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A Justiça de Delaware arquivou o processo movido por Christopher Barrett, ex-diretor de Marathon, contra a Bungie e a Sony.
A Justiça de Delaware arquivou o processo movido por Christopher Barrett, ex-diretor de Marathon, contra a Bungie e a Sony. O motivo não teve relação direta com o mérito da acusação, mas sim com um erro de jurisdição: o caso foi aberto no tribunal errado.
Barrett entrou com a ação em dezembro de 2024, alegando demissão injusta após ter sido desligado da Bungie em agosto do mesmo ano. Um ano depois, o juiz decidiu encerrar o processo ao concluir que a Court of Chancery de Delaware não tem competência para julgar ações focadas exclusivamente em indenização financeira.
Segundo a decisão, esse tribunal só pode analisar casos que envolvam soluções de natureza equitativa, e não pedidos diretos de compensação em dinheiro. Como Barrett exige valores financeiros, o processo não poderia seguir ali. “O caso é arquivado por falta de jurisdição”, afirma a ordem judicial.
O ex-diretor acusa Bungie e Sony de tê-lo demitido para evitar o pagamento de cerca de 50 milhões de dólares em participação acionária. No processo, ele pede 200 milhões de dólares em indenização e afirma ter sido usado como bode expiatório. Na época de sua saída, a Sony alegou “conduta grave”, sem entrar em detalhes.
O desligamento de Barrett aconteceu em um momento delicado para a Bungie, com desempenho abaixo do esperado nas pré-vendas da expansão The Final Shape, de Destiny 2, além de demissões internas. Após sua saída, a direção de Marathon passou para Joe Ziegler, ex-diretor de Valorant.
O próprio tribunal já havia levantado a questão da jurisdição em outubro, perguntando por que o processo não deveria ser arquivado. Na ocasião, foi destacado que apenas Bungie e Sony defendiam esse ponto, enquanto Barrett se mostrou disposto a transferir o caso para o tribunal correto, o Delaware Superior Court. Por enquanto, Barrett ainda não confirmou se irá reapresentar a ação nessa outra instância.
Fonte: The Game Post
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