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Em mais um episódio lamentável, a mídia brasileira, tenta a todo custo associar os video-games à violência e induzir o público sobre a falsa premissa que games influenciam ou potencializam comportamentos agressivos de jogadores e consumidores de jogos eletrônicos.
Após uma triste tragédia familiar onde um adolescente, supostamente, assassinou quatro membros de sua família e logo em seguida cometeu suicídio, a sensacionalista imprensa nacional, bombardeou os telespectadores com argumentos sugerindo que o garoto foi influenciado pelo game Assassin’s Creed a cometer o crime. Emissoras e sites de notícias bradam aos quatro ventos, após uma superficial análise de um perfil de Facebook, que um game renascentista serviu de base para o ato.
Este caso é mais uma evidência do quão atrasada, sensacionalista e destruidora de valores é a nossa famigerada imprensa. Querem culpar os games por desvios comportamentais ou disturbios de violência. Já foi provado, através de estudos, que não existe uma relação direta entre violência e games.
Um comportamento anormal geralmente é fruto do meio que uma pessoa convive ou seja, se uma criança é educada e tem como modelo um ambiente vulnerável, ela, naturalmente, vai se tornar uma pessoa violenta e possivelmente cometerá crimes. “Se um jovem apresenta agressividade por conta dos jogos, na verdade este é apenas um sintoma de algo maior, de sua insatisfação consigo mesmo e/ou com o meio que o cerca”.
Os veículos de comunicação deveriam agir com mais imparcialidade e fazerem seu papel que é justamente informar a população sem tentar influenciar o pensamento e opiniões de todos.
Fonte: A verdade sobre a violência nos games

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