Control Resonant: relembre a história de Control antes de jogar
Relembre a história de Control antes de entrar em Resonant
MeuPlayStation | Tudo sobre PlayStation
Entenda como Dying Light: The Beast se conecta aos eventos anteriores da franquia e promete concluir a trajetória de Kyle Crane
Com estreia marcada para o dia 22 de agosto de 2025, Dying Light: The Beast faz parte das celebrações de 10 anos da série criada pela Techland. Durante esse tempo, a empresa a manteu viva tanto na forma de diversos updates quanto no lançamento de uma sequência numerada, que chegou em 2022.
Embora o novo capítulo tenha surgido como um DLC, ele acabou virando um game separado e, mesmo não tendo um número em seu nome, pode ser considerado como a terceira parte da trilogia. Assim, vale a pena revistar um pouco o passado para descobrir mais sobre o protagonista Kyle Crane e sobre o estado do mundo que encontramos no novo game.
No primeiro Dying Light, vemos Kyle Crane trabalhando para a Global Relief Effort (GRE), uma entidade que tenta cuidar dos sobreviventes da cidade de Harran. Localizada na Turquia, ela se tornou o epicentro de uma grande praga que passou a transformar a população local em zumbis.
Assim como em outras produções com temas semelhantes, a infecção se espalha a partir de mordidas e outros tipos de feridas provocadas pelos mortos-vivos. No entanto, o objetivo inicial do protagonista não é acabar com a ameaça, mas sim roubar documentos sensíveis que estão em posse de Kadir “Rais” Suleiman.

Em meio à sua missão, o protagonista de Dying Light descobre que o objetivo final de Rais e da GRE é transformar o vírus que infectou Harran em uma grande arma. Para piorar as coisas, o Ministério da Defesa da Turquia está disposto a bombardear a cidade, matando tanto as criaturas quanto os sobreviventes que estão nela.
Traindo seus empregadores, Crane decide reparar os rádios da cidade para enviar uma mensagem de socorro ao mundo exterior. Com isso, ele é bem-sucedido em denunciar o bombardeiro, que acaba não acontecendo. No entanto, ele é forçado a testemunhar a morte de Jade, que se sacrifica para garantir que a cura encontrada pelo Dr. Zere não vai ser perdida.
Enquanto Dying Light tem vários finais possíveis, no canônico o protagonista mata Rais e dá a pesquisa secreta para o Dr. Camden, que está disposto a acabar com os zumbis. Além disso, o protagonista decide ficar na cidade de Harran como um protetor dos sobreviventes restantes.
Embora o primeiro jogo da série tenha recebido vários DLCs, The Following é o mais importante para compreender The Beast. Nele, Crane descobre que há um culto próximo à cidade de Harran que supostamente descobriu uma cura para o vírus mutante. Assim, ele decide investigá-los, pois acredita que eles também podem ter doses valiosas de Antizin.
Ele não demora a entrar em contato com um membro dos Faceless, que revela a verdade. Enquanto eles descobriram um elixir que suprime o avanço da doença, uma cura real não foi encontrada. No entanto, o grupo espera conseguir fazer isso caso o personagem principal os ajude em algumas missões.

Em meio às suas tarefas, Crane descobre que o elixir não era nenhuma cura para o vírus. Na verdade, todos os que o tomavam viravam criaturas voláteis especiais, que mantinham consciência de suas origens humanas e voltavam ao normal quando o sol nascia.
A grande “vilã” da história é a Mãe, que dá ao protagonista duas opções: acionar uma bomba e destruir Harran e todos os seus habitantes, ou lutar contra ela. Canonicamente, o protagonista faz isso e sai vencedor, não sem antes ser forçado a tomar o elixir e se transformar em um volátil senciente — mas The Beast vai explicar mais detalhes de como essa transformação aconteceu.
Situado 22 anos depois do evento do primeiro game, Dying Light 2: Stay Human traz Aiden Caldwell como um novo protagonista. Enquanto muitos de seus eventos não são determinantes para o estado do mundo em The Beast, o jogo traz algumas respostas sobre o que aconteceu canonicamente.
O game estabelece que todos na cidade de Harran morreram, mas a GRE foi capaz de criar uma cura para o vírus que dominou o local. No entanto, o grupo continuou fazendo experimentos com ele em segredo, cumprindo seu objetivo de transformá-lo em uma arma biológica.

Essa versão mais agressiva da ameaça acabou vazando e se espalhou rapidamente, causando a queda da humanidade. Para piorar as coisas, os infectados não podiam mais contar com o Antizin para suprimir os efeitos de mordidas — em compensação, a exposição constante a raios ultravioletas consegue cumprir esse objetivo.
Entre os poucos locais que conseguiram sobreviver está a cidade de Villedor, que foi coloca em quarentena e protegida pela GRE. Ela é o palco do jogo, que tem como protagonista um homem que vive como um Peregrino e é uma das poucas pessoas do mundo que continua viajando entre cidades.
Dying Light: The Beast começa pouco tempo após os eventos do segundo jogo da franquia, voltando novamente nossas atenções a Kyle Crane. Nele, descobrimos que o personagem realmente se tornou um infectado ao final de The Following — mas não foi morto como consequência disso.
Sob circunstâncias ainda misteriosas, ele acabou sendo preso pelo Barão, um cientista tão rico e inteligente quanto é louco. Durante 13 anos, o personagem foi o alvo de experimentos que mexeram com seu organismo e acabaram acordando um lado feral sobre o qual ele tem pouco controle.

O novo game da série vai ter como palco a cidade de Castor Woods, que é conhecida como um refúgio de férias, apesar de ainda manter um distrito industrial. Nesse contexto, o protagonista vai contar com a ajuda de novos aliados para escapar e tentar deter o grande vilão da trama.
Enquanto a Techland está mantendo os detalhes da história em segredo, já há a garantia de que veremos novas mutações e muitos perigos. Além disso, a GRE deve voltar a ter um papel importante na história, dado sua responsabilidade pela mutação do vírus e os diversos experimentos que ela já fez no passado.
Mais em Especiais
Relembre a história de Control antes de entrar em Resonant
Jogo trará muitas novidades em relação ao Rayman Legends original e promete agradar fãs de plataforma
Conversamos com a CD Projekt RED e a Fool's Theory sobre a nova aventura de Geralt
Persona 5 completa 10 anos de seu lançamento no Japão nesta terça-feira (15)
Prometendo baixa dificuldade, a platina demora entre 15 e 20 horas
BlizzCon 2026 ocorreu no último fim de semana e trouxe vários anúncios
Poucos personagens representam os X-Men tão imediatamente quanto Wolverine, e ele agora tem um grande jogo no PS5.
Marvel's Wolverine mostra que simplicidade não precisa ser sinônimo de falta de ambição. Confira os pontos positivos!
A história de Exodus acontece 40 mil anos no futuro, com uma abordagem rejuvenescida para temas que já conhecemos muito bem.
Inúmeras novidades reveladas em duas edições seguidas do State of Play