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Seja por problemas de personalidade ou por efeitos do contexto de jogo, esses nomes deixam a comunidade dividida
Nos jogos de terror e suspense, um bom protagonista pode ser o fio que nos guia pelo medo — mas e quando ele é o motivo da nossa frustração?
De covardes apáticos a anti-heróis brutais, alguns personagens testam nossa paciência mais que os próprios monstros. E isso não prejudica apenas a experiência de identificação, mas também a formação de uma atmosfera onde possamos nos concentrar inteiramente.
Confira por que esses dez nomes principais de jogos de terror e suspense são tão difíceis de torcer ou de simpatizar:
Alex Smith é um líder genérico e sem sal em Man of Medan. Suas decisões impulsivas, como insistir em explorar o navio assombrado sem motivo claro, parecem forçadas, e sua falta de profundidade emocional — além de um romance previsível com Julia — o torna um protagonista raso que não inspira empatia.

Luca é um fotógrafo apático cuja obsessão por tirar fotos de um demônio em vez de fugir soa mais irritante que corajosa. Sua personalidade plana e reações mornas a horrores sobrenaturais dificultam a conexão, deixando-o como um veículo vazio para a trama.

O Pintor de Layers of Fear é um artista arrogante e autodestrutivo que culpa todos, menos ele mesmo, por sua decadência. Seu comportamento egoísta e a falta de remorso pelo sofrimento da família o tornam um protagonista desagradável, mais vilão que vítima.

P-3 é um soldado soviético durão com diálogos repletos de clichês à la Duke Nukem e humor forçado. Sua atitude bruta e falta de vulnerabilidade o afastam do jogador, tornando-o mais um robô genérico que um herói carismático.

Kyle Crane é um agente genérico cujo heroísmo previsível e voz monótona (e até mesmo exagerada) não ajudam a criar apego. Suas motivações rasas e falta de personalidade marcante o relegam a um protagonista esquecível em meio a zumbis.

Daniel, em Amnesia: The Dark Descent, é um arqueólogo covarde que passa o jogo choramingando e fugindo. Sua falta de iniciativa e backstory mal explorada dificultam a simpatia, fazendo-o parecer mais um fardo que um protagonista envolvente.

Abby, de The Last of Us Part II, divide opiniões por sua brutalidade inicial e personalidade fria. Apesar de sua busca por redenção, o peso de suas ações — como aquela cena que você lembra bem — e seu jeito introspectivo a tornam difícil de abraçar para muitos fãs.

Frank West perdeu o charme irreverente dos jogos anteriores. Sua versão cínica e desinteressada, com piadas forçadas e pouca conexão emocional, transformou o carismático jornalista em um protagonista apático.

Ellen é uma garota manipuladora e cruel que esconde sua verdadeira natureza até o fim. Sua frieza calculada e atos egoístas, como sacrificar Viola, a tornam uma protagonista sinistra que afasta mais que atrai.

Jimmy é um líder instável e egoísta cuja paranoia e decisões tóxicas destroem sua tripulação. Sua falta de empatia e comportamento destrutivo o tornam um anti-herói desagradável, difícil de torcer em meio ao caos psicológico.

E para você, qual o protagonista mais sem graça de jogos de terror? Comente!
Fonte: Game Rant
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