5 novidades de Granblue Fantasy: Relink – Endless Ragnarök que merecem sua atenção
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O ano de 2023 foi especial, para nós, gamers, pela abundância de grandes games — talvez, o júri do The Game Awards tenha até quebrado a cabeça ao eleger Baldur’s Gate 3 como o GOTY. De qualquer forma, uma coisa não dá pra negar: nos divertimos muito nos últimos 12 meses.
A redação do MeuPlayStation debateu e, ao invés de selecionar um único Game of the Year (como é tradição aqui no site), decidimos listar os jogos favoritos de cada membro do portal. Afinal de contas, escolher só um até soaria injusto com tantos títulos bons por aí, né?


Por mais que não sejam games que foram premiados em 2023, estes foram os games que mais joguei e me divertiram neste ano.
Eu sei que você leitor já está me julgando por MWIII e The Finals, mas fica aqui um parênteses sobre eles: MWIII não tem uma boa campanha, mas o multiplayer as novidades do modo zombies tem rendido boas horas de diversão. The Finals foi uma grata surpresa pra mim e lembra uma mistura de jogos que eu curto como CoD, R6 e Apex Legends (sim, eu gosto de multiplayer, como advinhou?).

O ano de 2023 foi extremamente disputado no quesito “jogos de qualidade”. Hogwarts Legacy foi o que eu mais joguei e realizou meu sonho de entrar para a escola de bruxos mais famosa do mundo. Alan Wake 2 tinha bugs (já corrigidos pela Remedy), mas contém uma narrativa e um gameplay tão bons, que não dá pra ignorar. Assassin’s Creed e Marvel’s Spider-Man 2 são daqueles games que não perdemos a vontade de jogar, enquanto Diablo IV me engajou por muitas horas (até a Blizzard nerfar drasticamente os Bárbaros…).

Hogwarts Legacy é a realização de um sonho. Assassin’s Creed Mirage é mais um belo título de uma das minhas franquias favoritas. Avatar: Frontiers of Pandora é uma obra prima visual – e eu valorizo muito isso. Marvel’s Spider-Man 2 é o gameplay mais divertido do ano, com meu super-herói favorito. EA Sports FC 24 é o começo de uma nova era de um antigo vício.

Meu jogo favorito neste ano foi Remnant 2. Já curti bastante From the Ashes, mas o segundo elevou brutalmente todos os aspectos. Visuais impressionantes, gameplay muito viciante e um sistema roguelike com muitas opções de run foram apenas alguns destaques desse jogo maravilhoso.
Lies of P por pouco não ficou em primeiro. Recomendo demais esse soulslike pra todos os viúvos de Bloodborne. Depois dele vem Dead Space Remake (excelente design de som e visual), Resident Evil 4 Remake (tive uma dificuldade pra me adaptar, mas curti bastante depois de poucas horas) e Like a Dragon Gaiden (jogo divertidíssimo e o melhor arco de Kiryu na franquia Yakuza).

Com Final Fantasy XVI aparecendo como meu favorito de 2023, acredito que esse ano tenha sido muito rico em novidades. A jogabilidade e a evolução de Clive são absurdas e caso os problemas de desempenho não tivessem sido tão notáveis o game com certeza disputaria o Jogo do Ano.
Já Marvel’s Spider-Man 2 me encantou com a narrativa, mesmo tendo excluído bastante o Miles em determinados momentos — Insomniac, por favor, deixe o último traje dele todo preto! Hogwarts Legacy me deu bastante liberdade no gameplay, principalmente na exploração, trazendo a experiência que todo fã de Harry Potter sem sonhou, mesmo sem quadribol.
Sobre EA Sports FC 24, ele já é um dos games que eu mais tenho horas jogadas em 2023 e mesmo com os patches o gameplay se manteve agradável. Fechando a lista tem LEGO Fortnite, uma grata surpresa que inclusive tenho me divertido bastante jogando com meu irmão — e é de graça!

Baldur’s Gate 3, GOTY do ano, é o melhor do ano para mim justamente pelas infinitas possibilidades de abordagem, escolhas e consequências e universo imersivo.
Final Fantasy XVI foi o título que me trouxe uma sensação de “épico” o tempo todo. A história de Clive me prendeu demais e a jogabilidade de ação muito gostosinha fez com que eu viciasse nas 100h de jogo.
Alan Wake 2 tem um universo e narrativa cativantes. Esse jogo é o segundo melhor do ano para mim por ter tantas camadas, um roteiro tão impressionante e uma experiência bem diferente dos games de survival horror.
Por um apego sentimental, Dead Spacea marcou minha história gamer e o remake é coisa fina demais! Por isso que zerei 3x, platinei e fiz tudo o que dava pra fazer.
Diablo IV me divertiu por muitas horas. Foi um dos poucos que joguei em party nesse ano e ele funciona bem demais na proposta. Sem contar na lore dele que fica cada vez mais profunda.

Minha prioridade ao escolher os melhores games foi a busca pela diversão em primeiro lugar e uma franquia que sempre me proporcionou isso é Katamari. Explorei a coletânea dos melhores jogos do Sonic em Sonic Origins Plus, balancei e combati o crime em Nova York em Marvel’s Spider-Man 2 e me amarrei na pancadaria certeira de Street Fighter 6. Por fim, para equilibrar as emoções, nada como uma boa dose de Resident Evil 4.

Marvel’s me encantou muito esse ano… primeiro amo o personagem, então a história me pegou, mas como falei com uns amigos, o jogo da vontade de jogar cada vez mais, ele não te cansa. Street Fighter 6 para mim retornou à origem dos games de luta arcade. Hogwarts é tudo o que os fãs pediam: um mundo detalhado, divertido e que faz você se sentir dentro do mundo do Harry Potter. Mirage volta as origens do Assassin’s Creed e traz uma representação maravilhosa de Bagdá. Finalizando, Sea of Stars é um RPG muito bem desenvolvido, mas o que me pegou foi o visual… ele é lindo.


Resident Evil 4 é uma carta de amor pra quem curte o clássico de 2005: um remake trabalhado de forma excepcional assim como o Resident Evil 2. Tudo está no seu devido lugar com mudanças muito bem-vindas, sem esquecer da DLC Separate Ways que pra mim também foi a melhor do ano.
Sea of Stars: pegue tudo que conhece sobre Chrono Trigger e dê um passo a mais, isto é Sea of Stars. Trilha sonora excelente, gameplay viciante, história cativante e um estilo pixel-art maravilhoso.
Diablo IV é o patinho feio da minha lista, sim, mas que arrancou mais de 100 horas de gameplay. Lies of P, por sua vez, é desafiador, estressante e viciante, com destaque pra direção de arte, que pra mim foi a melhor do ano.
Por fim, trago Blasphemous 2. Quando joguei o primeiro Blasphemous alguns anos atrás me vi preso no jogo, não conseguia jogar outra coisa. Cada quest, cada boss, cada parte do mapa me amarrava. E aconteceu de novo (ainda bem).
E aí, caro leitor? Concorda com nossa equipe? Quais foram os games que mais te divertiram em 2023? Comente!
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