Phantom Blade Zero terá vários níveis de dificuldade
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Evento mostra o quanto fãs, imprensa e devs se beneficiam deste tipo de momento
Desde a pandemia, vimos uma grande mudança no cenário de eventos presenciais de games. O fim da E3, por exemplo, foi marcante. Porém, justamente quando achávamos que estas feiras estavam com os dias contados, um novo esforço vem no caminho contrário. E este mês de junho comprova isso.
Primeiro, o Summer Game Fest, aliado ao Ubisoft Forward e ao evento da Xbox em Los Angeles. Algo tradicional que serviu para mostrar que, sim, ainda tem bastante sentido estar in-loco com fãs, imprensa e desenvolvedores. Mesmo que Nintendo e PlayStation, duas gigantes da indústria, não apareçam.
Agora, a gamescom latam.

Obviamente, em proporções muito menores em relação ao mundo, mas extremamente importante para o crescente mercado consumidor não só do Brasil, como da América Latina. Com direito a uma noite de abertura com diversos conteúdos inéditos, destacando-se o trailer do novo jogo de Dragon Ball, o evento é um sucesso. De várias óticas diferentes.
Para as empresas, é a chance de demonstrar seus jogos para o público. E aqui, inclusive, vale citar: a Nintendo foi quem mais se destacou neste aspecto, com um booth enorme trazendo vários jogos – incluindo Luigi’s Mansion 2, às vésperas do seu lançamento. A SEGA não teve a grandeza do estande da BGS, mas trouxe o recém-lançado Shin Megami Tensei e Metaphor: ReFantazio, que chegará em outubro.
Obviamente, para estúdios indie e brasileiros, como a Mad Mimic, é mais importante ainda. Além de novidade de TecToy, Atari e muito mais. Sem contar a premiação do Big Festival, que deu a oportunidade de testar vários jogos incríveis – como Extremely Powerful Capibaras – que normalmente não seriam de tão fácil acesso ao público.
Para a imprensa, é uma excelente oportunidade de se conectar com os devs e com o público. Testar jogos, fazer entrevistas e ouvir o feedback de quem consome os games e o trabalho das mídias.
E para o fã, claro, não é preciso nem dizer. Ver seus ídolos, jogar games que acabaram de sair ou ainda vão ser lançados, participar ou assistir torneios e cosplays, enfim…
A cultura gamer só tem a ganhar com a gamescom latam, que já teve sua segunda edição confirmada para o ano que vem. O desejo é só de que cada vez mais grandes empresas marquem presença e que este seja, de fato, um evento do calendário global dos games – como a gamescom da Alemanha, em agosto, e a de Singapura, em outubro.
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