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Falar do mercado de games e colocar o Brasil entre os países com maior potencial de crescimento no setor, é algo sabido por todos. Porém, o que também é de conhecimento geral, é a alta capacidade do país em gerar impostos sobre produtos relacionados ao mercado eletrônico. Vamos à realidade.
Em um ranking recente, divulgado pela Newzoo Games, foi possível conhecer a nova posição do Brasil entre os países que mais consomem jogos eletrônicos no mundo. Caindo 1 posição, o país ficou atrás da Russia, com um ligeiro decréscimo no total de grana movimentada. As explicações podem ser as mesmas.
Os números apenas retratam, novamente, o grande potencial que temos dentro do mercado de jogos, figurando entre países de auto escalão, mas ficando longe dos líderes de consumo.
Confirmando a visão de país do futuro, quase que utópica, há a grande espera desse mercado sofrer menos com as taxas e encostar nos grandes consumidores de games, dando mais poder de compra aos novos e velhos consumidores. Vale uma reflexão.
Se colocarmos como parâmetro o número de habitantes do país e a quantidade de pessoas online, pegando carona em algum incentivo para a indústria de games, o Brasil estaria em uma posição bem acima da atual. Vamos entender melhor o cenário e analisar alguns fatores.
Se não fosse as dificuldades impostas, seja pelo consumidor final em adquirir algum produto eletrônico ou mesmo dos fabricantes, pela alta carga tributária, o potencial do Brasil se multiplicaria. Longe de dizer que o maior país da América Latina respira jogos eletrônicos, mas quase que afirmando isso, os games se tornaram algo para todas as idades, pegando um nicho de mercado muito rico em potencial de compra. A maior feira do continente responde por isso.

A BGS, ou Brasil Game Show, é a maior feira de jogos eletrônicos entres os países do nosso continente. Isso pode explicar o quão ferve esse mercado e o crescimento de adeptos ao longo dos anos já que, desde sua primeira edição em 2009, chegando a 2015, o público cresceu mais de 7 mil por cento.
Em uma pesquisa recente do IBPT, Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, o brasileiro paga em um console de videogame cerca de 72,18% em impostos. O preço final chega ao consumidor por uma série de taxas que são impostas aos fabricantes dificultando até mesmo a penetração no mercado.
Quanto maior a dificuldade do fabricante em colocar o seu produto no mercado, mais salgado será o preço final e menos crescimento esse mercado terá.
Os Estados Unidos lideravam o mercado consumidor de games no ano passado, mas foi ultrapassado pela China em 2016. Embora manteve um crescimento, o mercado americano movimentou uma receita anual de US$ 23,6 bilhões, contra US$ 21,3 bilhões na última pesquisa.
A China saltou de US$ 18 bilhões para US$ 24,4 bilhões. O Japão se manteve em terceiro com US$ 12,4 bilhões.
Nadando na maré contrária, o Brasil fechou um movimento de US$ 1,285 bilhões no mercado de games ano passado. Os números caíram para US$ 1,274 bilhões, segundo a atual pesquisa. O consumo cai, mas levando em consideração as condições de preços praticados em terras tupiniquins, o Brasil deveria levar um troféu de platina.
A Newzoo Games aborda alguns dados curiosos na pesquisa. Cerca de 87% dos jogadores que optam pelo console, também jogam no PC. O mesmo acontece com a plataforma mobile, que acaba sendo uma alternativa para os jogadores. O PC ainda favorece alguns gamers.
De acordo com a pesquisa, o PC facilita a vida do jogador quando o assunto é jogar online e compartilhar na internet. Com a possibilidade de telas múltiplas, edições de vídeos e upload para o YouTube ou Twitch, de maneira rápida ágil, a plataforma acaba por ter algumas vantagens em relação aos consoles.
Em 2016, 58% do crescimento do mercado de games tem como responsáveis os países asiáticos. A indústria chinesa tem tido grandes incentivos para esse mercado, incluindo empresas de desenvolvimento e games para mobile. Uma tendência mundial.
Ao longo dos anos o número de campeonatos de jogos aumentaram e ganharam mais visibilidade. Um dos exemplos que podemos citar que ajudaram a alavancar o mercado de games mobile, foi o campeonato de Crash Royale, que aconteceu em Helsink, em abril deste ano.
Confira a lista completa e a pesquisa aqui.
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