Stage Tour: todos os artistas e músicas confirmados até agora
Stage Tour terá 90 músicas no lançamento; 65 já foram reveladas
MeuPlayStation | Tudo sobre PlayStation
Apoiador do MeuPS, Wilson Pinheiro, faz uma indicação desafiadora que remete aos tempos nostálgicos dos videogames
Nexomon: Extinction é um jogo lançado pela PQube em 2020 composto por um forte sentimento de nostalgia. Claramente bebendo da fonte de Pokémon, o game é uma aventura RPG em combates de turnos com foco na captura dos Nexomons, criaturas que habitam o mundo do título.
A história mostra um mundo onde os humanos e Nexomons viviam em harmonia até o Rei dos Nexomons, Omnicron, morrer, e os Tyranos começarem uma grande disputa pelo trono. O jogador assume o papel de uma criança órfã que deverá capturar as criaturinhas e salvar o mundo.

Inicialmente, você terá a opção de escolher um dos nove tipos iniciais de Nexomon — isso mesmo, nove! — ao invés dos habituais três Pokémons. Cada Nexomon possui sua raridade, por isso, uns são mais difíceis de serem encontrados do que outros. Para conseguirem capturar os monstrinhos, os jogadores utilizam as “Nexotraps” e os alimentos, para atingirem um percentual maior na chance de captura. E, após você lançar a armadilha, também precisará acertar uma sequência de botões em até cinco segundos para obter sucesso.
Em vez dos mestres dos ginásios e as insígnias, o jogador busca enfrentar os Tyranos para receber um fragmento do elemento específico e completar as missões.

Nexomon: Extinction é uma game desafiador do começo ao fim. Os níveis dos treinadores e dos monstros são sempre iguais ou maiores do que o seu. Se você enfrentar um adversário no começo do jogo e voltar a enfrentá-lo muito depois, ele e os Nexomons terão aumentado de poder.
Para ajudar nessas batalhas, existe uma grande variedade de “habilidades” que aumentam o dano, defesa, vida, resistência, sorte e experiência adquirida. Além disso, os Nexomons podem ser personalizados com ataques e movimentos diferentes.

Nexomon: Extinction realiza os nossos sonhos de crianças: sermos mestres Pokémon, ou quase isso. Os desafios são divertidos e é muito legal coletar monstros lendários com uma sensação boa de missão cumprida. Os platinadores ainda poderão tentar obter todos os 381 monstrinhos, o que oferece muitas horas de gameplay.
É uma boa opção de diversão para quem gosta de jogos com uma pegada mais nostálgica. A premissa é bastante simples, mas a história e os confrontos movimentam muito bem a experiência.
Na PlayStation Store, o game é vendido para o PlayStation 4 por R$99,50.
Por Wilson Pinheiro, apoiador do MeuPS.
Quer ver um texto seu publicado aqui também? Basta enviar sua produção original para [email protected] com o título “Leitor Indica”.
Mais em Especiais
Stage Tour terá 90 músicas no lançamento; 65 já foram reveladas
Em entrevista ao MeuPlayStation, Oscar Lopez, veterano com mais de 20 anos de Infinity Ward, explica como o estúdio cria seus mapas, equilibra a jogabilidade e decide quais reclamações dos jogadores realmente precisam de atenção
Desde o PS2 até os lançamentos mais recentes, entenda como a filosofia do gênero marcou gerações
Ingressos caros, grandes ausências e poucas atrações marcam o declínio da BGS em 2026
MeuPlayStation conversou com o produtor de marca Loïc Gounon sobre o que esperar de Retold
Desafios equilibrados, mas totalmente memoráveis, batalhas especiais colocam a experiência da S-Game em uma prateleira acima
Ao combinar kung fu, wuxia, fantasia, tecnologia, cinema e anime, a S-GAME quer transformar Phantom Blade Zero no ponto de partida de um conceito tão reconhecível quanto cyberpunk e steampunk
Arsenal não será formado apenas por equipamentos com atributos diferentes
Modalidade transforma os dias restantes de Soul em um sistema de vidas, usa a dificuldade e obriga o jogador a reiniciar toda a campanha caso o contador chegue a zero
Soulframe Liang explica como Phantom Blade Zero não quer ser apenas soulslike, hack and slash ou RPG