Phantom Blade Zero terá vários níveis de dificuldade
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Swen Vincke voltou a causar debate nas redes sociais ao sugerir que críticos de videogames também deveriam receber notas.
Swen Vincke voltou a causar debate nas redes sociais ao sugerir que críticos de videogames também deveriam ser avaliados e receber notas, em um sistema semelhante ao Metacritic. A ideia, segundo o executivo da Larian Studios, seria incentivar moderação nas análises e reduzir o que ele considera ataques excessivamente duros a jogos e desenvolvedores.
Em publicações nas redes sociais (posteriormente apagadas), Vincke destacou que críticas agressivas causam danos reais e que ninguém deveria precisar “criar uma couraça na alma” apenas por expressar uma opinião. Para ele, existe um problema quando análises deixam de avaliar o jogo e passam a atacar o trabalho de forma desrespeitosa, ignorando que um projeto envolve o esforço e a paixão de centenas de pessoas.
“Às vezes eu acho que seria uma boa ideia que críticos também recebessem notas, no estilo Metacritic, com base em como outras pessoas avaliam as críticas que eles fazem. Gosto de imaginar que isso incentivaria um pouco mais de moderação. Palavras duras causam danos reais. Você não deveria ter que criar uma couraça na alma só porque quer publicar algo”, comentou.
O executivo também disse acreditar que alguns jornalistas tornam suas análises pessoais apenas em busca de engajamento, likes ou repercussão. Na visão dele, seria suficiente afirmar que não gostou do jogo, que não acha o produto bem feito ou que não considera o preço justo, sem recorrer a palavras mais duras.
As falas rapidamente levantaram uma questão óbvia: quem decidiria o que é uma crítica aceitável e quem avaliaria os próprios críticos? Vincke não chegou a entrar nesse ponto. Pouco depois da repercussão negativa, ele apagou a principal postagem. Vários profissionais da indústria rebateram a ideia, lembrando que a função de uma análise é justamente julgar o produto final de forma independente, sem filtros emocionais ou preocupações com o conforto de estúdios e executivos.
“Tente passar algumas décadas recebendo e-mails escrotos, que vão de insultos simples até ameaças de morte de fanboys idiotas que não conseguem lidar com você dar ‘apenas’ nota 8/10 para um jogo, e depois me diga quem acaba criando mais calos na alma, seu trouxa. Você quebraria em seis meses ou menos”, rebateu Jeff Gerstman, ex-GameSpot e Giant Bomb, por exemplo.
Fonte: Push Square
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