenes em tempo real apresentam quedas para 30 FPS, enquanto vídeos pré-renderizados rodam a 24 FPS.
O Digital Foundry também comenta sobre as sombras, que aparentemente não utilizam VSM e exibem artefatos de baixa resolução. Já as sombras distantes são pré-calculadas e nem sempre se integram bem ao cenário. Em relação à iluminação, a ausência de tecnologias como Lumen RT e Nanite chama a atenção, especialmente por serem comuns em jogos AAA atualmente, mas o DF considera que essa escolha é um sacrifício válido para manter o foco nos 60 FPS.
No fim das contas, o site define Saros como “uma experiência single-player de alta qualidade”, que “impressiona pelo equilíbrio entre qualidade visual e desempenho, além de apresentar alguns dos melhores efeitos de partículas já vistos nos games”.
O MeuPS também teve a oportunidade de analisar o novo título da Housemarque, que definimos como “suco de videogame”. Na nossa opinião, a jogabilidade é viciante, a direção de arte é marcante e o game representa uma evolução consistente em relação a Returnal. Leia o nosso review aqui!
Fonte: Digital Foundry
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