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Um novo preview de Control: Resonant revelou diversos detalhes sobre a sequência do aclamado Control.
Um novo preview de Control: Resonant revelou diversos detalhes sobre a sequência do aclamado Control. O material destaca que o novo título da Remedy promete mudanças importantes na estrutura do jogo, no protagonista e principalmente no estilo de combate. Uma das primeiras novidades confirmadas é a troca de protagonista. Em vez de Jesse Faden, personagem central do primeiro jogo, a história acompanha Dylan Faden, irmão de Jesse.
A mudança também vem acompanhada de um novo cenário: em vez da à arquitetura brutalista da sede do Federal Bureau of Control, a aventura agora se passa em uma versão distorcida de Manhattan, que literalmente se dobra sobre si mesma após a crise causada pelo Hiss. Outra diferença importante está no combate. Dylan não utiliza a icônica Service Weapon do primeiro jogo. Em vez disso, ele carrega uma arma própria chamada Aberrant, um enorme martelo capaz de se transformar em diferentes formas.
A escolha muda bastante a dinâmica das batalhas, colocando muito mais foco em combate corpo a corpo. E, segundo o preview, o combate é um dos pontos mais marcantes da sequência. A Remedy deixou claro que o jogo não pretende seguir a fórmula de títulos no estilo soulslike. A ideia é apostar em um gameplay rápido e agressivo, em que o jogador toma a iniciativa em vez de apenas reagir aos ataques dos inimigos.
De acordo com as impressões mostradas no material, o ritmo das lutas parece bem acelerado, com Dylan saltando, flutuando, desviando de ataques e executando golpes em sequência enquanto enfrenta vários inimigos ao mesmo tempo. O estilo foi comparado a jogos de ação como Devil May Cry e Bayonetta, sugerindo batalhas mais frenéticas do que no primeiro Control.
O preview também revelou que Control: Resonant terá elementos de RPG de ação. O sistema inclui talentos que modificam habilidades e ataques, permitindo criar diferentes estilos de jogo. Entre os exemplos citados estão bônus por esquivas perfeitas, aumento de dano ao atacar pelas costas e melhorias em investidas.
Essas escolhas de build poderão ser testadas e ajustadas em um espaço chamado The Gap, uma área que funciona de forma semelhante ao Mind Place de Alan Wake 2. Ali, o jogador poderá experimentar habilidades obtidas ao derrotar inimigos chamados Resonants, além de personalizar as diferentes formas do martelo Aberrant e seus combos.
O mundo do jogo também será mais variado. Manhattan será dividida em distritos distintos, e a Remedy afirmou que pretende evitar a sensação de repetição que alguns jogadores sentiram no primeiro título. O mapa também está sendo redesenhado para facilitar a navegação. Outro destaque é o novo sistema de diálogos. Agora será possível escolher respostas durante conversas enquanto o personagem continua se movimentando pelo cenário. Apesar dessa liberdade maior nas interações, a Remedy confirmou que as escolhas não irão alterar o final da história
As missões serão divididas em duas categorias principais. A campanha segue o caminho chamado Dylan’s Journey, enquanto as World Quests funcionam como atividades secundárias espalhadas pela cidade. Além disso, haverá pequenos eventos e puzzles sem marcação no mapa, incentivando a exploração e a descoberta de segredos e elementos da história.
Entre os novos personagens está Zoe de Vera, uma agente que se comunica com Dylan durante as missões e atua como uma espécie de guia na campanha. A personagem também tem forte ligação com outro elemento importante do jogo: a música. Segundo a equipe de desenvolvimento, trilhas e momentos musicais terão um papel relevante na construção do mundo e na narrativa.
No lado técnico, a Remedy está atualizando seu motor gráfico Northlight para permitir maior distância de renderização e mais inimigos simultâneos na tela. O objetivo do estúdio é garantir que o jogo rode a 60 quadros por segundo em todas as plataformas. O preview ainda menciona algumas inspirações para o projeto. Entre elas estão o anime Neon Genesis Evangelion e o jogo Firewatch, que influenciou o novo sistema de diálogos.
Por fim, a Remedy afirmou que não será necessário ter jogado o primeiro Control ou outros títulos do chamado Remedy Connected Universe, como Alan Wake, para entender a história de Control: Resonant. Ainda não há data de lançamento confirmada, mas o jogo já está em fase alfa de desenvolvimento. Mesmo assim, o preview indica que o projeto parece avançado e que novos detalhes sobre narrativa e personagens devem ser divulgados ainda este ano.
Fonte: IGN
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