Control Resonant: relembre a história de Control antes de jogar
Relembre a história de Control antes de entrar em Resonant
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Alguns funcionários da família MeuPlayStation relatam as experiências com um dos maiores jogos de todos os tempos
O dia 19 de junho de 2020 é uma data especial para todos os fãs da PlayStation, pois, após longas esperas, The Last of Us 2 foi finalmente lançado pela Naughty Dog. A revelação do game foi feita lá na PSX em 2016 pelo ex-chefão da SIE, Shawn Layden. Na ocasião, os fãs já sabiam: seria um dos maiores lançamentos de todos os tempos — e foi.
Os sentimentos a flor da pele são guiados por uma narrativa única, e talvez a mais ambiciosa de todas. Vingança, empatia, surpresas e lágrimas: esses eram os ingredientes selecionados para a receita, resultando num belíssimo bolo — que levou bastante tempo para ser digerido.
Para expressar o quão profundo e sentimental foi o impacto causado por The Last of Us 2, o MeuPlayStation decidiu compartilhar com nossos leitores um pouco das nossas experiências com o título, que mesmo 365 dias depois, ainda nos faz questionar muitos aspectos pessoais de nossas vidas. Cuidado com spoilers!

The Last of Us 2 é um ato de coragem. Fiquei bastante impressionado em como a Naughty Dog decidiu criar uma narrativa que não poupava personagens, mesmo alguns sendo um dos mais queridos pelos jogadores. Também gosto de como o gameplay está à serviço da narrativa a todo instante.
Jogando, você nunca está seguro, ao mesmo tempo que vivência uma história e vai, aos poucos, montando um quebra-cabeças, culminando em um desfecho solitário. No fim das contas, resta somente a solidão da vingança.

Vingança é um prato que se come frio, mas que não mata a fome. É isso que The Last of Us 2 me mostrou. A insaciável vontade de fazer justiça com as próprias mãos, fez Ellie perder tudo. No entanto, antes de perder a sua própria sanidade, ela quebrou o ciclo vicioso da vingança.
Ellie se tornou a heroína de sua própria história ao “fazer nada”, quando, na verdade, fez tudo. Às vezes, nós precisamos abrir mão do que queremos para encontrar o que tanto precisamos.

The Last of Us 2 me impactou de todas as formas possíveis. Ao longo do gameplay, senti que perdia a minha humanidade. Isto no sentido de que eu me obrigava a tomar ações que jamais cogitaria fazer na vida real — desculpe, doguinhos!
Ver o quão longe uma pessoa pode chegar por amor e pelo ódio também me fez pensar se eu faria as mesmas coisas que Ellie e Abby. É uma jornada muito sombria.
Dito tudo isso, não é o meu jogo favorito de todos, mas é o melhor que já joguei em toda minha vida. A Naughty Dog soube mexer cada nervo do meu corpo durante todas as horas de jogatina.

Adianto de antemão que The Last of Us 2 não é o melhor jogo que já joguei na vida — o primeiro game da franquia sempre será o meu xodó. Porém, de longe, é um dos que mais me marcaram. Isso pode ser atribuído ao momento que vivemos, em que a empatia deve ser exercida com muito mais frequência.
A narrativa é uma das coisas mais ambiciosas que já tive o prazer de vivenciar. É algo realmente fora da curva. Às vezes, fico pensando: “e se eu tivesse uma amnésia para jogar esse game como se fosse a primeira vez?”. Bom, só me resta aguardar pela próxima grande aventura desse universo — que amo tanto!
Como diria um querido leitor nosso: “é um jogo a frente do seu tempo!”. E não é que ele tá certo?

Impactante. Não tem palavra que traduza melhor o sentimento de jogar The Last of Us 2. Desde o seu início, somos colocados em situações extremas e que nos fazem questionar o que realmente está certo. Na verdade, não há certo. Apenas o amor: sentimento que leva ao ódio e a vingança, principalmente em um contexto pós-apocalíptico como o da franquia.
É um dos poucos jogos que, após parar uma jogatina, me fazia refletir por horas sobre o que havia presenciado. Esse é o tamanho de The Last of Us 2.
Além de todas as outras qualidades, a história é o principal ponto que levarei sempre comigo quando for discutir sobre as grandes obras-primas dos videogames. O aniversário é do jogo, mas quem merece os parabéns é a Naughty Dog.

The Last of Us 2 é o jogo mais impactante que já joguei. Terminei com uma mistura de sentimentos que não sabia explicar e sem saber para quem eu estava “torcendo”. A Naughty Dog foi corajosa ao bancar o enredo da obra. A narrativa usa o que os videogames oferecem de melhor: a conexão com os personagens por meio da interação.
O título também me proporcionou uma grande alegria profissional. Ao criar o maior guia brasileiro de TLoU 2 no YouTube, mais pessoas puderam conhecer meu trabalho e me acompanhar nessa jornada!
E aí, caro leitor!? Também é um dos milhares de fãs apaixonados por The Last of Us 2? Comente na sessão abaixo quais foram os impactos que o game da Naughty Dog causou em sua experiência!
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