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Jogamos as primeiras horas de Dying Light: The Beast e compartilhamos alguns dos elementos que mais chamaram a atenção no game
Com estreia marcada para agosto de 2025, Dying Light: The Beast promete ser tanto uma volta às origens da série quanto uma nova evolução em sua história. A convite da Techland, conferimos as quatro primeiras horas do jogo e demos os primeiros passos em seu mundo aberto.
E, baseado no que jogamos até agora, criamos uma lista com algumas das coisas que mais chamaram a nossa atenção na nova aventura! Confira nossa seleção e aproveite a sessão de comentários para compartilhar suas expectativas sobre o jogo e o que você gostaria de ver nele.
Com Dying Light: The Beast, a Techland decidiu seguir o ditado que diz que menos pode ser mais. Embora o mapa do jogo seja menor do que o de Dying Light 2, ele funciona melhor e consegue ser mais variado. Além de cidades, passamos por florestas, cavernas e pequenos acampamentos com características bem variadas e interessantes. Assim, o jogo permaneceu interessante, sem ficar com aquela sensação chata de inchaço nos cenários.

Uma das principais novidades do jogo é o Modo Fera, que transforma o protagonista em uma verdadeira máquina assassina. No entanto, ele não resolve tudo, nem pode ser considerado um atalho fácil para matar chefes. Enquanto o poder especial é ótimo para acabar com zumbis mais fracos, você ainda vai ter que aprender a dominar o sistema de combates se quiser sobreviver.

Presentes em Dying Light: The Following, os veículos automotivos fazem um retorno em The Beast. No entanto, eles devem ser considerados mais um atalho para locais distantes do que uma mudança de foco para o jogo. Em outras palavras: você ainda vai passar mais tempo fazendo parkour e correndo que atrás de um volante.

Os combates ainda são importantes no novo jogo da série, mas não podem ser considerados o seu foco. Como são poucas as armas disponíveis e elas quebram rápido, muitas vezes a melhor solução vai ser evitar combates e planejar bem suas rotas de fuga. Em compensação, a exploração continua sendo um elemento forte e o parkour em primeira pessoa se tornou ainda mais flexível e divertido.

Dying Light: The Beast tem zumbis, gangues de humanos e alguns sustos. No entanto, ele não é um jogo de terror. A experiência criada pela Techland é muito mais sobre gerenciar recursos e explorar ambientes do que sobre ficar tenso, o que ajuda a dar uma cara única para ela. Assim, se você é daqueles que não se sente confortável com um terror tradicional, ainda vale a pena dar uma chance para a experiência.
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