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5 coisas que mudaram e 5 que não mudaram em The Last of Us Part I

Nova versão do jogo de 2013 traz uma série de melhorias, mas nem tudo precisou ser alterado

por Jean Azevedo
5 coisas que mudaram e 5 que não mudaram em The Last of Us Part I

The Last of Us Part I chega ao PS5 em 2 de setembro, e futuramente ao PC. E esta semana vem sendo bastante intensa para o jogo. Após vazamentos, a Naughty Dog fez uma revelação oficial de jogabilidade, onde aproveitou para destacar as mudanças. 

E logo após as revelações – antecipadas e oficiais – fãs e entusiastas de videogames começaram debates calorosos na Internet a respeito das diferenças. Há os que gostaram das melhorias visuais, e há os insatisfeitos com os supostos modestos incrementos na jogabilidade.

Diante disso, listamos as principais mudanças e o que não – aparentemente – sofreu alteração. Sigam-me 0s bons!

5 coisas que não mudaram em The Last of Us Part I

1 – As mesmas cenas, só que em 4K

No trailer de gameplay de The Last of Us Part I, já tivemos a chance de observar a famosa cena de Ellie com a girafa. Mesmo com as evidentes diferenças visuais, é a mesma cena. E isso deve se repetir em outros trechos do game.

Ellie e a girafa em The Last of Us Part I
(Fonte: PlayStation)

2 – A jogabilidade é praticamente a mesma

O gameplay de The Last of Us Part I não será tão diferente assim do original. A grande mudança, segundo o estúdio, fica para a física aplicada aos elementos do cenário — que prometem ser ainda mais imersivos nesta nova versão.

Joel se escondendo do inimigo no ginásio em The Last of Us Part I
(Fonte: PlayStation)

3 – O DLC Left Behind

A subtrama de Ellie com Riley não sofreu alterações, obviamente.

Left Behind DLC de The Last of Us Part I
(Fonte: PlayStation)

4 – A trilha sonora

Gustavo Santaolalla, compositor da trilha sonora de The Last of Us e The Last of Us Part II, marca presença mais uma vez.

5 – Atuação e dublagem

As icônicas vozes de Luiz Carlos Persy  (Joel), Clécio Souto (Tommy), Miriam Ficher (Tess) e, Luiza Caspary (Ellie) se mantém inalteradas. Até mesmo a atuação dos originais não parece ser diferente da versão de 2013 e do remaster de 2014.

5 coisas que mudaram em The Last of Us Part I

1 – Feições mais realistas

Os rostos dos personagens mudaram bastante. Um bom exemplo é a Tess, que está com uma feição muito mais sofrida na versão de PlayStation 5. Joel e Ellie se parecem mais com os visuais de The Last of Us Part II.

2 – Recursos de Acessibilidade

As 60 opções de acessibilidade que marcaram presença em The Last of Us 2 foram incorporadas em The Last of Us Part I. Os jogadores poderão se valer de ajudas visuais, pistas auditivas e controles de navegação aprimorados.

Acessibilidade em The Last of Us PArt I

A áudio descrição implementada também será importante para quebrar as barreiras e levar o jogo para mais pessoas.

3 – DualSense

Uma das grandes tecnologias do PS5 está no controle. O DualSense promete ser muito bem utilizado em The Last of Us Part I.

DualSense em The Last of Us Part I
(Fonte: PlayStation)

Quando utilizar o arco, os gatilhos apresentarão resistência conforme Ellie posiciona e prepara a flecha para atirar nos alvos.

4 – Inteligência Artificial

Tanto os seus companheiros quanto os seus inimigos terão movimentações mais inteligentes no game. A Naughty Dog trouxe mudanças significativas à IA, e os personagens se deslocarão e se comunicarão mais naturalmente nos cenários.

The Last of Us Part I - IA mais inteligente

Em situações de perigo, Ellie não passará correndo na frente de um guarda ou coisa do tipo. Agora ela interpretará sozinha o melhor momento e a rota menos perigosa para não chamar atenção de estaladores e humanos.

5 – Personalizações

O modo foto, a experiência do gameplay com morte permanente e a sede pelo speedrun (este com direito a cronômetro integrado por capítulo) foram alguns dos pedidos atendidos pela Naughty Dog. Além disso, Joel e Ellie terão visuais desbloqueáveis.

Ellie skin em The Last of Us Part I
(Fonte: PlayStation).

E quanto a você, o que achou das mudanças? Na sua opinião, elas justificam o preço “cheio” praticado pela Sony? Deixei nos comentários!